13 de Maio não é dia de negro
maio11

13 de Maio não é dia de negro

No Dia 13 de maio de 2022 no Vibrânia Pub e Espaço de Arte será a vez da apresentação do som dos tambores e das cantorias que contam sobre como resistimos desde 88 até 22. 13 de maio, negro livre no Brasil, mas a bem na verdade foi um 1° de abril. Levando as origens desse carnaval, o Pedra Encantada vai abrir a noite com muito Maracatu de baque virado, dão continuidade do manifesto. Em seguida, apresentação do grupo cultural com mais de 30 anos de luta e resistência, Malungo Dudu. E finalizando a noite, Zulu DJMC Fino. Quando: 13 de maio de 2022 Local: Espaço Cultural Vibrania Endereço: Rua 10 de Julho, 151 – Centro A partir das 20h Entrada: 10 reais LISTA TRANS...

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Murais de Mawé – Filhos do Guaraná
nov18

Murais de Mawé – Filhos do Guaraná

O projeto murais de Mawe e, neste mês de novembro finaliza com chave de ouro, e com isso a cidade de Maués ganhara 2 novos pontos turístico, dando as ruas do município cores e vida que relatam a cultura mística do fruto do guaraná e do povo que o domesticou, e o cultivou de forma religiosa e econômica. O projeto vem sendo desenvolvido pelo artista visual Erick Dammon, que por sua vez trouxe para o município a cultura urbana em forma de graffiti muralismo, que por sua vez já desenvolve a mais de duas décadas na capital do estado. Hoje morador de Maués fez valer o legado que carrega como artista urbano, e vendo que não existia tais murais que representassem tais culturas, propôs ao projeto de auxílio federal o projeto que hoje é denominado murais de Mawe, e com a parceria com a Ong ALIANÇA GUARANA DE MAUÉS, executa ao mesmo momento o projeto filhos do guaraná que carrega o mesmo conceito e embasamento relacionado ao fruto e ao povo originário FILHOS DO GUARANA (SATERE-MAWE), e ribeirinhos produtores do produtos originados a partir do fruto relacionado ao projeto. Tivemos uma grande repercussão na produção do primeiro mural, e com a execução dos dois outros dois que serão pintados, pretendemos alcançar muito mais o público, pois será de grande importância educacional e turística para a cidade. Agradecemos a Deus pela oportunidade e todos os órgãos envolvidos em tais realizações artísticas sócio educacional e cultural, pois a ajuda veio em uma boa hora em podemos concretizar projetos e sonhos. Nesse próximo capitulo teremos a participação de 2 artistas convidados, MEGA ARTES E TÉO ONDA, ambos muralistas de nome no contexto arte urbana do AMAZONAS, e assim vamos fortalecer um ao outro nesses grandes painéis de muitas cores, trações e histórias e serem...

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Márcia Antonelli lança “O Fungo” nesta sexta-feira (13)
ago11

Márcia Antonelli lança “O Fungo” nesta sexta-feira (13)

Nesta sexta-feira (13) terá o lançamento da segunda edição da obra “O Fungo” da escritora Márcia Antonelli na versão bilíngue. A programação terá início às 19h no Espaço Cultural Jaraqui Psicodélico, Avenida Constantino Nery, próximo ao Terminal 1. O evento vai contar com a performance Corpoletra do artista Odacy de Oliveira, entre outras artetudes. Ao som dos vinis, o DJ Marcos Tubarão garante a trilha sonora da noite. O acesso é gratuito com venda de comidas regionais e cerveja gelada. Lembrando que o uso de máscara é obrigatório. Sobre Márcia Antonelli Márcia Antonelli é natural de Manaus, graduada em Letras pela UFAM (Universidade Federal do Amazonas), a escritora já produziu livros de contos, novelas, crônicas e romances. Para garantir o seu exemplar, faz um PIX no valor de R$10 para a chave...

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Casa Criativa Vila Vagalume 80 apresenta programação para a semana
dez17

Casa Criativa Vila Vagalume 80 apresenta programação para a semana

Nesta semana, a Casa Criativa Vila Vagalume 80 (Avenida Padre Agostinho Caballero Mattin, 234, São Raimundo) apresentará os projetos contemplados pelo edital Conexões 2020, da Lei Aldir Blanc. As atividades têm o apoio da Prefeitura de Manaus e do Governo Federal. PROJETO “A MATINTA PEREIRA QUE CONTOU” (DIAS 17, 18, 21 e 22/12) A programação desta semana começa com o projeto “A Matinta Pereira que Contou”, idealizado por Marcela Paiva, cujo nome artístico é Marcela Ruanne, e Andreas Dominique. O evento consiste em atividades voltadas paras as crianças de 7 a 12 anos do bairro do São Raimundo, de contação de histórias da cultura afro-amazônida. O projeto acontecerá durante quatro dias, sendo 17/12 (quinta), 18/12 (sexta), 21/12 (segunda) e 22/12 (terça), com início às 15h. Marcela entende a importância da identificação das crianças da região norte com as histórias que as representam. “Matinta Pereira é a lenda de uma sábia feiticeira protetora da floresta, que durante a noite se transformava em pássaro para observar a mata e, portanto, contava diversas histórias. Nessa perspectiva, podemos lembrar de nossos pais e avós, que transmitem ensinamentos e experiências às gerações futuras. Entre as histórias reais e fantasias, narrativas como a do Saci Pererê, da Iara, do Boto, do Boi Tatá e da Matinta Pereira vem caindo no esquecimento” explica artista, que é residente na Vila Vagalume desde 2019. O projeto propõe uma reconexão com a natureza e seus elementos, principalmente àqueles que carregam o sangue de indígenas e negros. Ela também pontua a necessidade desse resgate ancestral através de contos e, para isso, utilizará a contação de história como ferramenta com o intuito de alcançar as crianças da comunidade local que muitas vezes não possuem acesso à literatura e sequer sabem da existência da literatura negra e indígena, que podem trazer um sentimento de identificação com as suas próprias realidades. “E tão importante quanto, o projeto almeja desenvolver nas crianças brancas o sentimento de empatia e respeito às diferenças”, acrescenta. O projeto estimulará a criatividade e a participação das crianças através da leitura e da reutilização de instrumentos a partir de elementos mais orgânicos, criando sonoridades que se direcionam com cada história. “As crianças serão participantes da construção do conto, utilizando os elementos que as cercam, através da música, da poesia e das sensações que causam”, conta Andreas Dominique. Para maiores informações e inscrições, os pais devem entrar em contato no telefone 99340-6359. As vagas são limitadas. PROJETO “INICIAÇÃO AO CONTRABAIXO” (DIA 18/12) No dia 18/12 (sexta), será a vez do lançamento da primeira videoaula do projeto “Iniciação ao contrabaixo”, do músico Mauro Lima, que será disponibilizada gratuitamente no canal do You...

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DJ e MC Fino recebe título da Zulu Nation
dez15

DJ e MC Fino recebe título da Zulu Nation

O DJ e MC Márcio Lúcio Santa Cruz também conhecido como DJ MC Fino, recebeu o certificado de Filiação à Nação Zulu Universal (Zulu Nation) pelo Ministro-Chefe do Governo Mundial da Nação Zulu Universal Afrika Bambaataa. O documento manifesta: “Em nome da força suprema conhecida por muitos nomes Nós o honramos pelo seu posicionamento para se tornar um membro da Nação Zulu Universal. Você, como um membro da Nação Zulu Universal, tem muitos deveres a cumprir para nos auxiliar a transformar as situações ruins da vida em boas em nosso planeta. Ajudar a melhorar a vida de todos os humanos em nosso grandioso planeta. Defender a paz, unidade, amor, trabalho, liberdade, justiça, igualdade, verdade nos fatos. Ser parte de cada um, ensinar um, libertar um, ajudar um em nosso cotidiano. Ser um Zulu que dê suporte de saúde para todos, conhecimento para todos, liberdades para todos e justiça para todos. Nós somos Amazulu (os povos dos céus), para sermos construtores da nossa palavra e guerreiros para todo o nosso povo universal do nosso planeta neste universo. O criador de todas as coisas deu-nos os direitos sobre este planeta e para além em nosso universo. Nós somos todas as leis. Nós somos tudo de tudo e o todo está em nós. Você é Amazulu (povos dos céus).” DJ E MC FINO: CARIMBÓ, DISCO e HIP-HOP NOS ANOS 70 E 80 Por Bernardo Mesquita Em 1969 em Nova York o Festival Cultural do Harlem e o surgimento do grupo Last Poets, foram marcos decisivos para o surgimento do Hip-Hop no seio do capital-imperialismo. Em Belém, Verequete estava prestes a gravar seu primeiro disco de Carimbó. Em Manaus os festivais de dublagem, a Jovem Guarda e a Bossa-Nova predominavam nas festas da juventude. No mês de Abril deste último ano dos conturbados anos 60, nascia no hospital Ana Nery, o músico manauara Marcio Cruz Lúcio, conhecido como Dj e Mc Fino. Ao longo de sua trajetória tornou-se um dos músicos mais atuantes na vida musical do Amazonas. O reconhecimento recebido de uma ampla parcela do hip-hop nacional, indica uma trajetória resultante da presença significativa da música na história das famílias de trabalhadores negros no ambiente urbano periférico. No final dos anos 60, o terrorismo do estado capitalista contra os trabalhadores opositores da ditadura se acentuava perversamente após o AI-5. As universidades eram palco de perseguições e censura. As artes pulsavam e resistiam a violência autoritária estatal. A Amazônia foi integrada de forma dependente ao sistema capitalista transnacional e a região vivia transformações sociais diversas e de grandes proporções. O caráter desigual da composição urbana observa-se na formação dos bairros de periferia onde...

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Performance “Vanessa” inicia hoje no Centro de Formaçao Awaré
dez14

Performance “Vanessa” inicia hoje no Centro de Formaçao Awaré

Inicia hoje (14) a circulação da performance “Vanessa”, um solo sobre as vivências pessoais e a identidade étnica de uma mulher negra manauara homônima. As apresentações ocorrerão também nos dias 15 e 21 de dezembro, pelas zonas norte e leste da capital amazonense, sempre às 18h, de forma gratuita, sendo a primeira no Centro de Formação AWARÉ, localizado na rua Sucupira, n. 1111, bairro Colônia Terra Nova. O projeto é a primeira direção da artista Daniely Lima, que iniciou esse processo cênico e os estudos sobre identidade negra ainda em sua graduação em Teatro. “O solo aborda questões identitárias da vida pessoal da intérprete, Kelly Vanessa, e o recorte de classe que tanto atravessam a situação socioeconômica quanto as relações afetivas e interpessoais. Falar da vida pessoal de alguém, principalmente quando se é a vida pessoal dessa intérprete, tem que ser um lugar de muita sensibilidade, porque a gente está lidando com a história de alguém, histórias reais”, disse a diretora. A direção do espetáculo também se baseia em buscar referências ancestrais e pensar o corpo preto enquanto memória, prezando a ressignificação dos acontecimentos pessoais ocorridos à atriz ao longo de sua vida que a tornaram a mulher de hoje como um processo de cura e de criação de afeto com seu corpo. “Estou hoje com 30 anos e nunca quis falar muito sobre minha identidade. Eu nunca quis me colocar como mulher preta. E hoje, que estou recém-formada em Teatro, comecei a pesquisar mais sobre as invisibilidades em relação às mulheres pretas de se reconhecerem. As pessoas usam muito a questão do ‘moreno’, da ‘morena’, e eu acho que hoje estou em um processo de reflexão, de escuta e de observação não somente dos que estão ao meu redor mas também do meu eu interior”, comentou a intérprete Kelly Vanessa sobre o processo árduo de reconhecimento de sua negritude. Contemplado pela Lei Aldir Blanc através do Prêmio Manaus Conexões Culturais 2020, da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Evento (Manauscult), “Vanessa” conta com a interlocução e provocação da atriz do Bando de Teatro Olodum (BA), Cássia Valle, uma das grandes referências do estudo artístico sobre memória ancestral e arte preta do Brasil. “A Cássia Valle traz um refrigério e amparo para o processo. Ela trata com uma leveza essa questão de se reconhecer enquanto mulher preta que eu vejo e penso ‘Como ela consegue falar sobre assuntos tão doloridos para gente que tem sofrido e passado cada momento?’”, disse Kelly sobre as provocações da artista baiana. Circulação do espetáculo O solo “Vanessa”, que conta com a produção de Thalia Barbosa e Jonathan Farias, também tem o intuito de...

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