Hoje tem a live de Lançamento do game “The Roots VR”
abr23

Hoje tem a live de Lançamento do game “The Roots VR”

Nesta sexta (23), às 20h ocorre a live de lançamento do projeto ‘The Roots VR’: Os sons da floresta em realidade virtual, um game musical e educativo, idealizado pelo músico e produtor, César Lima, contemplado no edital Prêmio Feliciano Lana, através da Secretaria de Cultura e Economia Criativa Amazonas (SEC- AM) via Lei Aldir Blanc, que tem por objetivo compartilhar com o público, conhecimentos gerais sobre a origem e confecção de instrumentos Amazônicos e também proporcionar uma imersão virtual única através dos mais belos cenários e sonoridades que caracterizam as festas, tradições e manifestações culturais da Região Norte do Brasil. Link para acompanhar à live de lançamento : http://bit.ly/youtubetherootsvr Segundo o coordenador do projeto, César Lima, o download doThe Roots VR será totalmente gratuito e estará disponível a partir do dia 23 de abril, através do site: http://www.therootsvr.com.br ou através das lojas oficiais de em dispositivos que utilizem o sistema operacional Android. INSPIRAÇÃO “O primeiro insight do The Roots veio em 2018 através de um convite para produzir uma pesquisa,num período intenso de seis meses, sobre instrumentos musicais Amazônicos. Após a pesquisa entendi a necessidade de trazer para mais próximo do público essas informações sobre nossos instrumentos, pois eu mesmo graduado em Música nunca tinha visto uma variedade de instrumentos tão importantes, ricos e relevantes em seus significados culturais ” Declara, César. Confira abaixo, os instrumentos que compõem o The Roots: 1- GAMBÁ DE MAUÉS Instrumento de percussão feito do tronco da árvore da Cupiúba e pele de caça que é tradicionalmente usado pelos ribeirinhos e em festas dos santos em Maués. Assista aqui ao vídeo: http://bit.ly/gambademaues 2- TAMBOR DE CUIAInstrumento de percussão feito de cuia e tampo de Marupá. Esse instrumento faz parte dos Bios-instrumentos criados pelo poeta e artesão Celdo Braga. 3- MAWAKO FËMEAInstrumento melódico da etnia Desana/Tukano. Usado em festas e rituais ligados a produtividade e farturas na comunidade.Assista aqui vídeo: http://bit.ly/mawakofemea 4- CARRIÇOInstrumento melódico da etnia Desana /Tukano. Usado em festas e rituais ligados a boas novas e festas da alegria. 5- NHAMBE – INAJÁ Instrumento percussivo usado como elemento complementar de textura e rítmica por músicos-percussionistas ou como tornozeleira em rituais indígenas. Assista aqui o vídeo: http://bit.ly/nhambeinaja 6- CHUÁ – CHUÁ Instrumento de percussão feito com material reciclado e sementes nativas. Esse instrumento reproduz os sons do oceano e faz parte dos Bios-instrumentos criados pelo percussionista e artesão João Paulo. 7- CUATRO VENEZUELANO Instrumento harmônico feito com tampo de marupá, fundo de cuia e cordas de nylon. Instrumento andino com novas adaptações feitas pelo poeta e artesão Celdo Braga. 8- CHARANGO Instrumento harmônico tradicionalmente feito com pinho, cedro, naranjillo e cordas duplas de aço....

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Festival Potência das Artes no Norte (PAN) divulga selecionados 2021
abr20

Festival Potência das Artes no Norte (PAN) divulga selecionados 2021

Realizado de 24 a 30 de abril, evento on-line terá espetáculos, pitch, núcleo de crítica e programação formativa em sua segunda edição. Dedicado a fortalecer as produções artísticas nortistas, o Potência das Artes no Norte (PAN) divulgou a lista de selecionados para edição 2021 do festival. Além de espetáculos, foram escolhidos projetos para serem apresentados no Pitch e profissionais para compor o Núcleo de Crítica, duas inovações da segunda edição. O PAN será realizado de 24 a 30 de abril, de forma totalmente on-line e gratuita. Do Repente – Lamira Artes Cênicas (TO). Com curadoria formada pelos artistas Ítalo Rui, Francis Madson e Gleidstone Melo, o PAN trará, nesta edição, obras gestadas durante a pandemia e que trazem questões sobre os impactos socioeconômicos, políticos e culturais levados à tona pelo COVID-19; espetáculos criados em confinamento, no interior da casa dos artistas, reinventando seus procedimentos de criação, até trabalhos em um país pré-pandêmico, com discursos urgentes e que ganharam ainda mais força no Brasil de 2021. No total, foram selecionados 14 espetáculos para a programação oficial e sete propostas para o Pitch, todos representantes da região Norte; além de cinco profissionais para o Núcleo de Crítica, que possibilitou a participação de pessoas de todo o País. Cabô – Vitor Rocha (AM). “O papel, desta curadoria, não foi construir de forma leviana uma lista, através de sistemas metodológicos construídos à base de eixos temáticos. Neste exercício ético proporcionado pelo PAN, as obras é que levantaram a dimensão metodológica necessária para serem curadas e, assim, a curadoria tornou-se uma mediadora de ações culturais, entre as ideias do evento e os espetáculos. Neste exercício, que impõe aos curadores diálogo e escuta, debate teórico-prático, devaneios, glossolalias, silêncios, ética e generosidade, partindo do princípio da função social e profissional desse sujeito, focado em formar uma programação diversa e representativa da região Norte. É um gesto decolonial por natureza e visão política contemplar trabalhos que são potências fundamentais, tanto na qualidade e diversidades, mas, também, na representação dos Estados da região Norte”, declaram os curadores em uma carta aberta, assinada coletivamente. AGO – Menina Miúda Produções Artísticas (AM). Confira abaixo a lista de selecionados para cada categoria do PAN 2021. Contemplado pela Lei Aldir Blanc, por meio do edital emergencial Prêmio Feliciano Lana, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, com apoio do Governo Federal, por meio da Secretaria Especial da Cultura. O festival PAN será gratuito e transmitido on-line. Sobre Lourdes e Viviane – Viviane Palandi (AM) Mais informações podem ser encontradas na conta do Instagram @pan.norte ou pelo site https://linktr.ee/pan.norte. Espetáculos selecionados: Video-performances – Uma Estética dos Restos – Amanara Brandão Lube...

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Ateliê 23 lança trilha sonora do projeto ‘Ouve’ nas plataformas digitais
mar02

Ateliê 23 lança trilha sonora do projeto ‘Ouve’ nas plataformas digitais

As performances em formato intimista estão disponíveis no Instagram e no canal da companhia no Youtube Está no ar a série de vídeos que compõe a nova edição do “Ouve”, projeto do Ateliê 23, assinado por Wilas Rodrigues, com trilhas autorais dos espetáculos “da Silva”, “Janta”, “Helena” e “Vacas Bravas”. Até quinta-feira (4/3), o público confere as performances em formato intimista no Instagram e no canal da companhia no Youtube (@atelie23). O projeto foi contemplado no Edital Prêmio Manaus de Conexões Culturais, da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (ManausCult), por meio da Lei nº14.017/2020, conhecida como Lei Aldir Blanc. Segundo Eric Lima, intérprete nos acústicos desta versão do “Ouve”, no total, sete músicas vão ser lançadas em todas as plataformas digitais. Ele adianta que o lançamento oficial está programado para 15 de março, quando acontece ainda uma live em parceria com Wilas Rodrigues. “Vamos fazer uma apresentação de voz e violão durante 40 minutos, seguindo todos os protocolos de segurança”, adianta Eric. O ator conta que a equipe trabalhou os arranjos das músicas de forma presencial, ainda em dezembro de 2020, no entanto, os vídeos foram gravados neste período de isolamento social somente por ele, que utilizou diferentes ambientes de casa para compor os vídeos. “O Israel Nunes gravou todas as bases no estúdio e, a partir daí, comecei a gravar os vídeos com todo amparo técnico que eu tinha disponível e ângulos diferentes, explorando todas as possibilidades de cenário que a minha casa oferece e pensando no figurino que funcionaria para trazer a energia que eu queria em cada música”, comenta o artista. “Foi um processo empírico, mas muito orgânico, de pensar nessa organização com cuidado maior na parte do áudio, buscando melhorar a captação de voz já que não gravei no estúdio”. Programação – Estão disponíveis os acústicos de “O Tempo Voou”, do espetáculo da Silva; “Enterrada”, de “Vacas Bravas”, que ganhou um toque especial de Israel Nunes; e “Helena”, da peça com o mesmo nome. O diretor da companhia, Taciano Soares, explica que, por conta da pandemia do novo coronavírus, o Ateliê 23 reorganizou a programação e adaptou todos os projetos da casa para o formato virtual. “É uma forma de manter a proposta e acessar as pessoas, o que teve uma excelente resposta, porque as pessoas lembram dos espetáculos e isso nos dá uma satisfação”, afirma Taciano. “Apesar de termos que abolir o presencial em decorrência da pandemia, estamos conseguindo nos comunicar com nosso público, que é o objetivo principal, e aguardamos para retomar o projeto na sua forma original quando for possível, com segurança e com vacina”. Ateliê 23 – Em sete...

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DJ e MC Fino recebe título da Zulu Nation
dez15

DJ e MC Fino recebe título da Zulu Nation

O DJ e MC Márcio Lúcio Santa Cruz também conhecido como DJ MC Fino, recebeu o certificado de Filiação à Nação Zulu Universal (Zulu Nation) pelo Ministro-Chefe do Governo Mundial da Nação Zulu Universal Afrika Bambaataa. O documento manifesta: “Em nome da força suprema conhecida por muitos nomes Nós o honramos pelo seu posicionamento para se tornar um membro da Nação Zulu Universal. Você, como um membro da Nação Zulu Universal, tem muitos deveres a cumprir para nos auxiliar a transformar as situações ruins da vida em boas em nosso planeta. Ajudar a melhorar a vida de todos os humanos em nosso grandioso planeta. Defender a paz, unidade, amor, trabalho, liberdade, justiça, igualdade, verdade nos fatos. Ser parte de cada um, ensinar um, libertar um, ajudar um em nosso cotidiano. Ser um Zulu que dê suporte de saúde para todos, conhecimento para todos, liberdades para todos e justiça para todos. Nós somos Amazulu (os povos dos céus), para sermos construtores da nossa palavra e guerreiros para todo o nosso povo universal do nosso planeta neste universo. O criador de todas as coisas deu-nos os direitos sobre este planeta e para além em nosso universo. Nós somos todas as leis. Nós somos tudo de tudo e o todo está em nós. Você é Amazulu (povos dos céus).” DJ E MC FINO: CARIMBÓ, DISCO e HIP-HOP NOS ANOS 70 E 80 Por Bernardo Mesquita Em 1969 em Nova York o Festival Cultural do Harlem e o surgimento do grupo Last Poets, foram marcos decisivos para o surgimento do Hip-Hop no seio do capital-imperialismo. Em Belém, Verequete estava prestes a gravar seu primeiro disco de Carimbó. Em Manaus os festivais de dublagem, a Jovem Guarda e a Bossa-Nova predominavam nas festas da juventude. No mês de Abril deste último ano dos conturbados anos 60, nascia no hospital Ana Nery, o músico manauara Marcio Cruz Lúcio, conhecido como Dj e Mc Fino. Ao longo de sua trajetória tornou-se um dos músicos mais atuantes na vida musical do Amazonas. O reconhecimento recebido de uma ampla parcela do hip-hop nacional, indica uma trajetória resultante da presença significativa da música na história das famílias de trabalhadores negros no ambiente urbano periférico. No final dos anos 60, o terrorismo do estado capitalista contra os trabalhadores opositores da ditadura se acentuava perversamente após o AI-5. As universidades eram palco de perseguições e censura. As artes pulsavam e resistiam a violência autoritária estatal. A Amazônia foi integrada de forma dependente ao sistema capitalista transnacional e a região vivia transformações sociais diversas e de grandes proporções. O caráter desigual da composição urbana observa-se na formação dos bairros de periferia onde...

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Performance “Vanessa” inicia hoje no Centro de Formaçao Awaré
dez14

Performance “Vanessa” inicia hoje no Centro de Formaçao Awaré

Inicia hoje (14) a circulação da performance “Vanessa”, um solo sobre as vivências pessoais e a identidade étnica de uma mulher negra manauara homônima. As apresentações ocorrerão também nos dias 15 e 21 de dezembro, pelas zonas norte e leste da capital amazonense, sempre às 18h, de forma gratuita, sendo a primeira no Centro de Formação AWARÉ, localizado na rua Sucupira, n. 1111, bairro Colônia Terra Nova. O projeto é a primeira direção da artista Daniely Lima, que iniciou esse processo cênico e os estudos sobre identidade negra ainda em sua graduação em Teatro. “O solo aborda questões identitárias da vida pessoal da intérprete, Kelly Vanessa, e o recorte de classe que tanto atravessam a situação socioeconômica quanto as relações afetivas e interpessoais. Falar da vida pessoal de alguém, principalmente quando se é a vida pessoal dessa intérprete, tem que ser um lugar de muita sensibilidade, porque a gente está lidando com a história de alguém, histórias reais”, disse a diretora. A direção do espetáculo também se baseia em buscar referências ancestrais e pensar o corpo preto enquanto memória, prezando a ressignificação dos acontecimentos pessoais ocorridos à atriz ao longo de sua vida que a tornaram a mulher de hoje como um processo de cura e de criação de afeto com seu corpo. “Estou hoje com 30 anos e nunca quis falar muito sobre minha identidade. Eu nunca quis me colocar como mulher preta. E hoje, que estou recém-formada em Teatro, comecei a pesquisar mais sobre as invisibilidades em relação às mulheres pretas de se reconhecerem. As pessoas usam muito a questão do ‘moreno’, da ‘morena’, e eu acho que hoje estou em um processo de reflexão, de escuta e de observação não somente dos que estão ao meu redor mas também do meu eu interior”, comentou a intérprete Kelly Vanessa sobre o processo árduo de reconhecimento de sua negritude. Contemplado pela Lei Aldir Blanc através do Prêmio Manaus Conexões Culturais 2020, da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Evento (Manauscult), “Vanessa” conta com a interlocução e provocação da atriz do Bando de Teatro Olodum (BA), Cássia Valle, uma das grandes referências do estudo artístico sobre memória ancestral e arte preta do Brasil. “A Cássia Valle traz um refrigério e amparo para o processo. Ela trata com uma leveza essa questão de se reconhecer enquanto mulher preta que eu vejo e penso ‘Como ela consegue falar sobre assuntos tão doloridos para gente que tem sofrido e passado cada momento?’”, disse Kelly sobre as provocações da artista baiana. Circulação do espetáculo O solo “Vanessa”, que conta com a produção de Thalia Barbosa e Jonathan Farias, também tem o intuito de...

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‘Feirinha – Arte, Cultura e Diversão’ terá edição especial
dez11

‘Feirinha – Arte, Cultura e Diversão’ terá edição especial

Nos dias 15 e 16 de dezembro, acontecerá a edição especial da ‘Feirinha – Arte, Cultura e Diversão’, no Instituto Cultural Brasil – Estados Unidos (ICBEU), das 9h às 17h, e atenderá, durante os dois dias, 160 crianças acompanhadas de um responsável por meio de inscrição prévia. Todas as atividades do circuito seguirão normas de higiene e segurança para salvaguardar os participantes do evento, que recebe o apoio da Prefeitura de Manaus por meio do edital da ManausCult. A ‘Feirinha’ é uma produção independente que promove para as crianças o conhecimento, lazer e entretenimento a partir de atividades artísticas e culturais na cidade de Manaus, como elucida a coordenadora Camila Maria. “Nosso projeto sempre procura oferecer ambientes culturais e criativos para a infância pois acreditamos que estes colaboram para o desenvolvimento e o despertar de habilidades cognitivas das crianças”. De acordo com a coordenadora, nesta edição, as atividades da ‘Feirinha’ serão realizadas em circuitos fechados com número limitado de crianças por Estação de brincadeira. “Vamos oferecer uma programação multicultural com segurança para família, por isso cada estação receberá apenas cinco crianças por vez, estas receberão um kit individual para brincar, e no intervalo de cada grupo será feito a higienização dos espaços”. Para democratizar o acesso ao evento, por conta do número limitado de participantes, a programação de palco da Feirinha será transmitida Ao Vivo no YouTube, no canal da Feirinha. O Icbeu, apoio cultural da Feirinha nesta edição, fica localizado na Av. Joaquim Nabuco, 1286, centro da cidade de Manaus, oferece estacionamento exclusivo e segurança para a realização do evento, como aferição de temperatura, álcool 70%, e tapete sanitizante na entrada da instituição. Inscrições As inscrições serão realizadas pela plataforma Sympla, onde cada responsável pode inscrever apenas uma criança. No ato da inscrição os pais devem atentar para as medidas de segurança do evento, como utilização de máscaras logo na entrada. Clique aqui para realizar a inscrição. Programação Apresentações de Dança, Música, Circo e Teatro vão compor a programação de palco da Feirinha, como explana a produtora do evento Gisele Rikerr. “Estas atrações serão realizadas na área kids do Icbeu, que é uma área aberta, onde cada grupo por vez poderá se acomodar devidamente com o distanciamento necessário”. Após a apresentação do palco, as crianças seguirão para o circuito de brincadeiras e oficinas, nesta edição serão sete Estações: Oficina de artes, Estação Tabuleiro, Estação Circo, Contação de História, Exposição de arte, e Árvore Literária. A novidade será a visitação à duas Exposições de Arte, a Exposição temporária ‘Linhas do Tempo’ e a Exposição permanente ‘The Art Collection’ do espaço cultural do Icbeu. Sobre a Feirinha A Feirinha é fruto do trabalho de conclusão de curso dos alunos da Pós em Gestão e Produção Cultural da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e é composta por Ana Oliveira, coord. de...

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