Murais de Mawé – Filhos do Guaraná
nov18

Murais de Mawé – Filhos do Guaraná

O projeto murais de Mawe e, neste mês de novembro finaliza com chave de ouro, e com isso a cidade de Maués ganhara 2 novos pontos turístico, dando as ruas do município cores e vida que relatam a cultura mística do fruto do guaraná e do povo que o domesticou, e o cultivou de forma religiosa e econômica. O projeto vem sendo desenvolvido pelo artista visual Erick Dammon, que por sua vez trouxe para o município a cultura urbana em forma de graffiti muralismo, que por sua vez já desenvolve a mais de duas décadas na capital do estado. Hoje morador de Maués fez valer o legado que carrega como artista urbano, e vendo que não existia tais murais que representassem tais culturas, propôs ao projeto de auxílio federal o projeto que hoje é denominado murais de Mawe, e com a parceria com a Ong ALIANÇA GUARANA DE MAUÉS, executa ao mesmo momento o projeto filhos do guaraná que carrega o mesmo conceito e embasamento relacionado ao fruto e ao povo originário FILHOS DO GUARANA (SATERE-MAWE), e ribeirinhos produtores do produtos originados a partir do fruto relacionado ao projeto. Tivemos uma grande repercussão na produção do primeiro mural, e com a execução dos dois outros dois que serão pintados, pretendemos alcançar muito mais o público, pois será de grande importância educacional e turística para a cidade. Agradecemos a Deus pela oportunidade e todos os órgãos envolvidos em tais realizações artísticas sócio educacional e cultural, pois a ajuda veio em uma boa hora em podemos concretizar projetos e sonhos. Nesse próximo capitulo teremos a participação de 2 artistas convidados, MEGA ARTES E TÉO ONDA, ambos muralistas de nome no contexto arte urbana do AMAZONAS, e assim vamos fortalecer um ao outro nesses grandes painéis de muitas cores, trações e histórias e serem...

Leia Mais
O Lixo Transformado Em Arte celebra 18 anos do grupo Curumim na Lata
set29

O Lixo Transformado Em Arte celebra 18 anos do grupo Curumim na Lata

O curta-documentário O Lixo Transformado em Arte. O Lixo Transformado em Arte é um curta-documentário de 15 minutos sobre o grupo de percussão alternativa Curumim na Lata, que celebra 18 anos de existência transformando e educando pais e alunos no Centro de Artes e Educação (CMAE) Anibal Beça, zona Leste de Manaus, com ensino pautado em música e meio ambiente. Grupo de Percussão alternativa Curumim na Lata. No curta somos inseridos no bairro de São José Operário em uma aula de estudo sonoro do professor e idealizador Rámon Carlos Torres Valdez, venezuelano, que conta os anos de história do grupo e o processo de transformação, não só aplicada a reutilização de materiais descartados como instrumentos alternativos, mas, das crianças, jovens e famílias que frequentam o centro de artes do bairro para boas práticas de cidadania. Este material inédito será exibido no Espaço ECAM, Manauara Shopping – Av. Mario Ypiranga, 1300 – no dia 08/10 às 10h30, data que será realizada a exposição “Curumim na Lata: 18 anos de história, música e sustentabilidade” uma realização do CMAE Anibal Beça e Oca do Conhecimento Ambiental (SEMED). O curta foi contemplado pela Lei Aldir Blanc 2020 por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Amazonas. Ficha Técnica: Produção: Picote Produções Direção e fotografia: André Cunha Roteiro: André Cunha e Isabelly Maria Montagem e edição: André Cunha Captação e desenho de som: Lucas...

Leia Mais
Manart lança estampa inspirada na obra de Rakel Caminha
ago13

Manart lança estampa inspirada na obra de Rakel Caminha

Manaus- Nesta sexta (13), a partir das 18h30 (horário de Manaus) através do site www.manartgaleria.com e redes sociais, ocorre o lançamento da mais nova estampa da Manart Galeria “ARTETEATRO”, inspirada na obra “Alterego da Amazônia- ArteTeatro” (2021) da artista visual Rakel Caminha, que faz referência, de uma forma pop, através de recortes e colagens, ao principal símbolo Cultural e Arquitetônico do Estado, o Teatro Amazonas, fundado em 1896, que preserva parte da arquitetura e decoração original, com estilo renascentista e eclético, tombado em 1966, como Patrimônio Histórico Nacional. Vida e Obra da Artista A Artista visual Rakel Caminha Autodidata e apaixonada pelas artes, desde a infância, além de publicitária por formação acadêmica, com passagem pelos cursos de direito e design (UFAM), a artista visual Rakel Caminha é uma das mais promissoras apostas do cenário das artes visuais local. Expressões altruísticas da artista visual Rakel Caminha Para Rakel, “Arte é expressão, é fazer com as mãos – ou com o corpo inteiro – e coração. Por isso, desde sempre, antes mesmo de que eu pudesse raciocinar sobre tal fato, eu gosto de me expressar: através da dança, do desenho, da escrita ou de qualquer outra coisa. Às vezes o processo é orgânico e intuitivo, às vezes é milimetricamente pensado. Mas quando ali está eu percebo que é uma parte de mim para o mundo, é uma forma de passar por ele, marcando-o da mesma forma que ele me marca.“ Em seus trabalhos, a artista costuma combinar linguagens diversas (não só artísticas) com muita liberdade e produz obras de grande expressividade, que de modo geral, unem pintura, colagem e técnicas gráficas, e promovem um diálogo poético entre o real e o surreal através de uma estética semiótica dedicada à arte, ao caos, aos sonhos e ao existencialismo, cujas principais referências estão mais voltadas para a arte contemporânea como cubismo, expressionismo e surrealismo. “Meus temas no geral são surreais, existenciais, brincam com a realidade. Esses últimos tempos, eu senti necessidade de falar mais sobre a natureza, ecologia e me dediquei a isso como uma forma de fazer a diferença para o mundo; já que estamos num ritmo que o planeta não aguenta. Se a arte toca e sensibiliza, ela também pode fazer refletir, impactar, mudar, florescer. “ Declara, Rakel. Uma artista de múltiplas fases Rakel Caminha, a camaleônica, a metamorfose múltipla da artista visual “Eu sou muito sensível. Um camaleão! Sou de Metamorfoses. De fases. Uma estudante da vida – e também apreciadora. Sou de fato muitas; muitas coisas, sentimentos, pensamentos – que se misturam. Sou quase tudo coração. Um pouco de razão. Busco me expressar para me entender melhor por dentro,...

Leia Mais
Hoje tem a live de Lançamento do game “The Roots VR”
abr23

Hoje tem a live de Lançamento do game “The Roots VR”

Nesta sexta (23), às 20h ocorre a live de lançamento do projeto ‘The Roots VR’: Os sons da floresta em realidade virtual, um game musical e educativo, idealizado pelo músico e produtor, César Lima, contemplado no edital Prêmio Feliciano Lana, através da Secretaria de Cultura e Economia Criativa Amazonas (SEC- AM) via Lei Aldir Blanc, que tem por objetivo compartilhar com o público, conhecimentos gerais sobre a origem e confecção de instrumentos Amazônicos e também proporcionar uma imersão virtual única através dos mais belos cenários e sonoridades que caracterizam as festas, tradições e manifestações culturais da Região Norte do Brasil. Link para acompanhar à live de lançamento : http://bit.ly/youtubetherootsvr Segundo o coordenador do projeto, César Lima, o download doThe Roots VR será totalmente gratuito e estará disponível a partir do dia 23 de abril, através do site: http://www.therootsvr.com.br ou através das lojas oficiais de em dispositivos que utilizem o sistema operacional Android. INSPIRAÇÃO “O primeiro insight do The Roots veio em 2018 através de um convite para produzir uma pesquisa,num período intenso de seis meses, sobre instrumentos musicais Amazônicos. Após a pesquisa entendi a necessidade de trazer para mais próximo do público essas informações sobre nossos instrumentos, pois eu mesmo graduado em Música nunca tinha visto uma variedade de instrumentos tão importantes, ricos e relevantes em seus significados culturais ” Declara, César. Confira abaixo, os instrumentos que compõem o The Roots: 1- GAMBÁ DE MAUÉS Instrumento de percussão feito do tronco da árvore da Cupiúba e pele de caça que é tradicionalmente usado pelos ribeirinhos e em festas dos santos em Maués. Assista aqui ao vídeo: http://bit.ly/gambademaues 2- TAMBOR DE CUIAInstrumento de percussão feito de cuia e tampo de Marupá. Esse instrumento faz parte dos Bios-instrumentos criados pelo poeta e artesão Celdo Braga. 3- MAWAKO FËMEAInstrumento melódico da etnia Desana/Tukano. Usado em festas e rituais ligados a produtividade e farturas na comunidade.Assista aqui vídeo: http://bit.ly/mawakofemea 4- CARRIÇOInstrumento melódico da etnia Desana /Tukano. Usado em festas e rituais ligados a boas novas e festas da alegria. 5- NHAMBE – INAJÁ Instrumento percussivo usado como elemento complementar de textura e rítmica por músicos-percussionistas ou como tornozeleira em rituais indígenas. Assista aqui o vídeo: http://bit.ly/nhambeinaja 6- CHUÁ – CHUÁ Instrumento de percussão feito com material reciclado e sementes nativas. Esse instrumento reproduz os sons do oceano e faz parte dos Bios-instrumentos criados pelo percussionista e artesão João Paulo. 7- CUATRO VENEZUELANO Instrumento harmônico feito com tampo de marupá, fundo de cuia e cordas de nylon. Instrumento andino com novas adaptações feitas pelo poeta e artesão Celdo Braga. 8- CHARANGO Instrumento harmônico tradicionalmente feito com pinho, cedro, naranjillo e cordas duplas de aço....

Leia Mais
Festival Potência das Artes no Norte (PAN) divulga selecionados 2021
abr20

Festival Potência das Artes no Norte (PAN) divulga selecionados 2021

Realizado de 24 a 30 de abril, evento on-line terá espetáculos, pitch, núcleo de crítica e programação formativa em sua segunda edição. Dedicado a fortalecer as produções artísticas nortistas, o Potência das Artes no Norte (PAN) divulgou a lista de selecionados para edição 2021 do festival. Além de espetáculos, foram escolhidos projetos para serem apresentados no Pitch e profissionais para compor o Núcleo de Crítica, duas inovações da segunda edição. O PAN será realizado de 24 a 30 de abril, de forma totalmente on-line e gratuita. Do Repente – Lamira Artes Cênicas (TO). Com curadoria formada pelos artistas Ítalo Rui, Francis Madson e Gleidstone Melo, o PAN trará, nesta edição, obras gestadas durante a pandemia e que trazem questões sobre os impactos socioeconômicos, políticos e culturais levados à tona pelo COVID-19; espetáculos criados em confinamento, no interior da casa dos artistas, reinventando seus procedimentos de criação, até trabalhos em um país pré-pandêmico, com discursos urgentes e que ganharam ainda mais força no Brasil de 2021. No total, foram selecionados 14 espetáculos para a programação oficial e sete propostas para o Pitch, todos representantes da região Norte; além de cinco profissionais para o Núcleo de Crítica, que possibilitou a participação de pessoas de todo o País. Cabô – Vitor Rocha (AM). “O papel, desta curadoria, não foi construir de forma leviana uma lista, através de sistemas metodológicos construídos à base de eixos temáticos. Neste exercício ético proporcionado pelo PAN, as obras é que levantaram a dimensão metodológica necessária para serem curadas e, assim, a curadoria tornou-se uma mediadora de ações culturais, entre as ideias do evento e os espetáculos. Neste exercício, que impõe aos curadores diálogo e escuta, debate teórico-prático, devaneios, glossolalias, silêncios, ética e generosidade, partindo do princípio da função social e profissional desse sujeito, focado em formar uma programação diversa e representativa da região Norte. É um gesto decolonial por natureza e visão política contemplar trabalhos que são potências fundamentais, tanto na qualidade e diversidades, mas, também, na representação dos Estados da região Norte”, declaram os curadores em uma carta aberta, assinada coletivamente. AGO – Menina Miúda Produções Artísticas (AM). Confira abaixo a lista de selecionados para cada categoria do PAN 2021. Contemplado pela Lei Aldir Blanc, por meio do edital emergencial Prêmio Feliciano Lana, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, com apoio do Governo Federal, por meio da Secretaria Especial da Cultura. O festival PAN será gratuito e transmitido on-line. Sobre Lourdes e Viviane – Viviane Palandi (AM) Mais informações podem ser encontradas na conta do Instagram @pan.norte ou pelo site https://linktr.ee/pan.norte. Espetáculos selecionados: Video-performances – Uma Estética dos Restos – Amanara Brandão Lube...

Leia Mais
Ateliê 23 lança trilha sonora do projeto ‘Ouve’ nas plataformas digitais
mar02

Ateliê 23 lança trilha sonora do projeto ‘Ouve’ nas plataformas digitais

As performances em formato intimista estão disponíveis no Instagram e no canal da companhia no Youtube Está no ar a série de vídeos que compõe a nova edição do “Ouve”, projeto do Ateliê 23, assinado por Wilas Rodrigues, com trilhas autorais dos espetáculos “da Silva”, “Janta”, “Helena” e “Vacas Bravas”. Até quinta-feira (4/3), o público confere as performances em formato intimista no Instagram e no canal da companhia no Youtube (@atelie23). O projeto foi contemplado no Edital Prêmio Manaus de Conexões Culturais, da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (ManausCult), por meio da Lei nº14.017/2020, conhecida como Lei Aldir Blanc. Segundo Eric Lima, intérprete nos acústicos desta versão do “Ouve”, no total, sete músicas vão ser lançadas em todas as plataformas digitais. Ele adianta que o lançamento oficial está programado para 15 de março, quando acontece ainda uma live em parceria com Wilas Rodrigues. “Vamos fazer uma apresentação de voz e violão durante 40 minutos, seguindo todos os protocolos de segurança”, adianta Eric. O ator conta que a equipe trabalhou os arranjos das músicas de forma presencial, ainda em dezembro de 2020, no entanto, os vídeos foram gravados neste período de isolamento social somente por ele, que utilizou diferentes ambientes de casa para compor os vídeos. “O Israel Nunes gravou todas as bases no estúdio e, a partir daí, comecei a gravar os vídeos com todo amparo técnico que eu tinha disponível e ângulos diferentes, explorando todas as possibilidades de cenário que a minha casa oferece e pensando no figurino que funcionaria para trazer a energia que eu queria em cada música”, comenta o artista. “Foi um processo empírico, mas muito orgânico, de pensar nessa organização com cuidado maior na parte do áudio, buscando melhorar a captação de voz já que não gravei no estúdio”. Programação – Estão disponíveis os acústicos de “O Tempo Voou”, do espetáculo da Silva; “Enterrada”, de “Vacas Bravas”, que ganhou um toque especial de Israel Nunes; e “Helena”, da peça com o mesmo nome. O diretor da companhia, Taciano Soares, explica que, por conta da pandemia do novo coronavírus, o Ateliê 23 reorganizou a programação e adaptou todos os projetos da casa para o formato virtual. “É uma forma de manter a proposta e acessar as pessoas, o que teve uma excelente resposta, porque as pessoas lembram dos espetáculos e isso nos dá uma satisfação”, afirma Taciano. “Apesar de termos que abolir o presencial em decorrência da pandemia, estamos conseguindo nos comunicar com nosso público, que é o objetivo principal, e aguardamos para retomar o projeto na sua forma original quando for possível, com segurança e com vacina”. Ateliê 23 – Em sete...

Leia Mais