Bloco na Rua – Ocupações Artísticas
mar31

Bloco na Rua – Ocupações Artísticas

Bloco na Rua #2018 • ocupações artísticas | 31 SAB | 16h20 a 00h | Rua José Clemente, Centro. LIVRE ACESSO 16h20 | Maracatu Pedra Encantada 17h as 18h | Gramophone 18h as 18h20 | DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Fabio Madruga Madruga 18h20 as 19h20 | O tronxo 19h20 as 19h40 | DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Video-doc Fanzines 19h40 as 20h40 | Pororoca Atômica 20h40 as 21h | DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Literatura Marginal 21h | Jam rock (RR) 22h as 22h20| DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Performance 22h20 | Casa de Caba Cenário de Palco: Diego Batista Gama e Keila Serruya Video Instalação | Palco | gif DEUS EM PROCESSO Fotos exposição | Palco | fotos MIL MORTOS | Matheus Belem | Farias Video Mapping| paredão | Marcelo Rosa Lambe-lambe | paredão | Damaiia Performance: Uýra Sodoma (Emerson Munduruku) Apresentação : Maria Moraes e Emerson Munduruku Literatura Marginal | Palco | Rojefferson Moraes Exibição Video-doc Fanzines | Jefferson Pinho Espaço Gastronômico | Espaço Infantil | Rua | Realizaçãode : Casa de Caba, Chá de Papoulas e PIRÃO AM. Evento realizado com Apoio da Secretaria Cultura do Amazonas e Viva...

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Mulheres vão às ruas no 8 de Março em Manaus
mar08

Mulheres vão às ruas no 8 de Março em Manaus

Pela igualdade de gênero e contra a violência, mulheres indígenas, brancas, pretas, cisgênero, lésbicas, transexuais e transgênero irão às ruas neste 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, em defesa dos direitos trabalhistas, à saúde, à segurança e a luta contra as privatizações e retirada dos direitos da previdência, em Manaus. O ato Paralisação Internacional das Mulheres. Perda de Direitos? Eu não aceito! começa às 15 horas com a concentração na Praça da Saudade, no centro da cidade. A partir das 16h, as manifestantes caminham em marcha até o Largo São Sebastião, onde haverá a partir das 18h o show Ouvindo nossas vozes! com as apresentações de grupos de danças: Circular do Espaço Feminista Uri Hi, Maracatu Baque Mulher Manaus, Mara Pacheco, Cia de Dança Uatê e Kirar (Dança conosco); de música com Kamylla Vitória, Catarina; performance da atriz Maria Moraes; poesia com Mulheres In Rima feat Rebeca, Carol Calderaro e Roselayne Castro; além do show de Melany Marinho. O ato Paralisação Internacional das Mulheres. Perda de Direitos? Eu não aceito! é organizado por movimentos sociais, fóruns, ativistas, organizações sindicais e coletivos feministas do Amazonas. Foi de movimentos assim que as mulheres conquistaram no Brasil o direito ao voto em 1934. Com o período da Ditadura Militar, de 1964 a 1985, as mulheres começaram a se organizar em grupos de discussão sobre a questão da mulher. Em 1978, aconteceu o primeiro Congresso da Mulher Metalúrgica, em São Paulo. Elas intensificam a luta por creches, direitos trabalhistas, salários iguais ao dos homens, serviços de atendimento (educação, saúde e vítimas de violência) e pela divisão do trabalho doméstico. Em 1985, surge a primeira Delegacia da Mulher em São Paulo. Já no Amazonas, a delegacia foi inaugurada em 1987. Só em 2006 é que o governo federal sancionada a Lei Maria da Penha (Lei 11. 340) para combater à violência doméstica contra a mulher no Brasil. A norma estabeleceu que a violência doméstica –física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral– é crime.  Clique aqui e confirme presença no evento! Em coletiva realizada nesta terça-feira (6) com as coordenadoras da manifestação na Galeria do Largo, em Manaus, Luzarina Varela da Silva, ex-metalúrgica e uma das fundadoras do Fórum Permanente das Mulheres de Manaus, contou como participou do primeiro ato em que as mulheres da capital amazonense foram às ruas para reivindicar os direitos e lutar contra a violência, em 1985. “Aqui no Amazonas temos alguns marcos históricos, na categoria dos metalúrgicos, da construção civil, conseguimos conquistar a estabilidade da gestante, que hoje para quem não sabe, não é nada, não é muita coisa, mas na época, na década de 70 e 80, principalmente as operárias do comércio e da indústria, elas entravam na fábrica e quando engravidavam,...

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Tá Boa Bonita! Bloco Cultura LGBT+
fev22

Tá Boa Bonita! Bloco Cultura LGBT+

Tá Boa Bonita é o nome do bloco Cultura LGBT que será no dia 03 de março, a partir das 14h em frente ao Les Artistes Café-Teatro, localizado na avenida Sete de Setembro, Centro. O evento tem a entrada gratuita e vai até 23h. A programação conta com apresentação de Maria Moraes e Emerson Munduruku com performance artistica. Shows da cantora Elisa Maia e banda, Rodrigo Baroque e banda. Dupla de MC's revelação manauara Lary Go & Strela.  Continua lendo e confira todo mundo que está na realização do evento! DJS Luana Aleixo Ademar Marinho MERM.ADE Marcelo Nobre Rhanna Evans Alana Zuany PERFORMANCE AUDIOVISUAL Projeto Aram VÍDEO INSTALAÇÃO AQUI - Keila Serruya EXPOSIÇÃO Paulo Mendes MAPPING Rodrigo Duarte PERFORMANCE Efêmera - Fran Martins RODAS DE CONVERSA - Vida de Transexuais Importa - ASSOTRAM - LGBTFOBIA - Marília Freire - Direitos Humanos - Tiana Amiles - Saúde Lésbica - Assistente Social Keth Prestes - Políticas Públicas LGBT+ - Gabriel Mota - Conselheiro Municipal da Juventude LGBT e gerente Manifesta LGBT+ - Processos Criativos para Emancipação Feminina - Michelle Andrews - Coletivo Difusão - Saúde Trans - John Elton Santos - Presidente Associação Amazonense de Saúde Mental e Psicólogo no Coletivo O Gênero - PEP e PrEP - Raphael Rodrigues - Responsável técnico pela PEP e PrEP - Coordenação Estadual de IST/AIDS/HV do Amazonas. APOIO Secretaria Cultura do Amazonas Tá Boa Bonita Bloco Cultura LGBT+ ASSOTRAM Penélope's Drive Coletivo Difusão Miga,Sua Lôca Festival Cultura LGBT CPA - Centro Popular do Audiovisual Naty Veiga Sonora Music Manifesta LGBT+ Vdr...

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Abrigo
fev09

Abrigo

Entramos no carro depois da festa e ela achou que o breve caminho até a minha casa era o divã que precisava pra me contar da sua vida. Ela tinha acabado de me conhecer, não trocamos mais que algumas palavras entre a música pop e funk que eu e a amada dela dançávamos entre cervejas. Eu tava acostumada com isso, com pessoas se abrindo pra mim, sendo que muitas vezes éramos completos estranhos um ao outro. E eu tentava ser o abrigo seguro onde elas podiam fazer isso. Eu sempre tentei ser o que os outros precisavam e não encontravam por aí. Sempre fui o que eu queria que fossem pra mim, esperando que algum dia alguém também o fizesse. E ela me narrou toda a trajetória, até aquela noite. Me contou dos sentimentos por aquela sentada no banco do passageiro ao seu lado e por quem veio antes dela. Eu entendia tudo. Meu silêncio era confortável como um abraço. Eu entendia tudo e pra piorar, estava na mesma situação. O sofrimento dela era o meu. E parecia atuação se reconhecer nas palavras do outro mas manter distância o suficiente pra não chorar no ombro e chamar pra mesa de bar. Eu mal consegui me esconder quando ela disse que "Não ser correspondido... Dói..." de um jeito que essas três letras tiveram a duração de dez. Com um pesar no tom que fez meu coração murchar dentro do peito. -É foda. -eu deixei escapar -É foda!" -ela repetiu quase como um aperto de mão Engoli as lágrimas que beiraram meus olhos. Questionei as divindades que me fizeram assim, com tanto pra dar, mas só querendo dar pra quem não tinha qualquer interesse em receber. Me despedi das duas e só um resto de mim se arrastou até em casa, se jogou na cama e se embalou em promessas piores que resoluções de ano novo, pior que a dieta que vai começar na segunda-feira. Eu não vou mais amar. Gotas de sal na minha boca. Minha alma se despedindo de mim na...

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Conheça o Keloide no DaVárzea das Artes
jan06

Conheça o Keloide no DaVárzea das Artes

Keloide vem do nome biológico Queloide, uma cicatriz protuberante avermelhada e que geralmente incomoda por ser esteticamente indesejável. O evento de estreia será hoje, a partir das 21h no espaço cultural DaVárzea das Artes, no Parque Dez, em Manaus. O nome Keloide dá vez a um projeto que surge com a ideia de problematizar, trazendo na bandeira o diferencial de oferecer mais conteúdo cobrando menos. Daí surgiu o conceito do Coletivo Keloidal formado por Rômulo Paixão, Amanda Zuany e Matheus Mady. De acordo com Rômulo, incluir minorias é uma das propostas "É uma desconstrução! Uma analogia com a resistência às opressões e ao que é colocado como feio e indesejável diante de uma cidade que ainda encontramos um muro conservador de festas branco-normativas", explicou o organizador que também garante uma nova pegada urbana modernizada. O som da festa seguirá das vertentes da música eletrônica, onde podemos encontrar o estilo conhecido como techno industrial que prima pela utilização de ruídos, sons inesperados e estruturas antimelódicas (uso de fontes não-musicais, como sintetizadores e guitarras distorcidas, timbres metálicos, ruídos plásticos, sons de sucatas entre outros sons tirados de instrumentos "não-convencionais"). Junto com ele também entram o Dharma o som noise/synth de Moga. Continue lendo para saber mais sobre a programação.  A ligação cultural com essa atividade é exclusivamente underground e vanguardista, sendo valorizados elementos da arte moderna como abstracionismo, dadaísmo e surrealismo, além de uma mentalidade contracultural. O que rolar na pista ficará por conta de Dj sets e além disso também haverá a divulgação de trabalhos autorais de artistas locais como o projeto ARAM que é um duo eletrônico experimental. Ainda na trilha sonora tem o minimal techno Funkadona, ainda no comando do som MADY , também na pegada industrial/techno TVYRUS performances de MAWÚ E UÝRA SODOMA, um trabalho audiovisual de Ellen Alencar que foi produzido especialmente para o evento, exposições do artista Francisco Ricardo e um Live Painting que em tradução livre significa Pintando ao vivo, pela artista Nadja Kristhina do Coletivo Golden Girls de Manaus.  " É muito importante também o espaço das mulheres no nosso evento, desde a responsável do espaço, até segurança, dj's, artistas... é um espaço sem preconceitos, homofobia, racismo, machismo, etc". (Rômulo Paixão, um dos fundadores do Coletivo Keloidal). O projeto Coletivo Keloidal, sendo novo, despretensioso nesse diferencial de desconstrução iniciou bem tímido. Porém para surpresa de Rômulo, ao apresentarem a proposta ganhou o apoio de alguns artistas que se identificaram com a ideia. Este primeiro momento, a dedicação está focada no ativismo do coletivo Keloide, futuramente não descarta a possibilidade de novos eventos ligados ao mesmo. Esperamos que o público, que já tem se portado bem interessado nas redes sociais...

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Travestis e transexuais sofrem preconceito e constrangimentos por usarem o nome de registro
ago29

Travestis e transexuais sofrem preconceito e constrangimentos por usarem o nome de registro

O defensor público titular da Defensoria Especializada na Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Roger Moreira, afirmou que o preconceito e o constrangimento são as principais queixas de travestis e transexuais que mantêm em seus registros civis o nome identificado com o gênero masculino. A afirmação foi feita durante audiência pública que discutiu a alteração do registro civil sem necessidade de cirurgia de mudança de sexo, promovida nesta segunda-feira, 29 de agosto, pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). Segundo Roger Moreira, em conversas com integrantes do movimento LGBT, travestis e transexuais relatam enfrentar preconceito e discriminação principalmente quando acessam serviços públicos. Com aparência física do gênero feminino, há com frequência situações constrangedoras quando tratados pelo nome que consta no registro civil. “É importante trazermos essa discussão e mostrar que há uma preocupação da Defensoria Pública em fazer valer o direito à cidadania e ao tratamento digno. Travestis e transexuais têm dificuldades inclusive de denunciar qualquer tipo de preconceito, pois quando chegam nas delegacias são, muitas vezes, tratados  com deboche e desrespeito”, destacou Roger Moreira. Para o defensor público, é preciso assegurar a transexuais e travestis o direito de serem reconhecidos com o gênero com o qual se identificam, sem que necessariamente passem pela complexa cirurgia de mudança de sexo. A Defensoria Pública tem recebido demandas de transexuais e travestir para prestar assistência jurídica em ações para alteração no registro civil. Letícia Monteiro Cabete é uma das assistidas da DPE-AM, que aguarda decisão da Justiça sobre ação de alteração de registro civil. Na certidão de nascimento, ela é registrada como Glauber Monteiro Cabete. A ação, elaborada pelo defensor público Marcelo Pinheiro, argumenta que Letícia não se identifica como do gênero masculino e que ela vem, ao longo da sua trajetória de vida, tentando adaptar o seu corpo físico ao seu psicológico. Letícia já usa o nome social amparada pelo Decreto 8227/2016 e agora quer modificar o nome e o gênero no RG e na certidão de nascimento. Fundamentos judiciais – A audiência pública foi realizada pelo TJAM, por meio da 4ª Vara de Família e Sucessões da Comarca de Manaus, com o objetivo de fundamentar futuras decisões do Justiça Estadual relacionadas ao tema. A iniciativa reuniu pesquisadores, militantes do movimento LGBT, religiosos e representantes do Estado e de operadores do Direito. O juiz titular da 4ª Vara de Família e Sucessões da Comarca de Manaus, Luís Cláudio Cabral Chaves, que convocou a audiência pública, decidiu, recentemente, em uma ação de retificação de registro civil, que um transexual pudesse mudar o primeiro nome e a identificação de gênero em sua Certidão de Nascimento podendo, assim, retificar seus documentos. O beneficiado pela...

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