Elas são (+) que o P.O.D.E.R.!
abr19

Elas são (+) que o P.O.D.E.R.!

Programa de Reorientação, Desenvolvimento, Empoderamento e Resultados (PODER) é a proposta de mulheres que buscam autoconhecimento, reflexão sobre paradigmas e o enfrentamento dos desafios lançados no mundo feminino. O II Coaching Day para Mulheres é um evento que tem como propósito o aumento da autoestima e autoconfiança, para que as mulheres descubram o seu poder e consigam chegar aonde sempre sonharam. Não ter tempo para si mesma é uma das principais queixas entre as mulheres nos dias atuais. De fato, não é tão simples lidar com a acelerada rotina que inclui uma grande carga de trabalho, responsabilidades domésticas, relacionamentos pessoais e, para muitas delas, criação dos filhos. Mas a falta de tempo não é o único desafio do mundo feminino. Decisões relacionadas à carreira, às questões financeiras e à satisfação com a vida são algumas preocupações que podem, e devem ser gerenciadas para alcançar o bem-estar. E é nesse processo de autoconhecimento e controle que o Coaching Day para Mulheres ajuda a dominar e superar os problemas. O Grupo "O Poder em Suas Mãos" é uma parceria entre Francilucia Santos (Adm e Coach), Fabíola Pedraça (Psicóloga e coach), Lorena Schmitz (Psicóloga e coach) e Raquel Cunha (Psicóloga e coach), 4 Mulheres com formação em Psicologia, Administração e Coaching, compartilhando conhecimento em diversas áreas, desenvolvendo palestras temáticas, workshops, encontros e oficinas seja para públicos livres e também sob demanda das empresas. De acordo com Fabíola sobre a importância do evento na sociedade em que vivemos. "As mulheres estão expostas a muitos desafios, mas não fomos preparadas para isso e as vezes temos tendência a desistir, deprimir, fraquejar e esse empoderamento feminino por meio do coaching promove não só o autoconhecimento quanto também a quebra de paradigmas, principalmente em casos de decisão", explicou. A estrutura é pensada em um dia de imersão, com a aplicação do P.O.D.E.R - Programa de Orientação, Desenvolvimento, Empoderamento e Resultado. "É assim que vamos cumprir nossa missão de vida, contribuir para a transformação das pessoas, extrair potencialidades e direcionar para a auto realização, isso sim é felicidade, o que todos buscamos afinal de contas", acrescentou Fabíola. A possibilidade de cumprir as obrigações sem deixar de lado o lazer e o bem-estar é real. Depois de auxiliar no diagnóstico de seu estado atual e na identificação de onde se deseja chegar, o Coaching Day para Mulheres trabalha a gestão do tempo e energia a fim de que se consiga a organização necessária para a execução e conclusão de projetos. I Coaching Day O objetivo final de todo esse processo é otimizar a saúde e o desempenho profissional, prezando pela felicidade. Dessa forma, será possível melhorar a qualidade...

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O congresso da livre vontade de amar
set16

O congresso da livre vontade de amar

Declaro aberto hoje o congresso da livre vontade de amar. Com o propósito de tornar os homens mais livres e belos com seus longos cabelos ao vento e um sorriso apaixonado. Declaro o direito de amar à todos, e ainda serem recompensados por isso. (Todo amor deve ser correspondido). Declaro aberta a instância de que todas as mães tem o livre direito regido por lei (a lei do amor), de beijar seus filhos em público na porta das escolas e não serem reprimidas por isso. Declaro como lei universal que todo bêbado deve ter como direito (mediante um aviso prévio) um ouvinte para suas inúmeras estórias e piadas e juntos possam trocar risadas e experiências únicas, com essência de cachaça e cigarro em suas roupas. Esse congresso tem como objetivo principal facilitar o entrelace das mãos tímidas dos casais envergonhados, abrindo assim uma prerrogativa para um beijo apaixonado. Declaro o livre uso de qualquer tipo de substância química (ilícita ou não) para a maior interação dos amigos que há muito tempo não conversam espontaneamente. Declaro o livre direito de fazer o que quiser (mediante apenas a uma condição), que se dê prazer ao outro, que se dê alegria, paz e sobretudo e acima de tudo. Declaro livre o direito de amar. Declaro hoje, aberta a primeira edição do congresso da livre vontade de...

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O amor mudou e a dona Flor merece pensão!
ago21

O amor mudou e a dona Flor merece pensão!

Eu posso estar sendo muito otimista mas eu acredito que as relações amorosas tenham subido de nível. O lance de dizer que casamento é uma instituição falida é intriga de mal amado, alías, pouco amado. A união das pessoas veio com força, não só pela exacerbação do noivado, mas também na pluralização das relações. Vejo que ainda falta um equilíbrio entre o amor, gente que nasce, cresce, transa, trai, goza dentro, se reproduz e não consegue sentir o gosto do amor. Ao mesmo tempo, propostas de vida a três, quatro na liberdade de um poliamor. Ué, mas porque esse assunto? Em meio a tanto discurso de ódio, manchetes de jornais cada vez mais absurdas, o direito á exposição a qualquer custo e a prática do amor livre tem sido cada vez mais frequente. E não é uma coisa de circo dos horrores, é prático, usual e comum. Sem se preocupar com a repercussão da velha fuxiqueira da rua. Quem são eles? Como vivem? O que comem? Ganham especulações das mais diversas e até conceitos negativados a favor da vida de solteiro. Ingenuidade. Eu prefiro acreditar nesse amor ‘libertino’ do que no casamento de fachada, dos interesses por negócios e na busca incansável de uma herança genética ou financeira. Cada um se ilude com o que pode. Tô muito longe de levar a vida com um discurso feminista, mas está claro que muitas mulheres cansaram de ser saco de pancadas dos homens e optaram em ter uma relação diferente, seja com outra mulher ou com outro casal. Um amor a três ou três amores a um? Quando se trata de escolha, dedicação, liberdade e porque não empoderamento? Rá, essa palavra tá demais! Talvez o faro seja diferente, mesmo já tendo visto casais homossexuais que se estapeiam pra valer, na aceitação de uma igualdade. Ignoraram o pé da letra o “Vale Tudo” do Tim Maia. Esses amores são como entorpecentes, passam depois de algumas horas e não perdem a oportunidade de extrapolar a consideração.  ...

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3 enormes (maiores) problemas de quem vai casar!
ago18

3 enormes (maiores) problemas de quem vai casar!

Daí você é pedida em casamento, fica toda feliz, empolgada e resolve fazer uma festa. Tá tudo lindo... Até você começar de fato a planejar a festa. Brevemente vou contar a minha história como noiva, e resumir em 3 problemas (que eu achei os maiores), daí você pensa melhor. Não sei se te falaram, mas, ao contrário do que você pensa, você NÃO vai conseguir chamar todo mundo que gosta. Desista. (A não ser que você seja rica, que não foi meu caso).  LISTA DE CONVIDADOS. Lá está você, pequena gafanhota, com seu gafanhoto ao lado, fazendo a lista de pessoas importantes que você queria chamar. Tá tudo certo, até... alguma SOGRA aparecer. Independente de quem seja a mãe (noivo ou noiva) elas VÃO querer adicionar o amigo do tio do papagaio. Pensa que é só a família é? Nananinanão. Se você tiver umas amigas (porque amigo homem dificilmente se importa se um ou outro vão) um pouco chatinhas, elas vão interferir também. É... Fica você e seu noivo com cara de bobo com tanta coisa que acontece. "Por que você chamou fulana? E a beltrana é tão sua amiga assim? É verdade que você não vai chamar a mariquinha?". Depois do casamento, muitas pessoas não vão falar com você por um tempo (as que não foram convidadas). Todo mundo se acha no direito de ser convidado e o mais íntimo do mundo. Não se preocupe. Chame realmente quem você acha que tem a ver com a sua vida e com a sua história. 02. GRANA Depois que você conseguir (finalmente) terminar a lista, tudo o que você vai planejar vai ser voltado pra quantidade de pessoas que você escolheu chamar. 100, 200, 300, 400... A sua festa depende disso; o lugar, as comidas, as lembranças, convites, senhas, igreja. Tudo vai depender da quantidade de pessoas que você listou. A grana entra nisso. Existem pacotes de festa que incluem tudo, mas eles normalmente fecham o mínimo de 100. Pode até parecer muito agora, mas quando você vai listando, você percebe o quanto 100 - pra você e seu noivo - é um número pequeno. Tenha SEMPRE dinheiro a mais. BEM A MAIS. Pois, por mais que você se organize, sempre aparece algo a mais na hora X, Y, Z... Grana é algo que deve ser bem planejado. Se for possível, tentem terminar a festa sem ter nada a pagar depois dela. 03: FIGURINO Meu Deus! COMO É DIFÍCIL ESCOLHER O VESTIDO DE NOIVA? É... Você acha que é a pessoa mais decidida do mundo até esse momento. Você pensa em mil modelos, mil formas, pensa até se vai ser...

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A puta que eu amo
ago07

A puta que eu amo

Me sinto obrigada a dizer que hoje me apaixonei de novo. Pela décima quinta vez essa semana. Trágico seria se não fosse pela mesma mulher. Ela é engraçada e sempre usa roupas menores do que seu estômago saltado. Fala pouco. Quase muda. Porém gosto quando ela conversa comigo usando as mãos. Gesticula muito bem. Sorri ás vezes. Suponho que seja para que eu volte a décima sexta vez. Ela não presta. Eu também não. É por isso que me faço acreditar que nascemos uma pra outra. A primeira vez que a vi não prestei muita atenção em seus detalhes. Só me recordo que usava os cabelos soltos – e sujos – como se estivesse escondendo a insanidade que carregava no olhar. Suas coxas grossas roçavam uma na outra, se pudessem sonorizar, com certeza aquele par de pernas seria capaz de produzi música melhor que Chopin. Suas unhas estavam borradas. Acho que ela anda muito ocupada para se preocupar com esses míseros detalhes. Gosto dela mesmo assim. A segunda vez que a vi foi engraçado. As mulheres que estavam do seu lado já não me faziam mais ficar em dúvida. A única certeza que eu tinha era ela. Como toda mulher, tinha burocracia. Passava por um homem e o entregava resquícios de dinheiro. O dinheiro fazia com que ele me desse uma chave. A chave do coração daquela mulher. Eu sabia que ela era minha. Quando ela abria as pernas sentia que ali era o meu lugar. Eu o fazia. Entrava e saía. Ela não esboçava nenhuma reação. E quando o nosso amor chegava ao fim, ela se vestia. Não mais de cinta-liga. Agora era um roupão. Lavava o meu portal da serenidade, voltava pra fila, colocava o cabelo na cara, fingia que sorria. Eu a deixava ali, pois sabia que meu dinheiro não dava para comprar aquela mulher todos os dias. Mas, eu voltaria, a visitaria. Aquela prostituta, é o amor da minha...

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Vida em cárcere
maio22

Vida em cárcere

Sem trabalho, sem mulher, sem contas para pagar. Sergio corria atrás do pão e beque de cada dia com a tranquilidade de quem busca folhas nas florestas.  Não que sua vida fosse essa completa mansidão. Assim parece ao julgo apressado dos fariseus. A primeira grande tragédia na vida de Sergio marcou  sua memória para sempre.  Inocente como toda criança de seis anos, ele brincava com os amigos  correndo entre os becos e ruas do Alvorada quando caiu no meio de um lixão. Ao se levantar percebeu que todas as suas vísceras estavam emergindo de um corte profundo que rasgou sua barriga de uma ponta a outra. Por sorte ou destino Sergio não morreu. Em estado de choque segurou suas tripas por impulso. Gritou por socorro. Tentou esticar uma mão para acenar a alguém. Quase suas tripas caíram no chão. Sem que pudesse perceber uma mulher toda vestida de branco ( “um anjo em minha vida”) nas palavras de Sergio -  “Apareceu com uma toalha e me enrolou todinho. Ela me acalmou e logo depois eu desfaleci”, acordou dias depois do pós-operatória. - Era uma enfermeira que me viu da janela e correu para me socorrer. Se não fosse ela  estaria morto! Cresceu magrinho e malandro. Foi servido durante os primeiros anos da infância dia e noite. Quando resolveu pular da cama novamente para enfrentar as ruas  seis ou sete anos depois, conheceu a Maryjane, o tráfico, os ladrões e mão pesada do Estado que surgia em carros importados carregando jumentos e cavalos fardados. Foi neste ecossistema que ele sobreviveu por mais quinze anos, até que este que vos escreve viesse conhecer o tal magricela highlander. No cerne de uma típica família latino-americana mal ajambrada só mesmo o laço e o amor de mãe para dar sustento a algum vislumbre de civilidade e amor. Porém as brigas constantes, a malandragem das ruas e o crescente desempenho no ramo, criaram uma barreia entre mãe e filho que só era superada quando Sergio era preso ou figurava entre os suspeitos de algum crime sério. Nem sei se a mãe dele algum dia teve que ir verificar algum corpo no IML suspeitando encontrá-lo.  Como ele e sua mãe, milhares, milhões! Sergio cresceu sabendo da fragilidade da vida. Que ela poderia lhe escapar em um segundo. Deste modo estava sempre agitado, com o espirito inquieto. Narrando suas aventuras e desventuras pelas noites em boca de fumo, fugindo da polícia, roubando varal. Sua alegria era arrumar uma bike ou um skate, assim poderia ir mais longe,  além de  ter a possibilidade de trocá-los por droga, dinheiro ou videogame  no caso de algum aperto mais severo. Formado no submundo...

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