2° Feirão de Quadrinhos será neste sábado (26)
maio24

2° Feirão de Quadrinhos será neste sábado (26)

Os quadrinhos inspiram todas as artes, os amantes e colecionadores de artigos da cultura pop são de todas as idades, convido a todos a prestigiarem o 2° Feirão de Quadrinhos que será a partir das 12h, deste sábado (26), no Instituto de Educação Boas Novas. A entrada é gratuita, o Instituto fica na avenida André Araújo, 1188, Aleixo, em frente à Cidade da Criança. Os ilustradores e desenhistas dos principais estúdios de Manaus estarão disponíveis para demonstração e apresentação de seus trabalhos. Palestras sobre o universo das HQs, oficinas interativas de desenho e mais de 30 expositores na área de artesanato, artigos de decoração, action figures e gastronomia.  ...

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MACONHA: O que você tem curiosidade de saber mas nunca teve coragem de perguntar
abr20

MACONHA: O que você tem curiosidade de saber mas nunca teve coragem de perguntar

Quem tem seda? On Jack Tall Back? Negativo. Em homenagem ao 20/4, aí vai um questionário de perguntas frequentes que os usuários da erva sempre precisam responder (nem sempre com tanta franqueza). Longe de mim fazer algum tipo de apologia ao uso, mas de fato, é que 20 de Abril de 2018, esse assunto precisa ser melhor difundido e quem sabe debatido nas rodas de conversas por aí! Porque consumir maconha? Acredito que esta seja a pergunta mais subjetiva do questionário, ela abre a série de perguntas justamente para evitar a polêmica que foi tão massificada de que a erva era a porta de entrada para outras drogas. Quando na verdade deveria ser uma escolha voluntária como beber refrigerante ou comer carne vermelha. O uso medicinal ou recreativo ainda divergem nas opções de consumo, é por isso que o Estado não deveria interferir nisso. O estimado livre-arbítrio deveria ser fator principal de decisão. Meu corpo, minhas regras. A opção de fumar se tornou mais popular, fazendo com que pessoas que odeiam cigarros, charutos ou tabaco em geral, abrir mão e fazer o uso assim mesmo. Qual o principal efeito?   Maconha é o nome popular de uma planta chamada Cannabis, dentro de tantas variações algumas delas possuem ações diferentes no corpo. Além do formato, ‘Sativa’ ou ‘Indica’ cada uma tem uma concentração especial, por exemplo: a sativa otimiza do humor e desperta uma vontade de encarar a vida com mais tranquilidade. Expressão de sentimentos e até potencializa alguns. Como num dia triste, em que pode sim dar uma experiência mais reflexiva. Já a Indica tem o poder mais relaxativo, (In couch / no sofá), praticamente um presente pro corpo após uma longa jornada de trabalho e até meio analgésico. Quanto tempo fica no corpo? Consumir o THC (TetraHidro Canabinol - principio ativo que dá o barato) pode variar para chegar ou ir embora. Seguindo os padrões tradicionais como fumar um baseado, o efeito dura em média duas horas, tem gente que consegue sentir até 8 horas depois do consumo. Se for fazer um exame toxicológico pode ficar alguns dias. Em caso de ingestão na comida, pode ser até mais rápido.  Capsulas, chás, óleos, foram desenvolvidos para uso medicinal em tratamento de doenças como mal de Parkinson, Alzheimer, anorexia, glaucoma e outras que comprometem o sistema psicomotor no corpo.  Qual o risco de dependência? Moderado. A predisposição em dependência química pode incentivar o cidadão a querer consumir muito, mas geralmente, a dependência é física. Você gosta, você usa. Conheço pessoas que por opção abriram mão por meses e até anos sem nenhum dano físico. A máxima que dizem “paro quando quiser”...

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Bloco na Rua – Ocupações Artísticas
mar31

Bloco na Rua – Ocupações Artísticas

Bloco na Rua #2018 • ocupações artísticas | 31 SAB | 16h20 a 00h | Rua José Clemente, Centro. LIVRE ACESSO 16h20 | Maracatu Pedra Encantada 17h as 18h | Gramophone 18h as 18h20 | DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Fabio Madruga Madruga 18h20 as 19h20 | O tronxo 19h20 as 19h40 | DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Video-doc Fanzines 19h40 as 20h40 | Pororoca Atômica 20h40 as 21h | DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Literatura Marginal 21h | Jam rock (RR) 22h as 22h20| DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Performance 22h20 | Casa de Caba Cenário de Palco: Diego Batista Gama e Keila Serruya Video Instalação | Palco | gif DEUS EM PROCESSO Fotos exposição | Palco | fotos MIL MORTOS | Matheus Belem | Farias Video Mapping| paredão | Marcelo Rosa Lambe-lambe | paredão | Damaiia Performance: Uýra Sodoma (Emerson Munduruku) Apresentação : Maria Moraes e Emerson Munduruku Literatura Marginal | Palco | Rojefferson Moraes Exibição Video-doc Fanzines | Jefferson Pinho Espaço Gastronômico | Espaço Infantil | Rua | Realizaçãode : Casa de Caba, Chá de Papoulas e PIRÃO AM. Evento realizado com Apoio da Secretaria Cultura do Amazonas e Viva...

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Mulheres vão às ruas no 8 de Março em Manaus
mar08

Mulheres vão às ruas no 8 de Março em Manaus

Pela igualdade de gênero e contra a violência, mulheres indígenas, brancas, pretas, cisgênero, lésbicas, transexuais e transgênero irão às ruas neste 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, em defesa dos direitos trabalhistas, à saúde, à segurança e a luta contra as privatizações e retirada dos direitos da previdência, em Manaus. O ato Paralisação Internacional das Mulheres. Perda de Direitos? Eu não aceito! começa às 15 horas com a concentração na Praça da Saudade, no centro da cidade. A partir das 16h, as manifestantes caminham em marcha até o Largo São Sebastião, onde haverá a partir das 18h o show Ouvindo nossas vozes! com as apresentações de grupos de danças: Circular do Espaço Feminista Uri Hi, Maracatu Baque Mulher Manaus, Mara Pacheco, Cia de Dança Uatê e Kirar (Dança conosco); de música com Kamylla Vitória, Catarina; performance da atriz Maria Moraes; poesia com Mulheres In Rima feat Rebeca, Carol Calderaro e Roselayne Castro; além do show de Melany Marinho. O ato Paralisação Internacional das Mulheres. Perda de Direitos? Eu não aceito! é organizado por movimentos sociais, fóruns, ativistas, organizações sindicais e coletivos feministas do Amazonas. Foi de movimentos assim que as mulheres conquistaram no Brasil o direito ao voto em 1934. Com o período da Ditadura Militar, de 1964 a 1985, as mulheres começaram a se organizar em grupos de discussão sobre a questão da mulher. Em 1978, aconteceu o primeiro Congresso da Mulher Metalúrgica, em São Paulo. Elas intensificam a luta por creches, direitos trabalhistas, salários iguais ao dos homens, serviços de atendimento (educação, saúde e vítimas de violência) e pela divisão do trabalho doméstico. Em 1985, surge a primeira Delegacia da Mulher em São Paulo. Já no Amazonas, a delegacia foi inaugurada em 1987. Só em 2006 é que o governo federal sancionada a Lei Maria da Penha (Lei 11. 340) para combater à violência doméstica contra a mulher no Brasil. A norma estabeleceu que a violência doméstica –física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral– é crime.  Clique aqui e confirme presença no evento! Em coletiva realizada nesta terça-feira (6) com as coordenadoras da manifestação na Galeria do Largo, em Manaus, Luzarina Varela da Silva, ex-metalúrgica e uma das fundadoras do Fórum Permanente das Mulheres de Manaus, contou como participou do primeiro ato em que as mulheres da capital amazonense foram às ruas para reivindicar os direitos e lutar contra a violência, em 1985. “Aqui no Amazonas temos alguns marcos históricos, na categoria dos metalúrgicos, da construção civil, conseguimos conquistar a estabilidade da gestante, que hoje para quem não sabe, não é nada, não é muita coisa, mas na época, na década de 70 e 80, principalmente as operárias do comércio e da indústria, elas entravam na fábrica e quando engravidavam,...

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Tá Boa Bonita! Bloco Cultura LGBT+
fev22

Tá Boa Bonita! Bloco Cultura LGBT+

Tá Boa Bonita é o nome do bloco Cultura LGBT que será no dia 03 de março, a partir das 14h em frente ao Les Artistes Café-Teatro, localizado na avenida Sete de Setembro, Centro. O evento tem a entrada gratuita e vai até 23h. A programação conta com apresentação de Maria Moraes e Emerson Munduruku com performance artistica. Shows da cantora Elisa Maia e banda, Rodrigo Baroque e banda. Dupla de MC's revelação manauara Lary Go & Strela.  Continua lendo e confira todo mundo que está na realização do evento! DJS Luana Aleixo Ademar Marinho MERM.ADE Marcelo Nobre Rhanna Evans Alana Zuany PERFORMANCE AUDIOVISUAL Projeto Aram VÍDEO INSTALAÇÃO AQUI - Keila Serruya EXPOSIÇÃO Paulo Mendes MAPPING Rodrigo Duarte PERFORMANCE Efêmera - Fran Martins RODAS DE CONVERSA - Vida de Transexuais Importa - ASSOTRAM - LGBTFOBIA - Marília Freire - Direitos Humanos - Tiana Amiles - Saúde Lésbica - Assistente Social Keth Prestes - Políticas Públicas LGBT+ - Gabriel Mota - Conselheiro Municipal da Juventude LGBT e gerente Manifesta LGBT+ - Processos Criativos para Emancipação Feminina - Michelle Andrews - Coletivo Difusão - Saúde Trans - John Elton Santos - Presidente Associação Amazonense de Saúde Mental e Psicólogo no Coletivo O Gênero - PEP e PrEP - Raphael Rodrigues - Responsável técnico pela PEP e PrEP - Coordenação Estadual de IST/AIDS/HV do Amazonas. APOIO Secretaria Cultura do Amazonas Tá Boa Bonita Bloco Cultura LGBT+ ASSOTRAM Penélope's Drive Coletivo Difusão Miga,Sua Lôca Festival Cultura LGBT CPA - Centro Popular do Audiovisual Naty Veiga Sonora Music Manifesta LGBT+ Vdr...

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Abrigo
fev09

Abrigo

Entramos no carro depois da festa e ela achou que o breve caminho até a minha casa era o divã que precisava pra me contar da sua vida. Ela tinha acabado de me conhecer, não trocamos mais que algumas palavras entre a música pop e funk que eu e a amada dela dançávamos entre cervejas. Eu tava acostumada com isso, com pessoas se abrindo pra mim, sendo que muitas vezes éramos completos estranhos um ao outro. E eu tentava ser o abrigo seguro onde elas podiam fazer isso. Eu sempre tentei ser o que os outros precisavam e não encontravam por aí. Sempre fui o que eu queria que fossem pra mim, esperando que algum dia alguém também o fizesse. E ela me narrou toda a trajetória, até aquela noite. Me contou dos sentimentos por aquela sentada no banco do passageiro ao seu lado e por quem veio antes dela. Eu entendia tudo. Meu silêncio era confortável como um abraço. Eu entendia tudo e pra piorar, estava na mesma situação. O sofrimento dela era o meu. E parecia atuação se reconhecer nas palavras do outro mas manter distância o suficiente pra não chorar no ombro e chamar pra mesa de bar. Eu mal consegui me esconder quando ela disse que "Não ser correspondido... Dói..." de um jeito que essas três letras tiveram a duração de dez. Com um pesar no tom que fez meu coração murchar dentro do peito. -É foda. -eu deixei escapar -É foda!" -ela repetiu quase como um aperto de mão Engoli as lágrimas que beiraram meus olhos. Questionei as divindades que me fizeram assim, com tanto pra dar, mas só querendo dar pra quem não tinha qualquer interesse em receber. Me despedi das duas e só um resto de mim se arrastou até em casa, se jogou na cama e se embalou em promessas piores que resoluções de ano novo, pior que a dieta que vai começar na segunda-feira. Eu não vou mais amar. Gotas de sal na minha boca. Minha alma se despedindo de mim na...

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