Chico Cajú estreia projeto Música de Quintal
nov18

Chico Cajú estreia projeto Música de Quintal

Assim como o quintal de Ciata fertilizou o samba é no quintal de todos os cantos que a música brasileira á cultivada. No próximo dia 23 de novembro, das 16h às 22h, haverá a inauguração do Música de Quintal, com o mestre do saxofone Chico Caju. O Música de Quintal pretende realizar 12 registros audiovisuais de músicos amazonenses contando sua própria história. “A geração de músicos da leva de Teixeira de Manaus, Chico Cajú, Magalhães e Oséias da Guitarra, André do Amazonas, caiu no esquecimento geral o que expressa a desvalorização cultural da cidade de Manaus”, diz o professor do curso de Música Bernardo Mesquita, coordenador do projeto que está localizado na rua Rottary, 44A, Centro. As apresentações são mensais e reúne artistas de diferentes gerações para mostrar sua atual produção para um público de hoje. A iniciativa foi construída coletivamente e pode ser considerado o resultado do trabalho técnico-artístico realizado por oito profissionais de diversas áreas, indo da música, grafitti e gastronomia. O quintal é um ambiente de sonoridades, histórias e memórias compartilhadas. O encontro de enredos de vida e afetos formam em festa o conhecimento daqueles que ali estão reunidos e se permitem viver este acontecimento micro-social. “Essa geração é diferenciada porque expressa a transformação do Brasil rural ao urbano, a expansão capitalista na Amazônia pode ser observada a partir da modernização musical posta em prática por estes músicos amazonenses”, afirma o professor. O Música de Quintal é aberto aos alunos e professores da rede pública do estado e município e faz parte das ações do projeto de produtividade da Universidade do Estado do Amazonas, UEA. Interessados em participar podem entrar em contato pelo telefone...

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Aury Lenno: Banda Kohva
nov15

Aury Lenno: Banda Kohva

Ultimamente tem se falado bastante em Resistência e acabam esquecendo do que está na essência da palavra: Existência. Uma nova leitura sobre a colonização e os primeiros povos habitantes dessa terra é a proposta da banda parintinense Kohva. A Ilha Tupinambarana já é famosa por exportar artistas de diversas áreas e com as mais profundas inspirações. Desta vez, reuniu um quarteto inusitado num projeto de Thrash Metal Crossover Indígena. Quem conta melhor sobre esse foco na valorização étnica originária é o compositor e vocalista Aury Lenno. Além de Aury que também toca flauta, a banda é formada por Ademar Machado (bateria), Luciano Ribeiro (contrabaixo) e João Victor (guitarra). Com dois anos de formação, todos ajudam nas composições. A Kohva já tocou em Parintins, Maués, Nhamundá e Boa Vista dos Ramos. Iniciei o meu texto falando sobre a resistência, é bem a pegada de vocês não é? Vocês produziram o próprio material? Sim. Produzimos no Victor Edition o primeiro álbum: “Balas e Flechas”. Agora, estamos na terceira música do segundo, com muitos rascunhos de músicas e letras! Rifs etc! Somos 100% autoral. Vocês tem a causa indígena como principal tema de atuação. Vocês fazem parte de alguma tribo? Estamos geograficamente ligados aos povos Satere Maué, sabemos um pouco da história de resistência desse povo! Mas defendemos a cultura originária, seus valores, costumes como um todo! Cremos que a palavra não seria exatamente usar e sim, defender! Defendemos nosso chão, nosso meio, a cultura indígena. É a cultura que preza a preservação, pensamos que todos tem que aprender a cultura de preservar para garantir um futuro! E também falamos muito do contexto histórico que culminou o que somos, o processo de colonização, o estupro da matria originária pelo patriarcado europeu que a violou e roubou para apelidar depois de Brasil! Qual a real intenção de relacionar o som à causa indígena? Temos a intenção única de levar um alerta. Mostrar aos descendentes dos povos que temos que dar valor no que é nosso! Para não perdermos mais o que ainda resta! Kohva é um buraco para o que está morto, mas também para pôr uma semente para nascer uma nova vida! E a consciência de quem somos nós temos que manter viva! Esses são indígenas Karitianas do projeto chamado Sonora Brasil! Que valoriza as músicas indígenas e seus valores! Fomos nesse evento prestigiar a atitude deles e trocar ideias sobre o nosso som! Muita gente já conhece os talentos do boi-bumbá mas o que pouca gente conhece como funciona a cena rock e metal em Parintins? Rsrs! Cena aqui! A definição de cena seria algo como um movimento onde haveriam bandas...

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Festival “Um ato de amor” reúne artistas neste Domingo em prol de pacientes com Câncer em Manaus
ago21

Festival “Um ato de amor” reúne artistas neste Domingo em prol de pacientes com Câncer em Manaus

Ajudar ao próximo, promover a conscientização acerca da prevenção do câncer e mostrar que a música também tem responsabilidade social, esses são os principais objetos do festival de artes integradas "Um ato de amor" que será realizado no próximo domingo, dia 25 de agosto, a partir das 16h, no Morada das Artes localizado na rua Constelação Ustra Maior, número 12, Conjunto Morada do sol com atrações musicais e atividades artísticas diversas, além de palestras com especialistas que atuam na prevenção e combate ao câncer. A programação do evento conta apresentação e animação de Ícaro Pimenta, Oyama Filho e Jaque Santtos e com shows da banda Alaídenegão, o cantor e compositor Nicolas Júnior, grupo Cordão do Marambaia, Banda Flow que se apresentará com a cantora Jaque Santtos, o duo musical Elias Moreira e Aline Fagan, show do cantor Marcos Paulo, performance musical do Dj John Cavalcante e Tiago Silva (Sax) e muitas outras atrações cujos repertórios passeiam por diferentes estilos e influências musicais como carimbó, beiradão, rock, pop, soul, música popular brasileira é muito mais, o evento também recebe a exposição "Ensaio Lírico" da fotógrafa Bárbara Umbra, palestras com o Cirurgião Plástico, doutor Euler Ribeiro Filho sobre Câncer de Mama e apresentação da sua banda,a "Doutor Bactéria", um bate-papo com o Oncologista JeannCarlo Silva sobre como ele atua na luta contra o câncer. Outro grande momento da programação é o desfile de mulheres que resgataram a sua auto-estima após vencerem o câncer e que hoje servem de força e inspiração para outras mulheres que estão em tratamento e que por inúmeros motivos ou situações adversas se sentem deprimidas ou sem motivação para seguir ou buscar ajuda. No desfile, essas mulheres passam a mensagem de que não é nada fácil enfrentar um câncer, seja ele qual for mas que é possível vence-lo com muita fé, determinação, disciplina e claro, com ajuda, preparo e acompanhamento médico. Um leilão solidário de uma obra do artista plástico Cláudio Andrade, cujas pinturas se caracterizam por traços leves e cores vibrantes que enaltecem a fauna e flora amazônica, também está previsto para a tarde do evento. A beleza dos quadros de Andrade lhe deu a fama e hoje, além de Manaus, o pintor tem trabalhos expostos e à venda em galerias de São Paulo e Paris. O artista estava afastado da pintura, há aproximadamente dez meses, devido um impedimento de saúde mas com o intuito de colaborar com a proposta do evento pintou e doou um quadro inédito pintado por ele recentemente, e o cedeu para leilão durante a tarde do festival.  A obra é avaliada no valor de R$10.000,00. A motivação para a realização deste...

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Do Blues ao Punk: Vultos Vicerais
jul26

Do Blues ao Punk: Vultos Vicerais

Cá estou eu de volta ao notebook para apresentar-lhes um novo som. Não tão novo assim, a banda foi formada em 2016 com a proposta de fazer um rock alternativo regional com a sujeira punk com uma pegada blues. Este final de semana o quarteto se apresenta na programação da Virada Sustentável, às 20h, no Palco do Monte das Oliveiras, localizado na rua Guarapuava, 73, bairro Monte das Oliveiras, Zona Norte de Manaus. A Vultos Viscerais é  composta atualmente por quatro integrantes, são eles, Tiago Smokers (vocalista), Caio Cinético (Guitarrista), Ed júnior (Baixista) e Jeff Willer (baterista). Formada em 2016, o vocalista da banda, Tiago Smokers, vindo com uma bagagem musical de peso no cenário do rock manauara por conta da sua antiga banda, Dexter Chapado, resolve dar uma nova roupagem musical já em sua nova banda, com influências claras ao Blues, punk, Tango, Stone Rock, Hard Rock anos 70, RockaBilli, MPB, rock Nacional, reggae, soul music, música psicodélica e influências regionais, a banda decide lançar seu primeiro CD: Vultos Viscerais Volume I. Com mais de 2.000 mil cópias vendidas no cenário manauara, a banda vem fazendo shows em todos os espaços undergrounds em Manaus, difundindo cultura através da música autoral, composta em solo amazonense. A banda Vultos Viscerais traz claramente em suas músicas a subversão do ser humano. Em suas letras, os sentimentos são expostos de uma maneira visceral, mostrando ao seu público que todos nós somos feitos de carne, osso e coração. É nesta pegada que rola a identificação com o público que, aliás, vem crescendo a cada dia, pois nós temos a preocupação de ocupar espaços distintos em todas as zonas da cidade, inclusive nos espaços mais periféricos, oportunizando a possibilidade de mais pessoas conhecerem a visceralidade do nosso som. No primeiro disco, composto por seis faixas, que retratam o convívio e cotidiano social e moral das pessoas, inclusive, sexualmente, resumindo assim os dilemas humanos de uma forma existencialista e empírica, não seguindo necessariamente seguindo um contexto conceitual das questões sociais que abarcam o cotidiano. Pra quem ficou curioso em conferir o som da Vultos Vicerais dá uma olhada no videoclipe que tá no canal no...

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Bloco da Tombação 2019
mar28

Bloco da Tombação 2019

Idealizado e produzido pela DJ e produtora amazonense Naty Veiga, a Miga, Sua Lôca Festival de Cultura e Diversidade, apresenta o Bloco da Tomação 2019. O evento, que tem acesso gratuito, acontece nos dias 30 e 31 de março na Casa das Artes, no Largo de São Sebastião e propõe música, debates e outras interferências. A ideia do evento, totalmente protagonizado por mulheres é ainda engrossar o mês de lembrança de luta das mulheres. Só sábado, 30, a programação inicia  às 15h, com o set da DJ Naty Veiga, especialmente preparado para o evento, destacando uma música feminista, feitas por mulheres do cenário musical brasileiro. E de 17h às 19h acontecem as rodas de conversas com os temas, ‘Feminicídio e Violência contra a mulher: o papel da rede de proteção’, mediada por Marklize Santos e Erika Carmo; ‘Saúde da Mulher - Violência Obstétrica Manaus’, mediado pelo Humaniza Coletivo Feminista; ‘Saúde Mental da Mulher Negra Lésbica’, mediada por Dandara Lorena, do grupo Encrespa Geral - Manaus; e ‘Saúde Mental da Mulher Negra Bissexual’, mediada por Raescla Ribeiro, da Coletiva Banzeiro Feminista’. A DJ Naty Veiga também fecha o sábado com seu set feminista. Já no domingo, a música das mulheres dá o tom do evento, com a participação da cantora Elisa Maia, que apresenta seu novo set voz&notebook, propondo uma experiência mais intensa e íntima com músicas que farão parte de seu próximo álbum; a MC Anna Suav, que apesar de amazonense, atua no cenário musical paraense, onde reside atualmente; a cantora Karen Francis, jovem revelação da música amazonense, que interpretará as músicas de seu EP Acontecer; e a cantora Bel Martine, forte atuante do cenário noturno da música amazonense. Ainda acontecem os sets da DJ Naty Veiga, dessa vez tocando repertório de AfroHouse e Black Music  e a DJ Carolina Blois, tocando Brasilidades, em seu set exclusivo de vinil. No evento também estará a A Uni Manas, que é um projeto que tem como principal objetivo arrecadar absorventes descartáveis para detentas, visto que muitas vezes o Estado não fornece o suficiente. O Bloco da Tombação receberá doações de absorventes nos dois dias. O Bloco da Tomação 2019 é uma realização da Miga, Sua Lôca Festival de Cultura e Diversidade, com apoio de Humaniza Coletivo Feminista, Encrespa Manaus, Coletiva Banzeiro Feminista, Coletivo Difusão, Secretaria de Cultura do Amazonas - SEC-AM, 8M Manaus e Una LGBT Amazonas. PROGRAMAÇÃO RODAS DE CONVERSA - 30 DE MARÇO ( Sábado ) – 15h Abertura e encerramento: Dj Naty Veiga ( Música feminista ) Feminicídio e Violência contra a mulher: o papel da rede de proteção - Marklize Santos e Erika Carmo - 8M -...

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7º Sarau das Manas é neste sábado (30)
mar28

7º Sarau das Manas é neste sábado (30)

O 7º SARAU DAS MANAS fecha o mês de lembrança de luta das mulheres nesse sábado, dia 30, com um dia inteiro de MUTIRÃO DE CUIDADOS DA MULHER, no Instituto de Cidadania e Desenvolvimento Social do Amazonas - ICDSAM. Pela manhã e parte da tarde acontecem atendimento médico e serão oferecidos ainda serviços de massagem, manicure e pedicure, maquiagem, design de sobrancelhas, tatuagem e bodypiercing*. Na parte da tarde, estão previstas apresentações musicais, com as artistas Elisa Maia, Anna Suave, Lary Go & Strela e o grupo Maya, além do microfone que ficará aberto para que as mulheres possam se manifestar, seja lendo poesia, rimando, deixando sua mensagem.  O Sarau das Manas é uma realização da banca Todas São Manas - idealizado a partir do Festival Todas São Manas, pela grafiteira e artista visual Deborah Erê, o grupo é formado por artistas mulheres da cultura hip hop de Manaus/AM, que atuam nas mais diversas linguagens (grafiteiras, MCs, DJs, produtoras, bgirls) com o objetivo de gerar autoestima, visibilidade e desenvolver ações que visam autonomia financeira. E em sua sétima edição, o Sarau das Manas também acontece em parceria com a  Coletiva Branzeiro Feminista, que desde 2012 realiza diversas ações dentro de atuações interseccionais que combatem o machismo, o sexismo, o racismo e a lgbtfobia e toda e qualquer forma de opressão. A Coletiva captanea pela manhã também a roda de conversas ‘Autoestima que liberta’, mediada pela ativista Aline Maionese.  O Sarau das Manas, que já ocupou galeria de artes, praça pública e outros espaços, dessa vez aporta no Instituto de Cidadania e Desenvolvimento Social do Amazonas - ICDSAM, que é uma Organização Não Governamental, sem fins lucrativos, criada na cidade de Manaus, no bairro de Educandos, a partir de iniciativas de um grupo de moradores preocupados com a situação da vulnerabilidade social no bairro e que tem como finalidade promover ações socioeducativas, esportivas e culturais de inclusão social, por meio de diversas parcerias. O Instituto atualmente ocupa o prédio de uma antiga delegacia abandonada, na Rua Macurany, no bairro de Educandos e abriga cerca de cinco família desabrigadas por conta do grande incêndio que aconteceu no bairro no final do ano passado. O evento ainda conta com apoio do Coletivo Difusão e Angel e...

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