No mundo de hoje é possível erradicar fome?
jul25

No mundo de hoje é possível erradicar fome?

Erradicar a fome e a insegurança alimentar, bem como assegurar a agricultura sustentável e a gestão de recursos naturais, são pilares centrais dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e um pré-requisito para a realização de toda a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. A FAO desempenha um papel importante na medição do progresso em direção à sua realização. A evidência mais recente disponível para esses alvos, no entanto, apresenta um quadro sombrio. O mundo não está no caminho certo para atingir a esmagadora maioria das metas de ODS relacionadas à agricultura sustentável, segurança alimentar e nutrição. Quatro anos na Agenda 2030, a regressão é a norma para quase todos os indicadores relacionados, com apenas algumas áreas refletindo algum progresso. O número de pessoas subnutridas no mundo tem crescido desde 2015 e está de volta aos níveis observados em 2010-2011. Em outras palavras, mais de 820 milhões de pessoas ainda estão com fome hoje. Os produtores de alimentos em pequena escala enfrentam desafios desproporcionais no acesso a insumos e serviços e, como resultado, tanto sua renda quanto sua produtividade são sistematicamente menores em comparação com os maiores produtores de alimentos. Cerca de 60% das raças de gado locais estão em risco de extinção nos 70 países que tinham informações sobre o estado de risco, enquanto o estatuto de risco permaneceu desconhecido para dois terços do total das raças locais de gado em todo o mundo. Apesar desta situação, menos de um por cento de um total de  7.760 raças locais de gado no mundo têm material suficiente armazenado permitindo que a raça seja reconstituída em caso de extinção. A conservação de material genético vegetal está um pouco melhor; Nos oceanos, estima-se que um terço do peixe seja sobreexplorado, com a fração mundial de peixes marinhos em níveis biologicamente sustentáveis ​​caindo de 90% em 1974 para 66,9% em 2015. No entanto, cerca de 30% dos países ainda têm um registro baixo ou médio de implementação dos principais instrumentos internacionais que combatem a pesca ilegal, não declarada e não regulamentada, enquanto cerca de 20% dos países têm um registro baixo ou médio de implementação dos principais instrumentos para promover o acesso de pescadores de pequena escala a atividades produtivas, recursos, serviços e mercados. Entre 2000 e 2015, o mundo perdeu uma área de floresta do tamanho de Madagascar, embora a taxa de desmatamento pareça estar diminuindo. Durante o período 2016-2017, os altos preços gerais dos alimentos afetaram mais de um terço dos países em desenvolvimento, um em cada quatro países da África e da Ásia Ocidental, e um em cada cinco países da Ásia Central e do Sul. Muitos desses problemas provavelmente...

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Bloco da Tombação 2019
mar28

Bloco da Tombação 2019

Idealizado e produzido pela DJ e produtora amazonense Naty Veiga, a Miga, Sua Lôca Festival de Cultura e Diversidade, apresenta o Bloco da Tomação 2019. O evento, que tem acesso gratuito, acontece nos dias 30 e 31 de março na Casa das Artes, no Largo de São Sebastião e propõe música, debates e outras interferências. A ideia do evento, totalmente protagonizado por mulheres é ainda engrossar o mês de lembrança de luta das mulheres. Só sábado, 30, a programação inicia  às 15h, com o set da DJ Naty Veiga, especialmente preparado para o evento, destacando uma música feminista, feitas por mulheres do cenário musical brasileiro. E de 17h às 19h acontecem as rodas de conversas com os temas, ‘Feminicídio e Violência contra a mulher: o papel da rede de proteção’, mediada por Marklize Santos e Erika Carmo; ‘Saúde da Mulher - Violência Obstétrica Manaus’, mediado pelo Humaniza Coletivo Feminista; ‘Saúde Mental da Mulher Negra Lésbica’, mediada por Dandara Lorena, do grupo Encrespa Geral - Manaus; e ‘Saúde Mental da Mulher Negra Bissexual’, mediada por Raescla Ribeiro, da Coletiva Banzeiro Feminista’. A DJ Naty Veiga também fecha o sábado com seu set feminista. Já no domingo, a música das mulheres dá o tom do evento, com a participação da cantora Elisa Maia, que apresenta seu novo set voz&notebook, propondo uma experiência mais intensa e íntima com músicas que farão parte de seu próximo álbum; a MC Anna Suav, que apesar de amazonense, atua no cenário musical paraense, onde reside atualmente; a cantora Karen Francis, jovem revelação da música amazonense, que interpretará as músicas de seu EP Acontecer; e a cantora Bel Martine, forte atuante do cenário noturno da música amazonense. Ainda acontecem os sets da DJ Naty Veiga, dessa vez tocando repertório de AfroHouse e Black Music  e a DJ Carolina Blois, tocando Brasilidades, em seu set exclusivo de vinil. No evento também estará a A Uni Manas, que é um projeto que tem como principal objetivo arrecadar absorventes descartáveis para detentas, visto que muitas vezes o Estado não fornece o suficiente. O Bloco da Tombação receberá doações de absorventes nos dois dias. O Bloco da Tomação 2019 é uma realização da Miga, Sua Lôca Festival de Cultura e Diversidade, com apoio de Humaniza Coletivo Feminista, Encrespa Manaus, Coletiva Banzeiro Feminista, Coletivo Difusão, Secretaria de Cultura do Amazonas - SEC-AM, 8M Manaus e Una LGBT Amazonas. PROGRAMAÇÃO RODAS DE CONVERSA - 30 DE MARÇO ( Sábado ) – 15h Abertura e encerramento: Dj Naty Veiga ( Música feminista ) Feminicídio e Violência contra a mulher: o papel da rede de proteção - Marklize Santos e Erika Carmo - 8M -...

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MACONHA: O que você tem curiosidade de saber mas nunca teve coragem de perguntar
abr20

MACONHA: O que você tem curiosidade de saber mas nunca teve coragem de perguntar

Quem tem seda? On Jack Tall Back? Negativo. Em homenagem ao 20/4, aí vai um questionário de perguntas frequentes que os usuários da erva sempre precisam responder (nem sempre com tanta franqueza). Longe de mim fazer algum tipo de apologia ao uso, mas de fato, é que 20 de Abril de 2018, esse assunto precisa ser melhor difundido e quem sabe debatido nas rodas de conversas por aí! Porque consumir maconha? Acredito que esta seja a pergunta mais subjetiva do questionário, ela abre a série de perguntas justamente para evitar a polêmica que foi tão massificada de que a erva era a porta de entrada para outras drogas. Quando na verdade deveria ser uma escolha voluntária como beber refrigerante ou comer carne vermelha. O uso medicinal ou recreativo ainda divergem nas opções de consumo, é por isso que o Estado não deveria interferir nisso. O estimado livre-arbítrio deveria ser fator principal de decisão. Meu corpo, minhas regras. A opção de fumar se tornou mais popular, fazendo com que pessoas que odeiam cigarros, charutos ou tabaco em geral, abrir mão e fazer o uso assim mesmo. Qual o principal efeito?   Maconha é o nome popular de uma planta chamada Cannabis, dentro de tantas variações algumas delas possuem ações diferentes no corpo. Além do formato, ‘Sativa’ ou ‘Indica’ cada uma tem uma concentração especial, por exemplo: a sativa otimiza do humor e desperta uma vontade de encarar a vida com mais tranquilidade. Expressão de sentimentos e até potencializa alguns. Como num dia triste, em que pode sim dar uma experiência mais reflexiva. Já a Indica tem o poder mais relaxativo, (In couch / no sofá), praticamente um presente pro corpo após uma longa jornada de trabalho e até meio analgésico. Quanto tempo fica no corpo? Consumir o THC (TetraHidro Canabinol - principio ativo que dá o barato) pode variar para chegar ou ir embora. Seguindo os padrões tradicionais como fumar um baseado, o efeito dura em média duas horas, tem gente que consegue sentir até 8 horas depois do consumo. Se for fazer um exame toxicológico pode ficar alguns dias. Em caso de ingestão na comida, pode ser até mais rápido.  Capsulas, chás, óleos, foram desenvolvidos para uso medicinal em tratamento de doenças como mal de Parkinson, Alzheimer, anorexia, glaucoma e outras que comprometem o sistema psicomotor no corpo.  Qual o risco de dependência? Moderado. A predisposição em dependência química pode incentivar o cidadão a querer consumir muito, mas geralmente, a dependência é física. Você gosta, você usa. Conheço pessoas que por opção abriram mão por meses e até anos sem nenhum dano físico. A máxima que dizem “paro quando quiser”...

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Que tal uma trilha noturna na floresta?
set27

Que tal uma trilha noturna na floresta?

Depois do sucesso do lançamento, o Museu da Amazônia promove pela segunda vez o percurso noturno nas trilhas da floresta. A programação é uma experiência surpreendente mesmo para quem já visitou o Musa outras vezes. Durante a noite os animais têm comportamentos diferentes e o passeio vira uma verdadeira aula prática de biologia. A caminhada noturna nas trilhas será neste sábado (30/9). A atividade começa às 17h com a contemplação do pôr do sol do alto da torre de observação. São 42 metros de altura com visão privilegiada do topo das árvores. Depois será feita a caminhada com instrutores pelas trilhas do Musa. Uma oportunidade única de conhecer mais sobre a floresta, seus sons e os hábitos de muitos animais à noite. Para participar é preciso fazer agendamento.  As vagas são limitadas e é necessário que todos usem roupas adequadas para a atividade. O participante deve vir com calça comprida, camisa de manga longa, sapato fechado (tênis ou bota), boné ou chapéu, além de usar repelente e trazer uma lanterna (de mão ou de cabeça). Esses materiais não serão oferecidos pelo Musa. Esta programação está aberta apenas para maiores de 18 anos.   Quando? 30/09 (sábado) Onde? Museu da Amazônia, Av. Margarita (antiga Uirapuru), s/n - Cidade de Deus – Manaus Programação: 17h00 - subida na torre de observação para contemplação do pôr do sol. 18h30- Instruções para a caminhada noturna. 18h30 às 20h00 - Caminhada nas trilhas do Museu da Amazônia. Inscrições: (92) 3582-3188 / 99280-4205 /agendamento@museudaamazonia.org.br Valor: R$ 80,00 por pessoa VESTIMENTAS E EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS: - Calça comprida; - Camisa de manga longa; - Sapato fechado (tênis ou bota); - Boné ou chapéu; - Lanternas (de mão ou de cabeça); - Repelente Musa - Museu da Amazônia Av. Margarita (antiga Uirapuru), s/n Cidade de Deus – Manaus (AM) CEP: 69099-285 Telefones: (92) 3582-3188 e (92)...

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Marcha pela Resistência Indígena no Amazonas
abr19

Marcha pela Resistência Indígena no Amazonas

Resistência Indígena. Passagem pela avenida Mário Ypiranga! A Marcha da Resistência Indígena no Amazonas 2017 Conheça as entidades: Rede do Fórum de Educação Escolar Indígena (Foreeia) Fundação Estadual do Índio Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) Fundação Nacional do Índio (Funai) Coordenação dos Povos Indígenas de Manaus e Entorno (Copime) Instituto de Articulação de Juventude da Amazônia (Iaja) Ufam Associação das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro (Amarn) Conselho Indigenista Missionário (Cimi) Pastoral Indigenista da Arquidiocese de Manaus (Piama) Movimento dos Estudantes Indígenas do Amazonas (Meiam) Aproximação é nossa função. SALVE DIA DO...

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Estrelas locais fazem show em prol do novo Hospital do Sangue
set02

Estrelas locais fazem show em prol do novo Hospital do Sangue

A Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam), criou a campanha "Conquista Comunitária", com a parceria da Fundação Sangue Nativo, com o intuito de promover atividades beneficentes para obter mais recursos para a construção do Hospital do Sangue do Amazonas. Entre os eventos programados por meio dessa campanha, está a apresentação do musical "Mas Podem me Chamar de Chico", hoje e amanhã (3), às 20h, no Teatro Amazonas, cujos ingressos serão doados à construção do hospital. O espetáculo será apresentado pelos artistas amazonenses Zezinho Corrêa, Márcia Siqueira, Lucilene Lucilene Castro, Marcos Paulo, Cinara Nery, que cantarão sucessos de Chico Buarque, Chico César e Chico da Silva. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Teatro Amazonas, de terça a sábado, das 9h às 17h. Outras informações sobre os ingressos podem ser obtidas por meio dos telefones (92) 3232-1768 e 3655-0244. O diretor-presidente da Fundação Hemoam, Nelson Fraiji, explicou que o Hospital do Sangue tem a infraestrutura projetada para a demanda das próximas duas décadas, avançando nas condições de tratamento para pessoas com câncer e doenças hemoterápicas. Ele explicou que haverá aumento de capacidade em todos os níveis de atendimento, com ampliação de serviços, laboratórios, enfermarias e construção de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulta e pediátrica para melhorar as condições para tratamento de câncer em crianças. "Serão mais 146 leitos, incluindo pediátricos e psiquiátricos, ambulatório com 38 consultórios hospital-dia, pronto-atendimento, centro cirúrgico para casos de pequeno e médio porte, salas para tratamento especializado, radioterapia e quimioterapia", informou. A obra foi iniciada em junho de 2014 com orçamento de R$ 58 milhões, por meio de recursos dos governos federal e estadual e já está com aproximadamente 30% do total concluída. O Hospital do Sangue está sendo construído em uma área de 48 mil metros quadrados, fazendo parte do conjunto de instalações da Fundação Hemoam, onde já existe um amplo almoxarifado com mais de 3 mil metros quadrados, área de garagem para viaturas oficiais, oficinas de manutenção preventiva e corretiva, uma central de análises clínicas, incluindo um laboratório de anatomia patológica e um hemocentro. Referência - Atualmente, a Fundação Hemoam é referência no tratamento de leucemias e outras doenças do sangue na região Norte, sendo que boa parte dos pacientes tratados na instituição é proveniente de outros estados, principalmente do Pará....

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