Marcos Terra Nova
out14

Marcos Terra Nova

Fãs da banda Espantalho podem relaxar o coração porque tem novidade no ar. Calma! Não é a volta da banda, na verdade é o cantor e compositor Marcos Terra Nova que tirou a teia dos instrumentos e preparou um material novinho e totalmente independente. Pra conhecer mais sobre a ideia os singles "Estado de Direito" e "No Olho do Furacão", troquei algumas perguntas pro músico, segue abaixo: Vi que você tá morando em Floripa, esses novos ares contribuíram pra esse retorno aos estúdios? Contribuíram sim, mas ao seu modo e proporção. Não exatamente influenciando de forma tão determinante, mas talvez trazendo alguma característica mais madura ao trabalho, que está se situando entre uma pegada mais orgânica e ao mesmo tempo mais sintética. Na verdade, quando vim para o sul procurei me desligar de algumas coisas por um tempo e isso também incluía a música. 2016 foi uma espécie ano sabático para então eu começar a arranhar novos acordes. De qualquer forma a ideia de lançar um projeto novo já vinha sendo gestada antes mesmo do fim da Espantalho, e que eu estava apenas prorrogando. Quanto à produção técnica ela acontecem em home-studio mesmo, ou seja, nada de estúdios profissionais, o que exige um trabalho de captação, edição e acabamento bem mais acurado de minha parte, mas que é bem válido! Estou perto da natureza, relativamente afastado da bagunça urbana e isso ajuda bastante! Não há um relógio contando os minutos para iniciar ou terminar uma gravação. O processo ocorre gradativamente a seu próprio tempo! Quero saber a ficha técnica, quem gravou contigo? Parcerias? Novidades?  O trabalho é realmente solo. As ajudas que recebo são feedbacks das faixas em fase de pré-produção, que envio para alguns amigos, sentindo onde estou errando ou acertando! E essas dicas e críticas são realmente providenciais. Os arranjos são todos feitos e gravados por mim mesmo e isso acabou ocorrendo por dois fatores: 1º pela questão logística que dificulta o processo de produção em parceria, ainda que existam os meios digitais para isso, percebi que não conseguiria manter um fluxo de trabalho satisfatório com os potenciais parceiros; 2º Aceitei a situação como um desafio de crescimento na parte de produção, uma oportunidade única de aprimorar as técnicas de gravação e mixagem. Já que se trata de um álbum solo, porque não fazer ele realmente dessa forma? Mas a ideia de produzir músicas com parceiros é latente e certa! Novidades ficam por conta de algumas faixas mais intimistas onde extremos serão fundidos como um violão folk embalado por um som mais sintético, com abertura para a total experimentação de texturas sonoras distintas. Tem até um cover...

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MACONHA: O que você tem curiosidade de saber mas nunca teve coragem de perguntar
abr20

MACONHA: O que você tem curiosidade de saber mas nunca teve coragem de perguntar

Quem tem seda? On Jack Tall Back? Negativo. Em homenagem ao 20/4, aí vai um questionário de perguntas frequentes que os usuários da erva sempre precisam responder (nem sempre com tanta franqueza). Longe de mim fazer algum tipo de apologia ao uso, mas de fato, é que 20 de Abril de 2018, esse assunto precisa ser melhor difundido e quem sabe debatido nas rodas de conversas por aí! Porque consumir maconha? Acredito que esta seja a pergunta mais subjetiva do questionário, ela abre a série de perguntas justamente para evitar a polêmica que foi tão massificada de que a erva era a porta de entrada para outras drogas. Quando na verdade deveria ser uma escolha voluntária como beber refrigerante ou comer carne vermelha. O uso medicinal ou recreativo ainda divergem nas opções de consumo, é por isso que o Estado não deveria interferir nisso. O estimado livre-arbítrio deveria ser fator principal de decisão. Meu corpo, minhas regras. A opção de fumar se tornou mais popular, fazendo com que pessoas que odeiam cigarros, charutos ou tabaco em geral, abrir mão e fazer o uso assim mesmo. Qual o principal efeito?   Maconha é o nome popular de uma planta chamada Cannabis, dentro de tantas variações algumas delas possuem ações diferentes no corpo. Além do formato, ‘Sativa’ ou ‘Indica’ cada uma tem uma concentração especial, por exemplo: a sativa otimiza do humor e desperta uma vontade de encarar a vida com mais tranquilidade. Expressão de sentimentos e até potencializa alguns. Como num dia triste, em que pode sim dar uma experiência mais reflexiva. Já a Indica tem o poder mais relaxativo, (In couch / no sofá), praticamente um presente pro corpo após uma longa jornada de trabalho e até meio analgésico. Quanto tempo fica no corpo? Consumir o THC (TetraHidro Canabinol - principio ativo que dá o barato) pode variar para chegar ou ir embora. Seguindo os padrões tradicionais como fumar um baseado, o efeito dura em média duas horas, tem gente que consegue sentir até 8 horas depois do consumo. Se for fazer um exame toxicológico pode ficar alguns dias. Em caso de ingestão na comida, pode ser até mais rápido.  Capsulas, chás, óleos, foram desenvolvidos para uso medicinal em tratamento de doenças como mal de Parkinson, Alzheimer, anorexia, glaucoma e outras que comprometem o sistema psicomotor no corpo.  Qual o risco de dependência? Moderado. A predisposição em dependência química pode incentivar o cidadão a querer consumir muito, mas geralmente, a dependência é física. Você gosta, você usa. Conheço pessoas que por opção abriram mão por meses e até anos sem nenhum dano físico. A máxima que dizem “paro quando quiser”...

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O Hip Hop é o Lugar!
abr03

O Hip Hop é o Lugar!

O Hip Hop tomará o Teatro Amazonas nesta terça - feira (03/04) com o espetáculo "O Hip Hop é o lugar" que contará com a participação dos 4 elementos da cultura Hip Hop e suas vertentes. A ocupação começará na parte externa do Teatro às 17 horas com Graffiti ao vivo na participação da Graffiteira Deborah Erê confeccionando um painel. Painel esse que irá compor o cenário do espetáculo, que iniciará às 20 h tendo como trilha a banda Manauaras em extinção , DeeJay Carapanã e Marcos Tubarão. O Break ficará por conta da NATIVOS CREW , além da presença da vertente Beat Box, Popping e as participações de Abner Viana e Robson Andrei Ambrósio nos metais. O publico (na entrada) deixará temas para os rimadores de improvisos entrarem na interação com o espetáculo no palco. A entrada será gratuita, mas por opção haverá doação de 1 kg de alimento à Casa Mamãe Margarida. O espetáculo foi contemplado com o edital de ocupação dos espaços abertos 2018 da Secretaria de Cultura do Estado do Amazonas (SEC - AM) e será uma realização Nativos Crew Produções/ Origenas...

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Mulheres vão às ruas no 8 de Março em Manaus
mar08

Mulheres vão às ruas no 8 de Março em Manaus

Pela igualdade de gênero e contra a violência, mulheres indígenas, brancas, pretas, cisgênero, lésbicas, transexuais e transgênero irão às ruas neste 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, em defesa dos direitos trabalhistas, à saúde, à segurança e a luta contra as privatizações e retirada dos direitos da previdência, em Manaus. O ato Paralisação Internacional das Mulheres. Perda de Direitos? Eu não aceito! começa às 15 horas com a concentração na Praça da Saudade, no centro da cidade. A partir das 16h, as manifestantes caminham em marcha até o Largo São Sebastião, onde haverá a partir das 18h o show Ouvindo nossas vozes! com as apresentações de grupos de danças: Circular do Espaço Feminista Uri Hi, Maracatu Baque Mulher Manaus, Mara Pacheco, Cia de Dança Uatê e Kirar (Dança conosco); de música com Kamylla Vitória, Catarina; performance da atriz Maria Moraes; poesia com Mulheres In Rima feat Rebeca, Carol Calderaro e Roselayne Castro; além do show de Melany Marinho. O ato Paralisação Internacional das Mulheres. Perda de Direitos? Eu não aceito! é organizado por movimentos sociais, fóruns, ativistas, organizações sindicais e coletivos feministas do Amazonas. Foi de movimentos assim que as mulheres conquistaram no Brasil o direito ao voto em 1934. Com o período da Ditadura Militar, de 1964 a 1985, as mulheres começaram a se organizar em grupos de discussão sobre a questão da mulher. Em 1978, aconteceu o primeiro Congresso da Mulher Metalúrgica, em São Paulo. Elas intensificam a luta por creches, direitos trabalhistas, salários iguais ao dos homens, serviços de atendimento (educação, saúde e vítimas de violência) e pela divisão do trabalho doméstico. Em 1985, surge a primeira Delegacia da Mulher em São Paulo. Já no Amazonas, a delegacia foi inaugurada em 1987. Só em 2006 é que o governo federal sancionada a Lei Maria da Penha (Lei 11. 340) para combater à violência doméstica contra a mulher no Brasil. A norma estabeleceu que a violência doméstica –física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral– é crime.  Clique aqui e confirme presença no evento! Em coletiva realizada nesta terça-feira (6) com as coordenadoras da manifestação na Galeria do Largo, em Manaus, Luzarina Varela da Silva, ex-metalúrgica e uma das fundadoras do Fórum Permanente das Mulheres de Manaus, contou como participou do primeiro ato em que as mulheres da capital amazonense foram às ruas para reivindicar os direitos e lutar contra a violência, em 1985. “Aqui no Amazonas temos alguns marcos históricos, na categoria dos metalúrgicos, da construção civil, conseguimos conquistar a estabilidade da gestante, que hoje para quem não sabe, não é nada, não é muita coisa, mas na época, na década de 70 e 80, principalmente as operárias do comércio e da indústria, elas entravam na fábrica e quando engravidavam,...

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Festival somAS Parada Musical de Mulheres
mar06

Festival somAS Parada Musical de Mulheres

"somAS _ PARADA MUSICAL DE MULHERES" é uma ação para o estímulo e desenvolvimento do trabalho de mulheres na música na cidade de Manaus/AM. A plataforma, idealizada e gestionada pelo grupo Coletivo Difusão, pretende desenvolver ao longo do ano de 2018, ações de formação e fomento artístico com foco nas profissionais que compõem o cenário da música. Em sua primeira ação a plataforma somAS, em lembrança ao Dia Internacional de Luta das Mulheres, propõe o Festival SomAS, com programação artística exclusivamente protagonizada por mulheres e atividades de formação na área da música/cultura também dedicada à essas profissionais. De 07 a 10 de março de 2018, mulheres artistas e profissionais criativas compartilharão conhecimentos e vivências na área da música, além de ocuparem espaços com shows e baladas produzidas e pautadas por essas trabalhadoras. O Festival abre sua programação no dia 07 de março, com o evento ‘Sonora Local’, onde a dupla de rap Lary Go & Strela (que convidam a novata Rose MC) e a cantora/guitarrista/compositora Renata Martins, apresentam suas músicas e trocam ideias com o público presente sobre seus trabalhos, no Local Hostel Manaus. No dia 08, Dia Internacional de Luta das Mulheres, o Festival engrossa as ações do 8M Manaus, que compreende Marcha de Mulheres e atividades artística. E no mesmo dia, integrada ao Festival SomAS, acontece também a festa Batuke, produzida pela DJ e produtora Luana Aleixo, com line up, só de mulheres (Carol Pedrosa, Melka Franco, Lary Gaynett e Alba Marcela), no Buteko Itaúba, Centro de Manaus. A produtora também realiza a balada Noventonna, que acontece no dia 09 de março, no Imperial Pub e também integra o Festival. E exatamente no dia 08 de março, acontece o show #RespeiteAsManinhas, apresentando uma mostra dos trabalhos das artistas amazonenses Elisa Maia, Kely Guimarães e Karen Francis. As três, apresentam em momentos diferentes repertório baseados em seus trabalhos lançados: EP Ser da cidade, da cantora Elisa Maia (a artista também apresentará algumas músicas novas que farão parte de seu novo álbum que está em fase de produção); o álbum Crescente, lançado em 2017 por Kely Guimarães; e o EP Acontecer, que a estreante Karen Francis, de apenas 18 anos, acabou de lançar nas plataformas digitais. O show inicia às 20h e o acesso é gratuito. E encerrando a programação, as cantoras/produtoras Anne Jezini, Márcia Novo, Kely Guimarães e a DJ Luana Aleixo, também compartilham conhecimento, numa maratona de formação de novas artistas, com as respectivas atividades: painel ‘Da composição às plataformas digitais’; painel ‘Uma carreira, vários empreendimentos’; oficina ‘Musicalizando o corpo’; e a oficina ‘Discotecagem para minas’. A fotógrafa Juliana Pesqueira e a artista visual Mayara Andrade, ainda...

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Hoje tem: Debate Por mais negros e negras na política!
fev24

Hoje tem: Debate Por mais negros e negras na política!

Pantera Negra, #BlackLivesMatter, #OscarSoWhite, esses são alguns dos termos que ficaram em evidência nos últimos anos quando se fala em projeção da população negra. Em sua maioria os temas são ligados à cultura pop, braço da indústria cultural que aprendeu a atender demandas de pessoas que não se sentem representadas nos outros produtos, mas e na política e espaços de decisão, como anda essa representatividade? É através dessa pergunta que o Coletivo Rosa Zumbi propõe no sábado, 24, o debate “Vamos de preto – por mais negros e negras na política”. O evento acontece das 15h às 17h no Caua da Ufam. A mediadora do papo, Priscila Carvalho, destaca que debater é fundamental: “Favorece na medida que faz a gente compreender melhor a inserção nos espaços de privilégio. De se perceber como população negra nesse processo, além disso, entender que a desigualdade social é muito interligada à desigualdade racial no Brasil”. A assistente social pontua ainda que estatisticamente é possível apontar as desigualdades de representação com o recorte étnico no país. Uma das convidadas para compor a mesa de debate, Michelle Andrews, também destaca o viés estatístico: “Segundo o IBGE pelo menos 54% da população brasileira se declara como negra ou parda. E é um indicador que nos assusta em como essa população não está representada no exercício dos seus direitos civis”. Segundo o coletivo organizador, o “Vamos de Preto” é um debate sobre como equilibrar essa representação, saindo de índices estatisticamente irrelevantes para uma representação efetiva que seja equivalente na porcentagem de cadeiras no congresso, por exemplo. “O ‘Vamos de preto’ é um evento que mostra que nesses espaços de decisão política é preciso equilibrar essa representação. Esses espaços eu falo que são fóruns, poder Legislativo, diretorias de empresa, no setor público em geral”, reflete...

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