Amazônia História e Cultura por Ricardo Martins
ago09

Amazônia História e Cultura por Ricardo Martins

O Arawak Amazon Jungle tem orgulho em apoiar mais uma vez um dos maiores nomes da fotografia de natureza do Brasil. Desta vez ele está aqui para em seus clicks mágicos realizar o seu mais novo projeto: Amazônia história e cultura. Amazônia história e cultura é o mais novo livro e série do fotógrafo Ricardo Martins, com apoio da Localiza, o fotógrafo registra todas as belezas e maravilhas do bioma. A expedição de 40 dias começou por Belém do Pará, onde a intensa movimentação do mercado Ver-o-Peso deu vida ao projeto, seguindo para a Ilha do Marajó, ali Ricardo encontrou um povo alegre e que se orgulha da sua cultura, registrou a famosa dança carimbó, degustou de uma iguaria direto dos mangues marajoara o molusco Turu. A expedição continuou chegando até Alter do Chão e a comunidade ribeirinha Jamaraquá onde pernoitou tendo a possibilidade de fotografar o cotidiano das pessoas. Agora o fotógrafo e apresentador se encontra em Manaus registrando as belezas locais e vai passar por Presidente Figueiredo e Anavilhanas. A série de 4 episódios mostrando toda a expedição é produzida pela RM produções com lançamento previsto para o final de agosto nos canais da localiza, YouTube e Instagram. O livro de 224 páginas que também é acompanhado de QRcodes com vídeos que exibem o momento que a fotografia foi feita tem previsão de lançamento para dezembro de 2022. Sobre Ricardo Martins:Ricardo Martins é um dos principais nomes da fotografia de natureza e cultura do Brasil. Jornalista de formação, é autor e editor de onze livros de fotografia, entre eles, A Riqueza de um Vale, premiado com o Jabuti de 2012. Em abril de 2022 esteve em Paris onde lançou sua exposição fotografia “Uma Língua de Várias Faces” no andar principal do prédio da UNESCO à convite do embaixador Santiago Mourão, seguindo viagem para a Itália, onde durante 40 dias cortou o país de norte a sul a bordo de um Motorhome, produzindo as fotografias para o seu décimo segundo livro com lançamento previsto para novembro de 2022. É sócio-fundador da RM Produções, produtora e editora pela qual lança seus...

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Marcha da Maconha Manaus é neste sábado dia 25 de Junho
jun22

Marcha da Maconha Manaus é neste sábado dia 25 de Junho

Acabou a espera! E neste sábado tem a edição 2022 da Marchada Maconha Manaus, neste sábado, dia 25, a partir das 15h no Centro da cidade. Além da clássica caminhada, a programação também vai contar com oficinas, performances, exposições, apresentações musicais e DJ’s. A concentração terá início às 15h, na Praça da Saudade e às16h20 terá a caminhada iniciada pela avenida Epaminondas, segue pela rua 10 de julho, cruza a avenida Getúlio Vargas e finaliza na Praça Desembargador Paulo Jacob, também conhecida como Praça do BK. A Marcha é um coletivo autônomo e independente, o que significa que não temos patrocinadores ou recebemos dinheiro de algum órgão/empresa. É um movimento político, composto por coletivos e ativistas, que enxergam a necessidade de derrubar a política nacional de drogas e criar uma nova política que encare às substâncias como um objeto de saúde pública, deixando assim de se enquadrar no código penal.Nosso movimento se intensifica em meio ao avanço da ofensiva neoliberal, que aproveitou a crise gerada pela pandemia para aprofundar o desmonte das instituições brasileiras, nos colocando de volta a posição histórica de celeiro do mundo, enquanto exportamos toneladas de alimentos nossa população passa fome, por isso enxergamos a luta pela legalização da maconha como algo diretamente associado a luta pela terra e a luta por moradia, pois para plantarmos nossa erva precisamos de um espaço, seja em área rural ou urbana, não se cultiva maconha morando na rua e não se faz a cabeça de barriga vazia, exatamente por esses pontos que exigimos comida, emprego digno e moradia para todo o povo.Entendemos que o cultivo da maconha deve ser um direito de todas as pessoas que desejam e que não fique nas mãos das grandes corporações, democratização da maconha já! também exigimos a libertação imediata de todos que se encontram encarcerados por crimes relacionados às drogas, com reparação histórica, sobretudo ao povo negro, principal vítima da marginalização promovida pelos escravocratas e aqueles que os descendem. Por motivos racistas o Brasil foi um dos primeiros países a proibir a maconha e pelos mesmos motivos devemos servir de exemplo ao mundo na legalização, implementando um modelo que contemple as nossas históricas demandas sociais, pondo fim na guerra às drogas, que já se mostrou ineficiente em todo plano internacional, com seus diversos modelos aplicados. De volta às ruas Após dois anos sem mobilizações por causa da pandemia, a Marcha da Maconha Manaus volta às ruas da cidade em um grande ato popular e autônomo de luta por direitos e pelo fim da guerra às drogas que tanto assola nossa região de tríplice fronteira com surgimento de facções, disputa de domínio entre milícia...

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Sesc apresenta Mama Tuyuka: exposição de Chermie Ferreira sobre a Mãe Terra
maio13

Sesc apresenta Mama Tuyuka: exposição de Chermie Ferreira sobre a Mãe Terra

Trabalho da artista manauara, ribeirinha e Kokama une graffiti e artes plásticas O Sesc Amazonas promove, no período de 27 de maio a 29 de Julho, a exposição Mama Tuyuka da artista plástica e grafiteira Chermie Ferreira. Com entrada gratuita, a mostra tem curadoria de Virna Lisie e será realizada na galeria Moacir Andrade (rua Henrique Martins, 427, Centro), no horário das 9h às 12h (às segundas-feiras) e das 12h30 às 15h30 (às quartas-feiras). Mama Tuyuka, MÃE TERRA para o povo Kokama, representa aquela que sustenta tudo ao seu redor, que cuida, protege e alimenta. A exposição MAMA TUYUKA traz uma série de telas em canvas, papel e madeira, marcadas por traços expressionistas em uma combinação única de spray (do graffiti) e acrílica (das artes plásticas). As obras de Chermie trazem em cores, reflexos, texturas, narrativas e traços, a grandeza de cada mãe dos povos originários da Amazônia. A ARTISTA: Chermie Ferreira é manauara e se divide entre trabalhos na capital amazonense e em São Paulo, onde é representada por uma galeria de arte urbana com matriz no Beco do Batman, point do graffiti paulistano. Street artist/grafiteira desde os 16 anos, a artista tem sólida experiência no movimento de arte urbana nacional, além de coordenar diversos eventos nacionais e internacionais voltados para a divulgação do graffiti, especialmente do trabalho realizado por artistas mulheres. Durante a pandemia do novo coronavírus, o isolamento causou sentimentos conflitantes que levaram a artista a vivenciar a transição de grafitar muros para pintar em telas, papel e objetos. O momento de dificuldades e reflexão também levou a artista a se voltar para histórias da família e se ver e reconhecer como ribeirinha e indígena do povo Kokama. Como resultado, neste momento pós-pandemia, Chermie realiza sua primeira exposição solo em Manaus. Numa produção profícua e constante, que acelerou durante a pandemia, a artista não parou de criar e produzir, sempre com muito estudo, pesquisa em história da arte universal, especialmente a pesquisa baseada em fotógrafos indígenas do século 20 e 21, e criou seu próprio processo de criação, no qual condensa suas pesquisas com as memórias de batalhas pessoais narradas de geração em geração pelas mulheres de sua família. Chermie Ferreira nasceu Sarah, recentemente se descobriu Wira Tini (pássaro branco) em Kokama e agora traz para o Sesc AM essa mistura muito brasileira, que transborda em diferentes linguagens artísticas, técnicas e materiais. Sua arte passa ao público valores e sentimentos da luta pela visibilidade das mulheres do Norte, principalmente, mulheres ribeirinhas e as mulheres originárias indígenas, as inspiradoras da exposição MAMA TUYUKA. Resumo Assunto: Exposição Mama Tuyuka – artista plástica e grafiteira Chermie Ferreira; Local: Galeria...

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Projeto ‘Palhaçaria Navegante’ desembarca nos municípios de Beruri, Anamã e Caapiranga
maio03

Projeto ‘Palhaçaria Navegante’ desembarca nos municípios de Beruri, Anamã e Caapiranga

Artistas apresentam espetáculos “Imundo de Sofia” e “Roda na Praça” no interior do Amazonas Depois de passar por seis municípios da calha do rio Solimões, o projeto cultural “Palhaçaria Navegante” volta a circular pelo interior do Amazonas, levando riso e alegria na bagagem. Entre os dias 04 e 11 de maio, a trupe de artistas se apresenta nos municípios de Beruri, Anamã e Caapiranga com os espetáculos teatrais/circenses “Imundo de Sofia” e “Roda na Praça”. A iniciativa foi contemplada no “Prêmio Amazonas Cultura em Rede”, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. Segundo a coordenadora e produtora Ana Oliveira, da FitaCrepe Filmes e Artes Cênicas, a equipe é composta de 20 pessoas, entre palhaços, malabaristas, técnicos e a tripulação do barco alugado para a viagem. “Agora vamos poder realizar o projeto no seu formato original, porque ano passado, devido à pandemia, tivemos que readequar o formato das apresentações para diminuir os riscos. Dessa vez, ficaremos em cada município por dois dias, o que vai possibilitar uma troca maior com a população. Já estamos muito animados!”, afirma a produtora. Para ela, poder sair do “eixo” da capital para se apresentar em outras regiões do estado é importante para criar redes e fortalecer laços por meio da arte. Em 2021, o projeto “Palhaçaria Navegante” passou por Tabatinga, São Paulo de Olivença, Tefé, Coari, Codajás e Anori, com apoio do Programa Cultura Criativa 2020/Lei Aldir Blanc – Prêmios Feliciano Lana e Equipa Cultura, do Governo do Amazonas, e do Prêmio Funarte de Apoio ao Espetáculo Circense 2020, do Governo Federal. “É quase que um dever cívico de todo artista de escoar a sua produção, de atingir outras populações, então são muito importantes essas políticas públicas de fomento que permitem que a gente chegue nos lugares mais distantes. Quem está lá também tem direito a esse acesso e talvez se descobrir artista. Tudo isso só faz a gente crescer em humanidade”, acrescenta Oliveira. SOBRE OS ESPETÁCULOS “Imundo de Sofia” é um solo que surgiu da vontade de dar voz e cor às pessoas que normalmente são invisibilizadas na nossa sociedade, trazendo à cena uma palhaça faxineira, interpretada por Ana Oliveira. O espetáculo foi dirigido por um dos grandes nomes da palhaçaria brasileira, Ricardo Puccetti do Lume Teatro (SP). “Roda na Praça” é um projeto de palhaçaria que se propõe a levar o circo para espaços públicos, com um elenco de artistas de vários segmentos e diferentes técnicas. O projeto iniciou suas atividades em 2016, em Manaus, e já passou por Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Londrina (PR) e Rio de Janeiro (RJ). PROGRAMAÇÃO BERURI 04 de maio 15h30 – Imundo...

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Papa Francisco nomeia superintendente da FAS na Pontifícia Academia de Ciências Sociais do Vaticano
maio03

Papa Francisco nomeia superintendente da FAS na Pontifícia Academia de Ciências Sociais do Vaticano

O superintendente geral da Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e engenheiro florestal, Virgilio Viana, foi oficialmente integrado à Pontifícia Academia de Ciências Sociais do Vaticano. A cerimônia aconteceu na última sexta-feira, dia 29 de abril, no Vaticano, localizado na Itália, que é a sede da Igreja Católica e residência oficial do papa. O evento foi realizado na simbólica Sala do Consistório, que fica no terceiro andar do Palácio Apostólico. É uma sala especial, decorada com afrescos e tapeçarias de mestres italianos, onde os papas tomam suas decisões com o colegiado de cardeais. Foi nesta sala que o Papa Bento XVI anunciou a sua renúncia aos cardeais. Virgilio Viana entra para a academia, que é um grupo de especialistas de confiança do papa, para dar conselhos sobre meio ambiente, mudanças climáticas e Amazônia – temas prioritários para o papa Francisco. “Foi um momento muito emocionante, considerando o carinho que o Papa Francisco me recebeu, expressando sua grande preocupação pelo futuro da Amazônia”, afirma Virgilio. “Ao receber a insígnia dada pelo Papa, senti um senso de responsabilidade renovada para contribuir com os grandes desafios da humanidade, num período marcado por guerras, desigualdades sociais crescentes, fake news e mudanças climáticas”. Sobre Virgilio Viana Virgilio Viana é engenheiro florestal e PhD em Biologia pela Universidade de Harvard, foi presidente da Sociedade Brasileira de Etnobiologia e Etnoecologia (SBEE) e, atualmente, é presidente da Associação Paulista de Engenheiros Florestais (APAEF) e membro da Comissão The Lancet COVID-19. Ele atua em defesa do meio ambiente e da Amazônia, já publicou diversos livros e artigos sobre temas relacionados a mudanças climáticas, manejo florestal e agroflorestal, entre outros. À frente da FAS, é responsável por uma série de projetos que transformam a vida de milhares de pessoas, principalmente de ribeirinhos e indígenas que vivem na Amazônia profunda. Sobre a FAS Fundada em 2008 e com sede em Manaus/AM, a Fundação Amazônia Sustentável (FAS) é uma organização da sociedade civil e sem fins lucrativos que dissemina e implementa conhecimentos sobre desenvolvimento sustentável, contribuindo para a conservação da Amazônia. A instituição atua com projetos voltados para educação, empreendedorismo, turismo sustentável, inovação, saúde e outras áreas prioritárias. Por meio da valorização da floresta em pé e de sua sociobiodiversidade, a FAS desenvolve trabalhos que promovem a melhoria da qualidade de vida de comunidades ribeirinhas, indígenas e periféricas da Amazônia. Créditos das imagens: Gabriella...

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Livro-reportagem reúne personagens com diferentes visões sobre Manaus e a floresta
maio03

Livro-reportagem reúne personagens com diferentes visões sobre Manaus e a floresta

Como Manaus enxerga a floresta ao seu redor? Essa pergunta foi o ponto de partida para o livro-reportagem ‘Manaus de Frente para a Floresta’, do jornalista Sérgio Adeodato, com lançamento marcado para 17 de maio. A obra traz a visão de 60 personalidades de Manaus, anônimas e famosas, sobre a relação entre a metrópole da Amazônia, a floresta que a cerca e os desafios da região para o futuro. O livro é um dos produtos do projeto multimídia ‘Manaus de Frente para Floresta’, que tem apoio da Manauscult, Fundação Amazônia Sustentável (FAS), Instituto de Conservação e Desenvolvimento do Amazonas (Idesam), Instituto Arapyaú, Uma Concertação pela Amazônia, Impact Hub Manaus e Coca-Cola Brasil. O objetivo da iniciativa é contribuir para o debate sobre as soluções e o futuro de Manaus, e de suas diferentes realidades. Personalidades como o músico Celdo Braga, o empresário Denis Minev, o artista plástico Luiz Antonio Vieira e a ambientalista Érika Schloemp, ao lado de mais de 60 outros personagens, entre pesquisadores, lideranças sociais, gestores públicos e empreendedores, compartilharam suas visões sobre a relação entre a capital amazonense e os desafios da Amazônia. De acordo com o autor, o objetivo do livro é criar um espaço de fala para “sensibilizar, promover o diálogo, empoderar os atores locais”. “Normalmente se fala que Manaus é uma cidade que vive de costas para a floresta e isso sempre me deixou intrigado. Como uma cidade no meio da Amazônia vive de costas para a floresta? Resolvi fazer um projeto mostrando o oposto, a Manaus de frente para a floresta, com seus desafios e positividades, em uma abordagem construtiva: apresentar os problemas e debater as soluções”, explica Sérgio Adeodato. O livro-reportagem traz textos, fotos, dados e análises sobre os aspectos econômico, social e ambiental da maior metrópole da Amazônia, uma região que se encontra no centro das discussões sobre a mudança climática e o desenvolvimento sustentável. A narrativa é entremeada por imagens fotográficas produzidas por André Pessoa e Bruno Kelly, fotojornalista que tem um ensaio fotográfico especial sobre a temática, publicado na obra. Sobre o autor Sérgio Adeodato é jornalista especializado em meio ambiente, sustentabilidade e temas socioambientais e culturais. Com mais de 30 anos de carreira, atuou em veículos de comunicação nacionais, como o Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Globo Ciência, Época e Horizonte Geográfico. É autor de livros como ‘Amazônia, Floresta Assassinada’, ‘Arte da Reciclagem’ e ‘Retratos Culturais do Arco e Flecha no Amazonas’. Vencedor de prêmios como Ethos de Jornalismo, Prêmio Abrelpe de Reportagem e Prêmio Santander de Jornalismo, entre outros. Atualmente, o jornalista é repórter freelancer para o Valor Econômico e Página 22....

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