O mise en place do chef no Prêmio Dólmã 2021
fev23

O mise en place do chef no Prêmio Dólmã 2021

Atuo há 22 anos no segmento de alimentos e bebida, com passagens em diversas funções, de copeiro a chef de cozinha, em restaurantes renomados como o Chez Geroges, Bar & Café Lè Brasilien e Cassino Americano. Conto também com a experiência e disciplina que obtive como cozinheiro na Marinha do Brasil, chegando até a compor a equipe de preparações de pratos para a alta cúpula militar da Holanda. Possuo 06 anos como docente do Ensino Superior, lecionando em três Universidades de Manaus (FAMETRO, UNINASSAU e CIESA), além de módulos em Pós-graduação da UNIVEL (Cascavel-PR) e na FAMETRO (Manaus-AM). Sou servidor público do Estado do Amazonas contribuindo com a melhoria da merenda escolar. Desde 2012 faço parte de um grupo de pesquisa vinculado ao CNPq, com atuação em projetos de pesquisa e popularização da ciência envolvendo o reaproveitamento e a elaboração de novos produtos alimentares com ênfase nos insumos amazônicos. chef, docente, gestor e gastrólogo Bruno Raphael Leitão, candidato ao Prêmio Dólmã 2021 na categoria estadual Amazonas. Há 05 anos atuo também como empresário do ramo de alimentos e bebidas na empresa Bar e Restaurante Taberna 88, onde participo do gerenciamento e desenvolvimento do cardápio. Desde 2016 participamos do evento nacional Comida di Buteco, conquistando o vice-campeonato nesse mesmo ano. Tenho experiência na área da Gastronomia desenvolvendo linguiças, defumados e queijos artesanais, produtos da panificação e confeitaria, cozinha brasileira de raiz com foco na regional amazônica, ministrando aulas show em eventos gastronômicos (FIGA – Feira Internacional da Gastronomia Amazônica e MANAUARA CHEF) ajudando a difundir a gastronomia Amazônica Brasil a fora; e na Tecnologia de Alimentos realizo trabalhos voltados a análise se alimentos, análise sensorial, desenvolvimento de novos produtos alimentícios, analises microbiológicas e vida de prateleira. Atualmente venho prestando serviços de consultoria para estabelecimentos de A&B da nossa região. Clique aqui para votar no Prêmio Dólmã 2021 Print da página de votação dos internautas do Prêmio Nacional Dólmã – Categoria Estadual...

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DJ e MC Fino recebe título da Zulu Nation
dez15

DJ e MC Fino recebe título da Zulu Nation

O DJ e MC Márcio Lúcio Santa Cruz também conhecido como DJ MC Fino, recebeu o certificado de Filiação à Nação Zulu Universal (Zulu Nation) pelo Ministro-Chefe do Governo Mundial da Nação Zulu Universal Afrika Bambaataa. O documento manifesta: “Em nome da força suprema conhecida por muitos nomes Nós o honramos pelo seu posicionamento para se tornar um membro da Nação Zulu Universal. Você, como um membro da Nação Zulu Universal, tem muitos deveres a cumprir para nos auxiliar a transformar as situações ruins da vida em boas em nosso planeta. Ajudar a melhorar a vida de todos os humanos em nosso grandioso planeta. Defender a paz, unidade, amor, trabalho, liberdade, justiça, igualdade, verdade nos fatos. Ser parte de cada um, ensinar um, libertar um, ajudar um em nosso cotidiano. Ser um Zulu que dê suporte de saúde para todos, conhecimento para todos, liberdades para todos e justiça para todos. Nós somos Amazulu (os povos dos céus), para sermos construtores da nossa palavra e guerreiros para todo o nosso povo universal do nosso planeta neste universo. O criador de todas as coisas deu-nos os direitos sobre este planeta e para além em nosso universo. Nós somos todas as leis. Nós somos tudo de tudo e o todo está em nós. Você é Amazulu (povos dos céus).” DJ E MC FINO: CARIMBÓ, DISCO e HIP-HOP NOS ANOS 70 E 80 Por Bernardo Mesquita Em 1969 em Nova York o Festival Cultural do Harlem e o surgimento do grupo Last Poets, foram marcos decisivos para o surgimento do Hip-Hop no seio do capital-imperialismo. Em Belém, Verequete estava prestes a gravar seu primeiro disco de Carimbó. Em Manaus os festivais de dublagem, a Jovem Guarda e a Bossa-Nova predominavam nas festas da juventude. No mês de Abril deste último ano dos conturbados anos 60, nascia no hospital Ana Nery, o músico manauara Marcio Cruz Lúcio, conhecido como Dj e Mc Fino. Ao longo de sua trajetória tornou-se um dos músicos mais atuantes na vida musical do Amazonas. O reconhecimento recebido de uma ampla parcela do hip-hop nacional, indica uma trajetória resultante da presença significativa da música na história das famílias de trabalhadores negros no ambiente urbano periférico. No final dos anos 60, o terrorismo do estado capitalista contra os trabalhadores opositores da ditadura se acentuava perversamente após o AI-5. As universidades eram palco de perseguições e censura. As artes pulsavam e resistiam a violência autoritária estatal. A Amazônia foi integrada de forma dependente ao sistema capitalista transnacional e a região vivia transformações sociais diversas e de grandes proporções. O caráter desigual da composição urbana observa-se na formação dos bairros de periferia onde...

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‘Feirinha – Arte, Cultura e Diversão’ terá edição especial
dez11

‘Feirinha – Arte, Cultura e Diversão’ terá edição especial

Nos dias 15 e 16 de dezembro, acontecerá a edição especial da ‘Feirinha – Arte, Cultura e Diversão’, no Instituto Cultural Brasil – Estados Unidos (ICBEU), das 9h às 17h, e atenderá, durante os dois dias, 160 crianças acompanhadas de um responsável por meio de inscrição prévia. Todas as atividades do circuito seguirão normas de higiene e segurança para salvaguardar os participantes do evento, que recebe o apoio da Prefeitura de Manaus por meio do edital da ManausCult. A ‘Feirinha’ é uma produção independente que promove para as crianças o conhecimento, lazer e entretenimento a partir de atividades artísticas e culturais na cidade de Manaus, como elucida a coordenadora Camila Maria. “Nosso projeto sempre procura oferecer ambientes culturais e criativos para a infância pois acreditamos que estes colaboram para o desenvolvimento e o despertar de habilidades cognitivas das crianças”. De acordo com a coordenadora, nesta edição, as atividades da ‘Feirinha’ serão realizadas em circuitos fechados com número limitado de crianças por Estação de brincadeira. “Vamos oferecer uma programação multicultural com segurança para família, por isso cada estação receberá apenas cinco crianças por vez, estas receberão um kit individual para brincar, e no intervalo de cada grupo será feito a higienização dos espaços”. Para democratizar o acesso ao evento, por conta do número limitado de participantes, a programação de palco da Feirinha será transmitida Ao Vivo no YouTube, no canal da Feirinha. O Icbeu, apoio cultural da Feirinha nesta edição, fica localizado na Av. Joaquim Nabuco, 1286, centro da cidade de Manaus, oferece estacionamento exclusivo e segurança para a realização do evento, como aferição de temperatura, álcool 70%, e tapete sanitizante na entrada da instituição. Inscrições As inscrições serão realizadas pela plataforma Sympla, onde cada responsável pode inscrever apenas uma criança. No ato da inscrição os pais devem atentar para as medidas de segurança do evento, como utilização de máscaras logo na entrada. Clique aqui para realizar a inscrição. Programação Apresentações de Dança, Música, Circo e Teatro vão compor a programação de palco da Feirinha, como explana a produtora do evento Gisele Rikerr. “Estas atrações serão realizadas na área kids do Icbeu, que é uma área aberta, onde cada grupo por vez poderá se acomodar devidamente com o distanciamento necessário”. Após a apresentação do palco, as crianças seguirão para o circuito de brincadeiras e oficinas, nesta edição serão sete Estações: Oficina de artes, Estação Tabuleiro, Estação Circo, Contação de História, Exposição de arte, e Árvore Literária. A novidade será a visitação à duas Exposições de Arte, a Exposição temporária ‘Linhas do Tempo’ e a Exposição permanente ‘The Art Collection’ do espaço cultural do Icbeu. Sobre a Feirinha A Feirinha é fruto do trabalho de conclusão de curso dos alunos da Pós em Gestão e Produção Cultural da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e é composta por Ana Oliveira, coord. de...

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Golias
nov17

Golias

Parte I – Algo mudou Depois que a peste se instalou na cidade eu abandonei o tempo. Só vejo chuva. Me aprofundei sobre o tema da moléstia planetária e depois abri mão de tudo quanto era modo de informação. Sem televisão, redes sociais, fuxico de corredor ou qualquer tipo de signo que me trouxesse a essa realidade com “olheiras e olhos profundos” que assolava a minha vida. Só quem sussurrava algo do hoje era a dona Jocasta que morava no terceiro andar, tinha 92 anos e era irrepreensível há décadas. Ela gritava uma palavra que me trazia ao contemporâneo e seu peso. Lia Graciliano e fazia o almoço. A chuva se instalou na cidade há dias, havendo variações de intensidade e por duas tardes apareceu a famosa chuva branca amazônica, diziam alguns, que ela realizava pedidos. Sentia a mudança do tempo pela madrugada após o segundo canto, ela se levantava e vestia-se para trabalhar, salvar vidas, eu não me mexia, fingia que estava dormindo, mas estava chorando, pois sabia que qualquer dia desses o telefone iria tocar e eu ouviria a frase “Amor, estou infectada…”. Ter certezas, as vezes, é desnecessário. Tudo seguia essa cinza cena em meu microcosmo, exceto por duas novidades: No terceiro canto do galo percebi que a chuva tinha cessado, e o milho havia terminado. Parte II – A saída Usei todos os protocolos de segurança para sair. Haviam bilhetes espalhados por vários cantos da casa, com prescrições médicas caso fosse tocado pelo mal, profilaxia recomendável, uso dos Epi’s necessários para saída de casa, receita de bolo, poemas coletivos…  Peguei a bicicleta e saí na Monsenhor Coutinho, uma rua silenciosa e quase solitária do centro da cidade, tinha esse nome em homenagem ao padre paraibano que fez muito pela caridade e foi levado a beatificação, espero que tenha sido, também, pelo reconhecimento do trabalho nordestino na construção dessa capital. Muitos morreram de malária e outras doenças tropicais para retirar a seringa e reger os alicerces de Manaus com seus centenários. De volta a rua, provavelmente povoada por cachorros, ratos e prédios entediados por não ver uma novidade trafegando a sua frente, eu aguardava um acolhimento frio e distante como de costume. Dessa vez foi pior, nem o amigo vento estava lá, apenas duas mucuras passaram apressadas na esquina da praça do congresso, indo em direção ao prédio dos correios, alguma urgência telegráfica. -Rss. Parei rapidamente para olhar a praça e lembrar de momentos vividos ali, os festivais, namoros, porres, brigas, as primeiras reuniões para a criação de nossa revista literária, manifestações políticas… Tudo na minha cabeça e não se encaixava mais naquele local que vi....

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Hadna Abreu apresenta “Linhas do Tempo: De volta pra Casa”
nov04

Hadna Abreu apresenta “Linhas do Tempo: De volta pra Casa”

“Linhas do Tempo-De volta para casa”- É o título da mais nova exposição da artista visual Hadna Abreu, que estreia no dia 19 de novembro, às 19h00, na Galeria de Artes “The Art Gallery”) do Instituto Cultural Brasil- Estados Unidos (ICBEU), localizado na Avenida Joaquim Nabuco, n.1286, Centro. UM CAMINHO DE VOLTA PRA CASA A primeira edição da exposição “Linhas do Tempo” ocorreu em 2013, na galeria do Largo, e de lá pra cá, já se passaram sete anos. E assim como na vida, para Hadna, as “Linhas do Tempo” também se transformaram, mas a ESSÊNCIA e o que dá sentido a tudo, desde o início da sua trajetória permanece: O amor e a gratidão por seus Avós, sua maior fonte de inspiração. PROTOCOLOS Devido a pandemia do novo coronavírus (COVID/19), para que se evite aglomerações e possibilidades de contágio, o acesso à galeria, no dia do evento de lançamento e ao longo de todo o período disponível para visitação, será restrito a um total de 60 pessoas, com o uso obrigatório de máscaras ou outro equipamento de proteção individual, e agendamento prévio através do site www.icbeu.com A exposição permanece em cartaz na Galeria do ICBEU, de 19 de Novembro até 18 de Dezembro. As visitas podem ser realizadas de segunda a sexta-feira, de 15h00 às 19h00 e aos sábados, de 09h00 às 12h00. O acesso é gratuito. COM A PALAVRA HADNA ABREU “A exposição sempre esteve em meu coração, cada vez que alguém a citava, comentava e mencionava ou, até mesmo, me marcava em fotos com as obras, algo acionava em mim, precisei de sete anos para entender que o aviador (principal personagem, meu avô) não foi embora de vez, chegaria o dia de sua volta. Esta exposição é uma homenagem aos meus avós, e a todos do mundo que sempre cuidaram verdadeiramente de nós.” O QUE MUDOU DE LÁ PRA CÁ? “Começa em mim. Muita coisa, eu mudei, todos nós mudamos nestes sete anos, a linha do tempo não parou para ninguém. A cada dia ficamos mais velhos e damos espaço a outros mais novos. Minhas obras, já não são mais espontâneas como antes, eu as planejo mais, demoro para realizá-las. Neste ano de 2020, passamos por muitas coisas juntos, mas distantes, ainda não voltamos ao normal, meu trabalho também sofreu esse impacto, e creio que por conta disso, o nome da 2º edição, que é DE VOLTA PARA CASA, ainda ficou mais significativo, parece que por alguns meses fomos teletransportados para outro mundo, e estamos ansiosos, e impacientes para voltamos para nosso mundo normal. Essa exposição não se trata apenas de idosos, cada personagem pode ser...

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Amanhã tem pedalada pelo’Setembro Amarelo’
set28

Amanhã tem pedalada pelo’Setembro Amarelo’

O grupo Pedalando Com Você, Comissão dos Ciclistas do Amazonas e diversos grupos ciclísticos de Manaus e do interior, se reúnem nesta terça-feira (29), no bairro Alvorada para uma pedalada promovendo o ‘Setembro Amarelo’, uma campanha de prevenção ao suicídio e depressão. O passeio ciclístico será entre as ruas do bairro Alvorada, zona centro-oeste da cidade de Manaus, os participantes estarão levando bandeiras e apitos em suas bicicletas para chamar atenção dos moradores ao tema.  Com as bicicletas amarelas, 50 mulheres estarão de frente pedalando para fixar a cor da campanha. Segundo Fernando Barroso, presidente da Comissão dos Ciclistas do Amazonas: ‘A nossa pedalada tem a iniciativa de chamar atenção. É importante cada um ajudar aquela pessoa que precisa do nosso apoio junto com um grande abraço. A gente entende que a bicicleta pode ser muito importante nesse processo de prevenção ao suicídio e depressão, a pessoa se sente livre, cuida da saúde, faz novos amigos, tem novas atividades, novas programações e isso ajuda muito.’ Quem quiser participar do evento, basta entrar em contato pelo número de telefone (92) 99247-1202 via WhatsApp.  A inscrição é feita por um apoio simbólico de dois brinquedos de qualquer valor, o inscrito recebe a senha para participar do sorteio de duas bicicletas, cestas básicas, óculos de sol, lanches e duas cortesias para o Passeio Safári Amazônico Olímpio Carneiro Turismo com almoço incluso, juntamente com saída e retorno pela área da Piscina do Tropical Executive Hotel. A pedalada tem o horário da concentração marcada para às 19h30 e saída 20h na Rua Professora Rosa Gomes (Antiga Avenida F), 126 – Alvorada 1, próximo à Feira Coberta e Loja...

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