A gastronomia ancestral Amazônica em São Gabriel da Cachoeira
abr25

A gastronomia ancestral Amazônica em São Gabriel da Cachoeira

E a silhueta esta de perfil, magnífica imagem da natureza que nos recebe com sua receptividade familiar como as suas comunidades indígenas que assim como o índio Ararigbóia, são ancestrais. Horizonte em que o verde nos apresenta com os seus 50 tons de selva em suas suas copas robustas de deixar qualquer arranha-céu sentir-se como uma construção do canteiro de obras. A viagem de barco expresso é algo único que todo gastrônomo deveria experimentar tipo os sabores e iguarias que essa terra produz. À beira do rio cortinas de água envolvem as árvores, praias surgem em meio à selva amazônica. Emerge um boto cinza, um canoeiro atravessa o rio calmamente como se o mesmo fosse o abstrato da paisagem. Ao mesmo tempo que os passageiros com seus mochilões multicoloridos, multifuncionais e proparoxitonais familiares do Norte do Brasil, tem seu destino, seu job ou serviço a ser prestado com excelência, há também vários barcos e embarcações atracados e com seus ribeirinhos a pular, a pescar e a nadar nesse majestoso Rio Negro, ou melhor, Alto Rio Negro, com suas inúmeras e enigmáticas pedras ancestrais assim como a sua Gastronomia Amazônica... E sim! – Havia, sim, pedras em meu caminho! Ao observar atentamente vejo que são imensas as rochas e os minerais com seus designs majestosos, imensuráveis e intocáveis assim como essa parte da floresta, com seu caminho cortado pelo nosso barco expresso, ficando para trás todo o respeito e zelo pela floresta, e sim nesse momento respiro água e sim os ribeirinhos sabem viver e sim há botos cinza enormes também no Alto Rio Negro, este mesmo rio calmo e silencioso onde apenas ouve-se o barulho do motor do barco expresso, um longo e reluzente tapete negro nos rodeia, e mais rochas ancestrais e mais botos cinza, do lado esquerdo tempo de chuva no horizonte e ao lado direito já não há cortinas de água elas agora dissipam e parece fumaça fazendo a floresta respirar e inspirar novas propostas gastronômicas que este chef Rômulo Moreira, vos relata. Incomparável tal beleza de seus rios, e sim há morros, serras e montanhas no Alto Rio Negro, a cada novo emaranhado de floresta e rio há cocção na cozinha do barco expresso afinal este também é um artigo gastronômico. Cardápio do almoço: carne guisada acém, com arroz branco, feijão completo, macarrão e legumes a vapor (cenoura, brócolis e couve-flor) na cozinha que mais lembra um closet de um loft na Avenida Paulista. Nós gastrônomos nos adaptamos em quaisquer lugares e situação que nos insere. Afinal estamos aqui para levar a promoção da saúde e a recuperação da mesma também na Gastronomia. E a cada desvio das rochas e minerais...

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Que tal um passeio turístico e gastronômico pela Amazônia?
mar09

Que tal um passeio turístico e gastronômico pela Amazônia?

O Projeto tem a parceria filantrópica entre o chefe Dedé Parente e o restaurante comunitário Sumimi, na comunidade de Cuieiras no Rio Negro, para aproximar a iniciativa popular regional e local, a cultura gastronômica milenar indígena, os costumes comunitários, com o profissionalismo de uma grande rede de restaurantes que já avançou pelo restante do País levando a gastronomia do Norte. Localizado no Rio Negro, as margens da Boca do Rio Cuieiras, na Comunidade Três Unidos (aldeia Kambeba), o restaurante Sumimi vem se destacando pela sua gastronomia indígena sob o comandoda Chef Miskui Kuira com apoio filantrópico do Chef Dedé Parente, do Grupo Dedé.O evento começa domingo, dia 11 de março e será realizado no segundo domingo de cada mês com a capacidade máxima para quarenta pessoas, este é um passeio que terá translado, brunch, recepção, arquearia, trilha, shopping da selva, lazer na praia, redário e um almoço especial feito pelas chefs da tribo kambeba com a companhia do renomado chefe Dedé Parente. O Restaurante Sumimi é uma iniciativa de um grupo de 10 mulheres indígenas da Comunidade de Cuieiras, que de forma comunitária construíram e mantém um restaurante local que visa atender os viajantes, turistas e aos que circula pelas águas do Rio Negro, a proposta é atual, alinhada com objetivos globais de distribuição de renda e melhoria da vida social, inclusão da mulher no ambiente de negócio, além de ecologicamente também alinhada com princípios globais, quando de forma bastante consciente se destacam pelo cuidado com os resíduos, a higiene e organização ambiental do negócio. De acordo com a Chef Miskui a parceria está dando muito certo, pois elas puderam fundir a própria culinária indígena com a culinária do Dedé, amazônica, e assim surgiu o prato Fani, que foi apresentado na Figa 2017 se tornando um grande sucesso desta mistura de culinárias, afirma. O Grupo Dedé vem através desse projeto dando suporte filantrópicoao restaurante, com a finalidade de transferir tecnologia, conhecimentos e práticas de empreendedorismo, legislação, técnicas de gastronomia e claro recebe a troca de conhecimentos e técnicas utilizadas há séculos pela cultura indígena na culinária, além do imenso retorno social que é para o Grupo apoiar uma iniciativa de tanto estímulo para metas globais tão almejadas pela sociedade na atualidade. A saída será as 8hs de Manaus pela Marina do Davi, Ponta Negra e o retorno será as 16 hs. O passaporte esta sendo vendido no valor de R$ 150,00, pelo fone: 99214-2382 – Cleverton e serão vendidos somente 40 passaportes no passeio ao restaurante Sumimi. ROTEIRO DO ALMOÇO – 11.03.18 08:00 Saída da Marina do Davi 09:30 Recepção: Brunch na chegada 10:30 Arqueiro (arquearia) Trilha curta Shopping...

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Que tal uma trilha noturna na floresta?
set27

Que tal uma trilha noturna na floresta?

Depois do sucesso do lançamento, o Museu da Amazônia promove pela segunda vez o percurso noturno nas trilhas da floresta. A programação é uma experiência surpreendente mesmo para quem já visitou o Musa outras vezes. Durante a noite os animais têm comportamentos diferentes e o passeio vira uma verdadeira aula prática de biologia. A caminhada noturna nas trilhas será neste sábado (30/9). A atividade começa às 17h com a contemplação do pôr do sol do alto da torre de observação. São 42 metros de altura com visão privilegiada do topo das árvores. Depois será feita a caminhada com instrutores pelas trilhas do Musa. Uma oportunidade única de conhecer mais sobre a floresta, seus sons e os hábitos de muitos animais à noite. Para participar é preciso fazer agendamento.  As vagas são limitadas e é necessário que todos usem roupas adequadas para a atividade. O participante deve vir com calça comprida, camisa de manga longa, sapato fechado (tênis ou bota), boné ou chapéu, além de usar repelente e trazer uma lanterna (de mão ou de cabeça). Esses materiais não serão oferecidos pelo Musa. Esta programação está aberta apenas para maiores de 18 anos.   Quando? 30/09 (sábado) Onde? Museu da Amazônia, Av. Margarita (antiga Uirapuru), s/n - Cidade de Deus – Manaus Programação: 17h00 - subida na torre de observação para contemplação do pôr do sol. 18h30- Instruções para a caminhada noturna. 18h30 às 20h00 - Caminhada nas trilhas do Museu da Amazônia. Inscrições: (92) 3582-3188 / 99280-4205 /agendamento@museudaamazonia.org.br Valor: R$ 80,00 por pessoa VESTIMENTAS E EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS: - Calça comprida; - Camisa de manga longa; - Sapato fechado (tênis ou bota); - Boné ou chapéu; - Lanternas (de mão ou de cabeça); - Repelente Musa - Museu da Amazônia Av. Margarita (antiga Uirapuru), s/n Cidade de Deus – Manaus (AM) CEP: 69099-285 Telefones: (92) 3582-3188 e (92)...

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Os Tucumanus e Jamrock no Caldeira
nov01

Os Tucumanus e Jamrock no Caldeira

Um clima de luau em pleno Centro da cidade vai reunir as bandas Os Tucumanus, do Amazonas; e Jamrock, de Roraima; no dia 9 de novembro, no Bar Caldeira (Rua José Clemente, 237, Centro), a partir das 21h, com acesso gratuito. O Luau Briza - Dois palitos e uma chama cultural será o encontro de sonoridades, artes e boas vibrações pelo movimento cultural do norte brasileiro e contará com participações especiais do grupo Pusanga, do Amazonas; e a cantora Leka Denz, de Roraima. O evento vem com a proposta de unir os dois Estados no primeiro passo para criação de um festival que estreitará os 800km que os separam. “É o primeiro passo do projeto que vai unir talentos artísticos do Amazonas e Roraima em um festival chamado BR-174, apelidado de Briza, porque com dois palitos, que representam os Estados; os numerais 7 e 4, viram, respectivamente, Z e A”, explica Denilson Novo, guitarrista dos Tucumanus e idealizador da proposta. “BR-174 é o primeiro título e o apelido Briza é uma consequência de alguns exercícios gráficos com as letras e os números”.   Anfitriã da noite, a banda Os Tucumanus também celebra a boa fase da carreira, que completa 10 anos em 2016. Neste mês, o grupo lançou o novo single, da música ‘Até o Sol Sair’, gravado no estúdio Júpiter, com engenharia de áudio de Armando Mendes e masterização na Espanha, no Mastering Mason Studio. “Esse single veio como a cereja do bolo, em celebração ao momento produtivo que vivemos. Nova fase, nova formação e novo gás para os próximos anos”, comentou Denilson. “O clima está propício para a fluência de novos projetos e essa parceria com os artistas de Roraima é um bom exemplo disso”. Além de Denilson, Os Tucumanus têm Clóvis Rodrigues no vocal, Mário Ruy Carvalho no baixo, Matheus Simões na bateria e Samuca na segunda guitarra, o que rendeu ao grupo um novo formato, com arranjos diferentes. No setlist estão confirmadas ‘Vida de quinta’, ‘Telengotengo’, ‘Carapuça’, ‘Palafitas’, ‘Na rede’ e ‘Tudo em comprimidos’. A Jamrock, com seis anos de estrada, volta a Manaus paraapresentar novidades, como as canções do terceiro disco, que traz no conceito a mistura de modernidade com raiz. Entre as músicas do repertório está ‘Intolerância’, carro-chefe do novo trabalho. “A Jamrock surgiu com a proposta de reggae e rock, que continua na nossa música, mas ganhou influência de ritmos como cumbia e beiradão. A gente já excursionou pela Amazônia algumas vezes e isso acabou modificando o som, que considero um pop amazônico”, definiu Bebeco Pujucan, que comanda no samples e gaita da banda. Conforme Bebeco, o que marca o CD novo,...

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Rio 2016 – O Maior Espetáculo da Terra!
ago27

Rio 2016 – O Maior Espetáculo da Terra!

A Olímpiada no Rio acabou, atletas e turistas levaram na bagagem a palavra SAUDADE e também a deixaram entre nós. Imagens lindas e marcantes não saem da minha cabeça. Posso dizer que minha experiência foi maravilhosamente sensorial. Vou te contar um pouco das recordações que continuam me causando encantamento… O sucesso da Olimpíada no Brasil não foi nenhuma surpresa, eu já esperava que o evento fosse maravilhoso, mas mesmo assim, superou todas as minhas expectativas. É como se olhar no espelho e gostar do que vemos: Somos capazes, somos inteligentes, temos potencial e podemos fazer bem feito tudo que quisermos! Cerimônia de Abertura – O Maior Espetáculo da Terra Já de cara, na cerimônia de abertura, fiquei de olhos vidrados e queixo caído. A emoção aflorava diante de cada detalhe que retratava a cultura, história, raízes, arte e criatividade do povo brasileiro. O impacto de ver Santos Dumont sobrevoar o Rio de Janeiro no 14-Bis ao som do Samba do Avião explodiu meu coração de entusiasmo. Enquanto ele cruzava os principais pontos turísticos e belezas naturais da Cidade Maravilhosa, as lágrimas de deslumbramento escorriam. Ao ouvir Garota de Ipanema e apreciar o desfile da majestosa Gisele Bündchen eu já estava completamente alucinada! Contrastes No Maracanã vimos muito mais do que modernidade, tecnologia, inovação, e profissionalismo. O mais bonito foi a união de raças, a euforia e o calor humano de uma festa alucinante. Apesar de toda exuberância, minha cabeça – sempre em Atividade Pensante – teimou em se perguntar novamente sobre os contrastes ali ostentados. De um lado a riqueza e alegria da festa, do outro, as mazelas do país e as tristezas que o povo padece. Questionei mais uma vez sobre como aquele dinheiro poderia ter sido empregado de maneira mais proveitosa e humana. Imaginei que o Brasil fosse um pai e nós, os cidadãos, seus filhos. Pai é alguém que quer o bem dos filhos. Qual o pai deixaria os filhos a mercê de necessidades básicas para gastar seu dinheiro promovendo uma festa de porte gigantesco? Nenhum bom pai faria isso. Ao pensar em Olimpíada e Copa do Mundo no Brasil eu sempre refleti assim. Fui contra, por não termos condições de nos dar a esse luxo. Mas como eu não poderia mudar o fato, aceitei e passei a torcer a favor. A satisfação e o sucesso da Copa em casa me deixaram como o Cristo Redentor, de braços abertos para receber os atletas e turistas. Medalha de Ouro para a União dos Povos A entrada das delegações celebrou a aliança dos povos com a intensidade que só o esporte consegue promover. Atletas de países ricos e pobres...

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Concurso de Telas do Festival de Parintins 2016 anuncia vencedores
abr29

Concurso de Telas do Festival de Parintins 2016 anuncia vencedores

O Concurso de Telas para Escolha do Cartaz Oficial do Festival de Parintins 2016 teve participação de obra especial produzida no pavilhão de presos provisórios na Unidade Prisional de Parintins. Apesar de não ter ficado entre as cinco classificadas, a tela “Parintins, Terra dos Sonhos”, de Andrei Souza dos Santos, 27 anos, ganhou grande repercussão entre o público durante a exposição no Centro de Atendimento ao Turista (CAT). O artista atua no Boi-Bumbá Caprichoso, na equipe de Juarez Lima. No total, 47 telas foram inscritas no evento realizado pela Associação dos Artistas Plásticos de Parintins (AAPP), em parceria com a Prefeitura de Parintins, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Sectur), com apoio do Governo do Estado. Andrei Souza dos Santos já havia concorrido no Concurso de Telas e recebeu incentivo da esposa, Rosane Andrade da Silva, para pintar a tela. A companheira comprou material e o artista confeccionou a obra em dois dias dentro do presídio.   De acordo com Andrei dos Santos, a pintura retrata uma logomarca estilizada para identificar o Festival de Parintins. “Representa a festa das cores, união de azul, vermelho e branco. Significa o amor e paz”, revela. Mas o artista não se limitou a apenas abordar a festa folclórica e através da obra se manifestou de forma crítica. “Por trás de tudo isso, tem uma coisa a mais guardada. As mãos escondem o rosto e deixam aparecer o olhar. É o olhar que eu quero que a sociedade tenha daqui”, explica. Mesmo preso, o artista quis chamar atenção em relação a discriminação sofrida pelos presos. “Que a sociedade olhe para nós com outros olhos e não dessa forma, como se a gente não tivesse capacidade, valor, de aqui dentro só existe malfeitores. Aqui se produz arte. Tem muitas coisas aqui que podem ser aproveitadas.  Aqui tem marceneiro, pedreiro, artesãos, entre outras pessoas discriminadas. Minha esposa me incentivou a fazer esse trabalho e ajudou até na parte da ideia”, declara. O secretário da Sectur, Zezinho Faria, afirma que Concurso de Telas possibilita a socialização através da arte. “É muito abrangente. Além do presidiário, artistas de outros municípios concorreram. O concurso cresce e a perspectiva é que no aniversário de Parintins seja um grande evento, com eliminatórias e aberto para votação do público pelas redes sociais”, assegura. AAPP e Sectur planejam próximo Concurso de Telas para o aniversário de Parintins, na primeira quinzena do mês de outubro deste ano. Impressão do cartaz Zezinho Faria viajou a Manaus nesta semana para apresentar à Secretaria de Estado de Cultura (SEC) a foto da tela, escolhida através de concurso para ser o cartaz do Festival Folclórico de...

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