Bryse se apresenta com videoclipe “Navegando”
maio04

Bryse se apresenta com videoclipe “Navegando”

Bryse é um projeto musical do baixista da banda Nítidos, Denny e outros músicos da noite Manauara. A princípio essa reunião resultou em um EP de cinco músicas, onde tem a mistura do reggae, pop e regional numa pegada mais acústica, com cajón (Max Marcelo) e escaleta (Neto Zyon). O vocal fica por conta do Caio e a harmonia do grupo com o Fly. No primeiro trimestre de 2018 a banda lança duas músicas, “Navegando” e “um violão e dois Brincos de Açaí” que conta com a participação do Jander Manauara. O single de estreia fica por conta de “Navegando”, com direito a videoclipe. Continue lendo para assistir. Serve como cartão de visita, tem a sonoridade e textura bem característica da proposta de som do grupo. O EP se chama Forte Navegando e conta ainda com dois reggaes, “Faixa de Gaza” e “Brisa”, e tem a música de abertura “Forte”, que é a canção chave do projeto. BRYSE É: CAIO – voz; MAX MARCELO – percuteria, voz; FLY SENA – guitarra, teclado e voz; DENNY – baixo; NETO ZYON –...

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“Roller Coaster Man” da cantora Anne Jezini ultrapassa 20mil acessos em menos de 20 dias!
abr24

“Roller Coaster Man” da cantora Anne Jezini ultrapassa 20mil acessos em menos de 20 dias!

Dirigido por Ale Mortágua, a cantora amazonense Anne Jezini, lançou o vídeo do single Roller coaster Man no último dia 05 e já ultrapassou vinte mil acessos. A música de Jezini, escrita por ela e por Lucas Santtana, faz parte do Disco Cinética - disponível em todas as plataformas digitais. Com a participação da atriz Marcela Maia e do ator Felipe Barros, diretor retrata a montanha russa de um relacionamento tóxico usando a atmosfera noturna, neon e um Chevette 77 nas ruas de São Paulo. Alê, comenta a escolha de Felipe e Marcela, “eles já tinham trabalhados juntos no meu longa metragem e eu gosto de criar um ambiente para trabalhar com amigos. São dois atores muito incríveis que entregam muito e possuem uma química incontestável.” O clipe tem a intenção de ser uma brisa do que acontece na cabeça de uma pessoa que está num relacionamento conturbado, com os altos e baixos que a música fala. Do tipo, “Ah ele me agride verbalmente, mas ele me traz flores e é fofo”.  Confere aí o resultado...

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MACONHA: O que você tem curiosidade de saber mas nunca teve coragem de perguntar
abr20

MACONHA: O que você tem curiosidade de saber mas nunca teve coragem de perguntar

Quem tem seda? On Jack Tall Back? Negativo. Em homenagem ao 20/4, aí vai um questionário de perguntas frequentes que os usuários da erva sempre precisam responder (nem sempre com tanta franqueza). Longe de mim fazer algum tipo de apologia ao uso, mas de fato, é que 20 de Abril de 2018, esse assunto precisa ser melhor difundido e quem sabe debatido nas rodas de conversas por aí! Porque consumir maconha? Acredito que esta seja a pergunta mais subjetiva do questionário, ela abre a série de perguntas justamente para evitar a polêmica que foi tão massificada de que a erva era a porta de entrada para outras drogas. Quando na verdade deveria ser uma escolha voluntária como beber refrigerante ou comer carne vermelha. O uso medicinal ou recreativo ainda divergem nas opções de consumo, é por isso que o Estado não deveria interferir nisso. O estimado livre-arbítrio deveria ser fator principal de decisão. Meu corpo, minhas regras. A opção de fumar se tornou mais popular, fazendo com que pessoas que odeiam cigarros, charutos ou tabaco em geral, abrir mão e fazer o uso assim mesmo. Qual o principal efeito?   Maconha é o nome popular de uma planta chamada Cannabis, dentro de tantas variações algumas delas possuem ações diferentes no corpo. Além do formato, ‘Sativa’ ou ‘Indica’ cada uma tem uma concentração especial, por exemplo: a sativa otimiza do humor e desperta uma vontade de encarar a vida com mais tranquilidade. Expressão de sentimentos e até potencializa alguns. Como num dia triste, em que pode sim dar uma experiência mais reflexiva. Já a Indica tem o poder mais relaxativo, (In couch / no sofá), praticamente um presente pro corpo após uma longa jornada de trabalho e até meio analgésico. Quanto tempo fica no corpo? Consumir o THC (TetraHidro Canabinol - principio ativo que dá o barato) pode variar para chegar ou ir embora. Seguindo os padrões tradicionais como fumar um baseado, o efeito dura em média duas horas, tem gente que consegue sentir até 8 horas depois do consumo. Se for fazer um exame toxicológico pode ficar alguns dias. Em caso de ingestão na comida, pode ser até mais rápido.  Capsulas, chás, óleos, foram desenvolvidos para uso medicinal em tratamento de doenças como mal de Parkinson, Alzheimer, anorexia, glaucoma e outras que comprometem o sistema psicomotor no corpo.  Qual o risco de dependência? Moderado. A predisposição em dependência química pode incentivar o cidadão a querer consumir muito, mas geralmente, a dependência é física. Você gosta, você usa. Conheço pessoas que por opção abriram mão por meses e até anos sem nenhum dano físico. A máxima que dizem “paro quando quiser”...

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O Hip Hop é o Lugar!
abr03

O Hip Hop é o Lugar!

O Hip Hop tomará o Teatro Amazonas nesta terça - feira (03/04) com o espetáculo "O Hip Hop é o lugar" que contará com a participação dos 4 elementos da cultura Hip Hop e suas vertentes. A ocupação começará na parte externa do Teatro às 17 horas com Graffiti ao vivo na participação da Graffiteira Deborah Erê confeccionando um painel. Painel esse que irá compor o cenário do espetáculo, que iniciará às 20 h tendo como trilha a banda Manauaras em extinção , DeeJay Carapanã e Marcos Tubarão. O Break ficará por conta da NATIVOS CREW , além da presença da vertente Beat Box, Popping e as participações de Abner Viana e Robson Andrei Ambrósio nos metais. O publico (na entrada) deixará temas para os rimadores de improvisos entrarem na interação com o espetáculo no palco. A entrada será gratuita, mas por opção haverá doação de 1 kg de alimento à Casa Mamãe Margarida. O espetáculo foi contemplado com o edital de ocupação dos espaços abertos 2018 da Secretaria de Cultura do Estado do Amazonas (SEC - AM) e será uma realização Nativos Crew Produções/ Origenas...

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Bloco na Rua – Ocupações Artísticas
mar31

Bloco na Rua – Ocupações Artísticas

Bloco na Rua #2018 • ocupações artísticas | 31 SAB | 16h20 a 00h | Rua José Clemente, Centro. LIVRE ACESSO 16h20 | Maracatu Pedra Encantada 17h as 18h | Gramophone 18h as 18h20 | DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Fabio Madruga Madruga 18h20 as 19h20 | O tronxo 19h20 as 19h40 | DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Video-doc Fanzines 19h40 as 20h40 | Pororoca Atômica 20h40 as 21h | DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Literatura Marginal 21h | Jam rock (RR) 22h as 22h20| DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Performance 22h20 | Casa de Caba Cenário de Palco: Diego Batista Gama e Keila Serruya Video Instalação | Palco | gif DEUS EM PROCESSO Fotos exposição | Palco | fotos MIL MORTOS | Matheus Belem | Farias Video Mapping| paredão | Marcelo Rosa Lambe-lambe | paredão | Damaiia Performance: Uýra Sodoma (Emerson Munduruku) Apresentação : Maria Moraes e Emerson Munduruku Literatura Marginal | Palco | Rojefferson Moraes Exibição Video-doc Fanzines | Jefferson Pinho Espaço Gastronômico | Espaço Infantil | Rua | Realizaçãode : Casa de Caba, Chá de Papoulas e PIRÃO AM. Evento realizado com Apoio da Secretaria Cultura do Amazonas e Viva...

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Mulheres vão às ruas no 8 de Março em Manaus
mar08

Mulheres vão às ruas no 8 de Março em Manaus

Pela igualdade de gênero e contra a violência, mulheres indígenas, brancas, pretas, cisgênero, lésbicas, transexuais e transgênero irão às ruas neste 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, em defesa dos direitos trabalhistas, à saúde, à segurança e a luta contra as privatizações e retirada dos direitos da previdência, em Manaus. O ato Paralisação Internacional das Mulheres. Perda de Direitos? Eu não aceito! começa às 15 horas com a concentração na Praça da Saudade, no centro da cidade. A partir das 16h, as manifestantes caminham em marcha até o Largo São Sebastião, onde haverá a partir das 18h o show Ouvindo nossas vozes! com as apresentações de grupos de danças: Circular do Espaço Feminista Uri Hi, Maracatu Baque Mulher Manaus, Mara Pacheco, Cia de Dança Uatê e Kirar (Dança conosco); de música com Kamylla Vitória, Catarina; performance da atriz Maria Moraes; poesia com Mulheres In Rima feat Rebeca, Carol Calderaro e Roselayne Castro; além do show de Melany Marinho. O ato Paralisação Internacional das Mulheres. Perda de Direitos? Eu não aceito! é organizado por movimentos sociais, fóruns, ativistas, organizações sindicais e coletivos feministas do Amazonas. Foi de movimentos assim que as mulheres conquistaram no Brasil o direito ao voto em 1934. Com o período da Ditadura Militar, de 1964 a 1985, as mulheres começaram a se organizar em grupos de discussão sobre a questão da mulher. Em 1978, aconteceu o primeiro Congresso da Mulher Metalúrgica, em São Paulo. Elas intensificam a luta por creches, direitos trabalhistas, salários iguais ao dos homens, serviços de atendimento (educação, saúde e vítimas de violência) e pela divisão do trabalho doméstico. Em 1985, surge a primeira Delegacia da Mulher em São Paulo. Já no Amazonas, a delegacia foi inaugurada em 1987. Só em 2006 é que o governo federal sancionada a Lei Maria da Penha (Lei 11. 340) para combater à violência doméstica contra a mulher no Brasil. A norma estabeleceu que a violência doméstica –física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral– é crime.  Clique aqui e confirme presença no evento! Em coletiva realizada nesta terça-feira (6) com as coordenadoras da manifestação na Galeria do Largo, em Manaus, Luzarina Varela da Silva, ex-metalúrgica e uma das fundadoras do Fórum Permanente das Mulheres de Manaus, contou como participou do primeiro ato em que as mulheres da capital amazonense foram às ruas para reivindicar os direitos e lutar contra a violência, em 1985. “Aqui no Amazonas temos alguns marcos históricos, na categoria dos metalúrgicos, da construção civil, conseguimos conquistar a estabilidade da gestante, que hoje para quem não sabe, não é nada, não é muita coisa, mas na época, na década de 70 e 80, principalmente as operárias do comércio e da indústria, elas entravam na fábrica e quando engravidavam,...

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