DJs Dubdogz, Doozie, 4i20 e Pleight no Selva Day Fest
jan16

DJs Dubdogz, Doozie, 4i20 e Pleight no Selva Day Fest

Com os nomes em alta na cena eletrônica nacional e internacional, os DJs Dubdogz, Doozie, 4i20 e Pleight comandam, em Manaus, a balada Selva Day Fest. O evento acontece no próximo dia 24, a partir das 22h, no Copacabana Choperia, localizado na Av. do Turismo, no Tarumã. Os fãs de e-music poderão conferir de perto o trabalho dos irmãos gêmeos Marcos e Lucas Schmidt, que há quatro anos formam o Dubdogz. Com passagem por grandes festivais como Lollapalooza, Tomorrowland Brasil e XXXperience, a dupla de Juiz de Fora (MG), vai animar a pista com seus maiores hits, como Techno Prank, Feel The Vibe (UH UH!) e Alors On Danse (Dubdogz Remix). Já o DJ catarinense Rodrigo Kost traz para o público amazonense o seu projeto Doozie Music, um misto de tech house, techno, deep house e o inovador gangsta house, estilo inspirado no deep funky e no hip hop dos anos 80. O artista é presença garantida em festivais e baladas de música eletrônica do mundo todo, figurando no line-up do Ultra Música Festival Brasil, Eletric Zoo, Dream Valley, entre outros. A pista do Selva Day Fest também vai “ferver” ao som do 4i20, projeto do DJ e produtor musical curitibano, Tiago Sena. Com uma jornada de quase 15 anos dedicados à música eletrônica, o artista passeou por diversos estilos até que, em 2012, criou o projeto que o consagra atualmente como um dos maiores talentos do cenário brasileiro. Tiago ainda é fundador e curador artístico de uma das mais importantes gravadoras de psy trance do mundo, a Alien Records. Quem completa o line-up nacional é o DJ e produtor paulista Eduardo Banzoli, o Pleight, que agitará a festa com muito tech house. Conhecido pelo bordão “prato que voa”, o artista de 23 anos e apenas dois de carreira já possui mais de 250 tracks em seu portfólio que vem chamando atenção de grandes nomes do cenário eletrônico do Brasil e de fora. A balada ainda terá a performance de DJs da cena amazonense, como Matheus Bessa, nome por trás de Bess Maze, atualmente uma das principais referências da Região Norte. O artista tem uma identidade musical forte dentro das variantes da house music, com músicas sempre muito dançantes e com vocais marcantes. Outro nome confirmado é o DJ Korea, que começou sua carreira em 2011 na Vektor Music e logo se destacou pela qualidade do seu som, ganhando espaço na e-music manauara. Grazi Vasconcelos, a DJ Madame C, também marcará presença agitando a pista com um estilo que percorre o tech house, techno, minimal techno até chegar ao minimal progressivo. Os ingressos para o evento já estão à...

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Evelyn Félix é destaque no musical “A Caixa Mágica do Natal”
dez21

Evelyn Félix é destaque no musical “A Caixa Mágica do Natal”

A jovem e promissora atriz, cantora e bailarina Amazonense, Evelyn Félix, é destaque no musical "A caixa mágica do Natal" que será apresentado neste fim de semana, respectivamente esta sexta, sábado e domingo, no Teatro Amazonas. O espetáculo é uma realização da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas, com acesso GRATUITO, classificação livre e recursos de acessibilidade com audiodescrição e intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras). A atriz estava cumprindo agenda em São Paulo, cidade em que está radicada há dois anos, quando soube da audição para participar do musical "A Caixa Mágica do Natal" em Manaus, e por se identificar com a proposta artística do espetáculo, ela decidiu fazer as malas e investir para participar da seleção, conquistando uma vaga ao fim onde desde então, ela destaca que há dois meses, tudo o que envolve o espetáculo como ensaios, trocas e convívio entre o elenco e equipe em geral musical está sendo muito leve e prazeroso. "A Caixa Mágica do Natal” conta a história de uma criança que perdeu a mãe há alguns anos e ficou morando apenas com a avó. Ao ficar órfã, a criança também perdeu a paixão pelo Natal que sua mãe alimentava. Até o dia em que encontrou uma caixa de presente com uma carta escrita dias antes de sua mãe partir. Ao abrir a caixa, ela entra em um universo de magia natalina .Com direção cênica de Matheus Sabbá e texto de Thaís Vasconcelos, o espetáculo conta com a Amazonas Filarmônica,Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica, Coral do Amazonas, Corpo de Dança do Amazonas,Balé Experimental do Corpo de Dança do Amazonas, Balé Folclórico do Amazonas e Coral Infantil do Liceu Cláudio Santoro. A direção musical é do maestro Marcelo de Jesus. No musical, "A Caixa Mágica do Natal" Evelyn interpreta a personagem Mãe/Anjo: "Eu faço a mãe da Malu, mãe-anjo no caso, a minha personagem já morreu há um tempo atrás, e eu apareço em um momento no qual a Malu não acredita mais no amor, não acredita mais na magia do natal. No início, foi muito complicado pra eu construir a personagem, porque eu tenho 20 anos e não sei como é a experiência de ser uma mãe, então eu tive que assistir muita coisa, buscar muita coisa pra gerar esse amor de mãe, que é um amor muito puro, muito diferente que você só sabe quando se é mãe, mas com muita dedicação e entrega, ao longo do processo eu fiquei feliz de conseguir construir uma ligação muito forte com a Malu, com a atriz Lu, e foi uma experiência muito boa porque eu não sabia que...

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“Rua 9” reúne diferentes linguagens das artes no Ateliê 23
dez11

“Rua 9” reúne diferentes linguagens das artes no Ateliê 23

Programação é realizada pelo Coletivo de Pesquisa em Artes da Cena Erva Daninha e custa R$ 15. Gastronomia, apresentações performáticas e musicais, além de exposições de artistas locais estarão fazendo parte da programação da temporada do espetáculo “Rua 9”, que ocorre nesta quarta e quinta-feira (11/12 e 12/12), no Ateliê 23, localizado na Rua Tapajós, n. 166, Centro de Manaus. Os ingressos estão à R$ 15 e podem ser garantidos na bilheteria do espaço. Organizado pelo Coletivo de Pesquisa em Artes da Cena Erva Daninha, o evento inicia às 18h com os projetos de sonorização com foco na música eletrônica “CONCEPT R” e “Chantall”, do artista Ryan Castro. Na quarta, às 19h, ocorrerá um pocket show musical com o cantor local Number Teddie. Na quinta, também às 19h, as músicas autorais escritas pelo elenco do “Rua 9” serão apresentadas com a participação de Patrick Oliveira na programação musical que antecede o espetáculo, que ocorre nos dois dias às 20h. A reunião de diversas linguagens artísticas tem o intuito de não só entreter o público, mas também criar um espaço onde outros artistas podem mostrar seus trabalhos, como esclarece o diretor de “Rua 9”, Paulo Tiago. “Nossa iniciativa propõe estimular o desenvolvimento da produção cultural na cidade e também é um momento de partilha, de troca deste trabalho que está em constante progresso”, disse. SOBRE O ESPETÁCULO “RUA 9” Com base nos livros “Órfãos do Eldorado” do autor amazonense Milton Hatoum e “As Meninas” da autora paulistana Lygia Fagundes Telles, o espetáculo performativo aborda toda a solidão, afetividade e turbulências da existência humana pelos olhos de órfãos que vivem à mercê da sorte. “O processo criativo do espetáculo está em constante transformação, as narrativas partem de obras literárias, porém, são relatos pessoais dos atores dentro de uma ficção, criando um contraste entre a ficção e a realidade”, ressalta Paulo Tiago, diretor do espetáculo. Os ingressos serão disponibilizados nos dias das apresentações. Para mais informações, entrar em contato pelo e-mail coletivodepesquisaemartes@gmail.com ou pela página do Instagram @coletivodepesquisa. SERVIÇO O que: TEMPORADA CULTURAL RUA 9. Quando: 11 e 12 de dezembro, a partir das 18h. Onde: Ateliê 23 – Rua Tapajós, n°166, Centro. Quanto: 15$ (meia) (Ingressos disponibilizados uma hora antes da apresentação). Classificação: 14 anos Duração: programação de quatro (04) horas. Ficha técnica Direção geral/encenação: Paulo Tiago Dramaturgia: Bianca Vieira e Paulo Tiago Co-autoria: Elenco Roteiro final: Paulo Tiago Preparação corporal: André Henrines, Julia Morinaga Pesquisa de sonoplastia: Paulo Tiago Elenco: Ananda Kao, Cris Jardim, Julia Morinaga, Nicolas Queiroz, Leonan Valente, Lerigoubres, Ricardo Gabriel, Paulo Tiago Júlio Cesar; Figurino: Ezra Mond, Julia Morinaga e Paulo Tiago; Trilha original: Julio Cesar, Nícolas...

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Cantora Karine Aguiar grava Jungle Jazz no Teatro Amazonas
dez07

Cantora Karine Aguiar grava Jungle Jazz no Teatro Amazonas

No dia 08 de dezembro de 2019 às 18h, o Teatro Amazonas recebe a cantora amazonense Karine Aguiar para o concerto de gravação de seu primeiro DVD “Jungle Jazz: Uma sinfonia amazônica”. Os arranjos e a direção musical do espetáculo são assinados pelo premiado maestro italiano Antônio Giacometti, que irá compartilhar a regência do concerto com o maestro Marcelo de Jesus. O repertório traz a temática ecológica, através de uma síntese dos dois discos da artista amazonense “Arraial do Mundo” (New York, 2012) e “Organic” (2016), de obras consagradas do cancioneiro amazônico, além de três peças de Giacometti “Pássaros Amazônicos”, “Catuetê Curupira” e “Amazônia – Sinfonia Amazônica” escritas em homenagem à floresta amazônica, com sua estreia mundial na ocasião. A temática ambiental e da sustentabilidade aparece enquanto um tema transversal desde o primeiro CD de Karine e, se reafirma neste projeto como um dos principais argumentos da estética “Jungle Jazz”, que apresenta ao mundo um novo jeito de se fazer Jazz a partir do sotaque, das narrativas e dos ritmos musicais da Amazônia. Participações da Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica, do Coral Musikart (CDE 04- SEDUC) e dos grupos de Matriz Cultural Gambá de Maués “Pingo de Luz” e Tambores da Floresta. Os músicos amazonenses Anderson Farias (piano), Hudson Alves (baixo acústico), Marcelo Figueiredo (violão) e Ygor Saunier (bateria amazônica), que ajudaram a criar o “Jungle Jazz”, também irão acompanhar a artista no concerto. Entrada Gratuita. Realização: Prefeitura de Manaus, Governo do Amazonas e Saunier Music Produções. Apoio: IDESAM e Rede Calderaro de Comunicação. REPERTÓRIO: Abertura: Pássaros Amazônicos / Tainá / Catueté Curupira – (A. Giacometti) Amazônia (Ketlen Nascimento) Porto de Lenha (Aldísio Filgueiras/Zeca Torres) Biojoias (Hugo Levy/Neil Armstrong/Silvio Camaleao) Pérola azulada (Zé Miguel / Joãozinho Gomes) Vento que embala a bananeira (Romulo Marques / Ney Veras) Um tom para Jobim (Gonzaga Blantez) Será Sagrado (Robertinho Chaves) Oração da manhã (Versão em Português: Karine Aguiar / Original: Arthur Herzog Jr) Uirapuru/It don’t mean a thing (W. Henrique/ Duke Ellington) Dia de Festa (Zeca Torres) O meu nome é amor (Mestre Iracito) Voa Caraxué (Mestre Barrô) Amazonas (Chico da Silva) Lamento caboclo (Nícolas Jr) Final: Sinfonia Amazônica – Amazônia (A. Giacometti) Sobre Karine Aguiar Nascida em Manaus/AM em 1987, é cantora, compositora e pesquisadora da musicalidade amazônica. É mestra em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia e doutoranda em Ecomusicologia na UNICAMP, onde desenvolve um projeto sobre música, cultura e meio ambiente no município de Maués/AM. Possui dois discos gravados em parceria com produtores norte-americanos e europeus “Arraial do Mundo” (2012) e “Organic” (2012). Em 2014 foi premiada em Paris como “Melhor CD de MPB” pelo Portail du Brésil em France. Já se apresentou em importantes palcos na Europa e nos Estados Unidos com o seu...

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Chico Cajú estreia projeto Música de Quintal
nov18

Chico Cajú estreia projeto Música de Quintal

Assim como o quintal de Ciata fertilizou o samba é no quintal de todos os cantos que a música brasileira á cultivada. No próximo dia 23 de novembro, das 16h às 22h, haverá a inauguração do Música de Quintal, com o mestre do saxofone Chico Caju. O Música de Quintal pretende realizar 12 registros audiovisuais de músicos amazonenses contando sua própria história. “A geração de músicos da leva de Teixeira de Manaus, Chico Cajú, Magalhães e Oséias da Guitarra, André do Amazonas, caiu no esquecimento geral o que expressa a desvalorização cultural da cidade de Manaus”, diz o professor do curso de Música Bernardo Mesquita, coordenador do projeto que está localizado na rua Rottary, 44A, Centro. As apresentações são mensais e reúne artistas de diferentes gerações para mostrar sua atual produção para um público de hoje. A iniciativa foi construída coletivamente e pode ser considerado o resultado do trabalho técnico-artístico realizado por oito profissionais de diversas áreas, indo da música, grafitti e gastronomia. O quintal é um ambiente de sonoridades, histórias e memórias compartilhadas. O encontro de enredos de vida e afetos formam em festa o conhecimento daqueles que ali estão reunidos e se permitem viver este acontecimento micro-social. “Essa geração é diferenciada porque expressa a transformação do Brasil rural ao urbano, a expansão capitalista na Amazônia pode ser observada a partir da modernização musical posta em prática por estes músicos amazonenses”, afirma o professor. O Música de Quintal é aberto aos alunos e professores da rede pública do estado e município e faz parte das ações do projeto de produtividade da Universidade do Estado do Amazonas, UEA. Interessados em participar podem entrar em contato pelo telefone...

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Aury Lenno: Banda Kohva
nov15

Aury Lenno: Banda Kohva

Ultimamente tem se falado bastante em Resistência e acabam esquecendo do que está na essência da palavra: Existência. Uma nova leitura sobre a colonização e os primeiros povos habitantes dessa terra é a proposta da banda parintinense Kohva. A Ilha Tupinambarana já é famosa por exportar artistas de diversas áreas e com as mais profundas inspirações. Desta vez, reuniu um quarteto inusitado num projeto de Thrash Metal Crossover Indígena. Quem conta melhor sobre esse foco na valorização étnica originária é o compositor e vocalista Aury Lenno. Além de Aury que também toca flauta, a banda é formada por Ademar Machado (bateria), Luciano Ribeiro (contrabaixo) e João Victor (guitarra). Com dois anos de formação, todos ajudam nas composições. A Kohva já tocou em Parintins, Maués, Nhamundá e Boa Vista dos Ramos. Iniciei o meu texto falando sobre a resistência, é bem a pegada de vocês não é? Vocês produziram o próprio material? Sim. Produzimos no Victor Edition o primeiro álbum: “Balas e Flechas”. Agora, estamos na terceira música do segundo, com muitos rascunhos de músicas e letras! Rifs etc! Somos 100% autoral. Vocês tem a causa indígena como principal tema de atuação. Vocês fazem parte de alguma tribo? Estamos geograficamente ligados aos povos Satere Maué, sabemos um pouco da história de resistência desse povo! Mas defendemos a cultura originária, seus valores, costumes como um todo! Cremos que a palavra não seria exatamente usar e sim, defender! Defendemos nosso chão, nosso meio, a cultura indígena. É a cultura que preza a preservação, pensamos que todos tem que aprender a cultura de preservar para garantir um futuro! E também falamos muito do contexto histórico que culminou o que somos, o processo de colonização, o estupro da matria originária pelo patriarcado europeu que a violou e roubou para apelidar depois de Brasil! Qual a real intenção de relacionar o som à causa indígena? Temos a intenção única de levar um alerta. Mostrar aos descendentes dos povos que temos que dar valor no que é nosso! Para não perdermos mais o que ainda resta! Kohva é um buraco para o que está morto, mas também para pôr uma semente para nascer uma nova vida! E a consciência de quem somos nós temos que manter viva! Esses são indígenas Karitianas do projeto chamado Sonora Brasil! Que valoriza as músicas indígenas e seus valores! Fomos nesse evento prestigiar a atitude deles e trocar ideias sobre o nosso som! Muita gente já conhece os talentos do boi-bumbá mas o que pouca gente conhece como funciona a cena rock e metal em Parintins? Rsrs! Cena aqui! A definição de cena seria algo como um movimento onde haveriam bandas...

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