‘Passarinho’ nos céus da Espanha
jul24

‘Passarinho’ nos céus da Espanha

É sobre esperança. A tentativa de ser livre em meio a uma sociedade cerceadora. Assim é o mote para o espetáculo ‘Passarinho’, nova produção do Coletivo Mona, solo com Leonardo Scantbelruy. A obra estará no encerramento do Encuentro Emergentes, que acontece essa semana, de 23 a 29 de julho, na Espanha. A participação partiu de um convite do próprio festival, que assina a co-produção do espetáculo. Em sua segunda participação no evento, Scantbelruy esteve presente no festival do ano passado com a obra “Recolon”, contemplada no edital ‘Conexões culturais’ de 2017 da Manauscult, e que deve entrar em circulação em Manaus no mês de outubro, passando por várias zonas da capital e também na área ribeirinha. Sequência direta do trabalho em performance que Scantbelruy desenvolve desde 2014 que já culminou na obra ‘Recolon’, ‘Passarinho’ traz novas abordagens tanto cênicas quanto temáticas. A principal é a introdução da técnica de tecido circense, que o artista estuda desde a graduação em teatro na Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e que atualmente é o foco de um trabalho com crianças que Leonardo desenvolve com crianças no Quilombo de São Benedito, no bairro Praça 14. Se em ‘Recolon’ os elementos cênicos remetiam ao solo e a raízes, no novo trabalho o intérprete busca as alturas. A maior parte do processo de criação e ensaios deu-se na Praça da Saudade, em uma árvore que já testemunhou inúmeras apresentações artísticas no local. E atualmente, antes da estreia, o artista desenvolve processo semelhante no Parque de Los Patos, na Mairena del Alcor, Sevilha. Quando morou em Porto Velho (RO), Leonardo Scantbelruy viu todo o processo de degradação socioambiental provocado pela construção das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, e é perceptível o quanto isso reverbera em seu trabalho. Além da forte crítica a esses grandes empreendimentos em ‘Recolon’, há agora uma preocupação com a fauna  amazônica e com os seres deslocados pela ação humana. “Refleti sobre muitos aspectos, desde a questão do tráfico de animais até o deslocamento de algumas populações por conta de grandes empreendimentos. São reflexões que vêm desde os processos iniciais do ‘Recolon’ e pela circulação dessa obra também", revela Scantbelruy. ‘Passarinho’ conta ainda com a participação dos artistas Yara Costa (instrutora de áereo), Daniel Bonfim (músico), Daniel Braz (editor de som), Marcelo ‘Balaclavo’ Nobre (identidade visual), Elson Arcos (sonoplastia), Preta Scantbelruy (Figurino) e Mendes Auá (desenhos). Além da participação no Encuentro Emergentes, Leonardo Scantbelruy participa do processo criativo da intervenção urbana "Proyecto X" desenvolvida pelo coletivo Silere...

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PIX – Projeto Indie Xperience
maio18

PIX – Projeto Indie Xperience

Boa Vista-RR - A integração das diversas tribos é o nosso lema, experimentar o novo é nosso combustível. Assim surgiu o PIX, um projeto que visa criar um espaço democrático para aqueles que amam compartilhar ideias e experimentar o diferente. Do Synth-Pop ao Punk, com uma pitada de brasilidade, os visionário-marcianos convocaram para esta viagem os DJs Felipe Veras e BSUUXX para esquentar o seu domingo. E para unir ainda mais os participantes desta viagem, Mesa de Pebolim e Fliperama também farão parte desta experiência e seu uso já está incluso no XperiencePass. Sendo assim, uma forma de sair do virtual para o pessoal - sem deixar de lado a tecnologia. O evento acontecerá no dia 20 de maio, às 16h37 (exatos e cabalísticos), na Champanharia das Meninas (Rua Victor Hugo, 247, Canarinho). S∆V3 THE DAT3! #ExperimenteSe...

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O Hip Hop é o Lugar!
abr03

O Hip Hop é o Lugar!

O Hip Hop tomará o Teatro Amazonas nesta terça - feira (03/04) com o espetáculo "O Hip Hop é o lugar" que contará com a participação dos 4 elementos da cultura Hip Hop e suas vertentes. A ocupação começará na parte externa do Teatro às 17 horas com Graffiti ao vivo na participação da Graffiteira Deborah Erê confeccionando um painel. Painel esse que irá compor o cenário do espetáculo, que iniciará às 20 h tendo como trilha a banda Manauaras em extinção , DeeJay Carapanã e Marcos Tubarão. O Break ficará por conta da NATIVOS CREW , além da presença da vertente Beat Box, Popping e as participações de Abner Viana e Robson Andrei Ambrósio nos metais. O publico (na entrada) deixará temas para os rimadores de improvisos entrarem na interação com o espetáculo no palco. A entrada será gratuita, mas por opção haverá doação de 1 kg de alimento à Casa Mamãe Margarida. O espetáculo foi contemplado com o edital de ocupação dos espaços abertos 2018 da Secretaria de Cultura do Estado do Amazonas (SEC - AM) e será uma realização Nativos Crew Produções/ Origenas...

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Bloco na Rua – Ocupações Artísticas
mar31

Bloco na Rua – Ocupações Artísticas

Bloco na Rua #2018 • ocupações artísticas | 31 SAB | 16h20 a 00h | Rua José Clemente, Centro. LIVRE ACESSO 16h20 | Maracatu Pedra Encantada 17h as 18h | Gramophone 18h as 18h20 | DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Fabio Madruga Madruga 18h20 as 19h20 | O tronxo 19h20 as 19h40 | DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Video-doc Fanzines 19h40 as 20h40 | Pororoca Atômica 20h40 as 21h | DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Literatura Marginal 21h | Jam rock (RR) 22h as 22h20| DJ Set Madruga Musicas do Mundo | Performance 22h20 | Casa de Caba Cenário de Palco: Diego Batista Gama e Keila Serruya Video Instalação | Palco | gif DEUS EM PROCESSO Fotos exposição | Palco | fotos MIL MORTOS | Matheus Belem | Farias Video Mapping| paredão | Marcelo Rosa Lambe-lambe | paredão | Damaiia Performance: Uýra Sodoma (Emerson Munduruku) Apresentação : Maria Moraes e Emerson Munduruku Literatura Marginal | Palco | Rojefferson Moraes Exibição Video-doc Fanzines | Jefferson Pinho Espaço Gastronômico | Espaço Infantil | Rua | Realizaçãode : Casa de Caba, Chá de Papoulas e PIRÃO AM. Evento realizado com Apoio da Secretaria Cultura do Amazonas e Viva...

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Tudo que você precisa saber sobre a Nerd Party
mar15

Tudo que você precisa saber sobre a Nerd Party

01. Nerd Party É festa! Prepare-se para um evento que vai mudar o seu conceito sobre diversão. Um dia inteiro com tudo que os nerds de plantão curtem e ainda mais um pouco. O objetivo e agregar valor às culturas da dança, artes visuais, cinema, games e música com influências orientais. 02. Data e horários  Dia 25 de março de 2018 de 10h às 20h. Resuminho: Exibição de filmes pela manha e palestras a tarde. Disputa entre cosplayers no fim da tarde. Apresentação de dança no estilo K-Pop durante todo o dia. 03. Local  Escola Estadual Senador Manoel Severiano Nunes, na avenida J, Alvorada 2, próximo à Delegacia de Roubos e Furtos. 04. Palestras Uma imersão no universo geek da atualidade. Conversa aberta sobre blogs, assuntos e dicas infalíveis para seu vlog bombar na web. 05. Exposições  Lojinhas, sebos e colecionadores estarão a postos para apresentar todas as novidades no assunto. Também vai rolar a exibição dos filmes da Liga da Justiça na sequencia. Música e muita coreografia de dança da musica popular japonesa . 06. Convidados e participantes  O passaporte para o evento é R$5, sendo que crianças de até dois não pagam. O convite para os cosplayers é aberto, mesmo que não queira competir. Star Wars maníacos não perdem por participar do game de conhecimento. Isso também vale para os fãs de Harry Potter. 07. Alimentação O evento permite a entrada de alimentos mas se você não quiser se preocupar, durante toda a programação haverá stands de venda com comidas e bebidas a preços populares. No menu vai desde sushi, salgados, doces e comidinha regional que todo mundo ama. Detalhe: Proibida a entrada e comercialização de bebidas...

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Mulheres vão às ruas no 8 de Março em Manaus
mar08

Mulheres vão às ruas no 8 de Março em Manaus

Pela igualdade de gênero e contra a violência, mulheres indígenas, brancas, pretas, cisgênero, lésbicas, transexuais e transgênero irão às ruas neste 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, em defesa dos direitos trabalhistas, à saúde, à segurança e a luta contra as privatizações e retirada dos direitos da previdência, em Manaus. O ato Paralisação Internacional das Mulheres. Perda de Direitos? Eu não aceito! começa às 15 horas com a concentração na Praça da Saudade, no centro da cidade. A partir das 16h, as manifestantes caminham em marcha até o Largo São Sebastião, onde haverá a partir das 18h o show Ouvindo nossas vozes! com as apresentações de grupos de danças: Circular do Espaço Feminista Uri Hi, Maracatu Baque Mulher Manaus, Mara Pacheco, Cia de Dança Uatê e Kirar (Dança conosco); de música com Kamylla Vitória, Catarina; performance da atriz Maria Moraes; poesia com Mulheres In Rima feat Rebeca, Carol Calderaro e Roselayne Castro; além do show de Melany Marinho. O ato Paralisação Internacional das Mulheres. Perda de Direitos? Eu não aceito! é organizado por movimentos sociais, fóruns, ativistas, organizações sindicais e coletivos feministas do Amazonas. Foi de movimentos assim que as mulheres conquistaram no Brasil o direito ao voto em 1934. Com o período da Ditadura Militar, de 1964 a 1985, as mulheres começaram a se organizar em grupos de discussão sobre a questão da mulher. Em 1978, aconteceu o primeiro Congresso da Mulher Metalúrgica, em São Paulo. Elas intensificam a luta por creches, direitos trabalhistas, salários iguais ao dos homens, serviços de atendimento (educação, saúde e vítimas de violência) e pela divisão do trabalho doméstico. Em 1985, surge a primeira Delegacia da Mulher em São Paulo. Já no Amazonas, a delegacia foi inaugurada em 1987. Só em 2006 é que o governo federal sancionada a Lei Maria da Penha (Lei 11. 340) para combater à violência doméstica contra a mulher no Brasil. A norma estabeleceu que a violência doméstica –física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral– é crime.  Clique aqui e confirme presença no evento! Em coletiva realizada nesta terça-feira (6) com as coordenadoras da manifestação na Galeria do Largo, em Manaus, Luzarina Varela da Silva, ex-metalúrgica e uma das fundadoras do Fórum Permanente das Mulheres de Manaus, contou como participou do primeiro ato em que as mulheres da capital amazonense foram às ruas para reivindicar os direitos e lutar contra a violência, em 1985. “Aqui no Amazonas temos alguns marcos históricos, na categoria dos metalúrgicos, da construção civil, conseguimos conquistar a estabilidade da gestante, que hoje para quem não sabe, não é nada, não é muita coisa, mas na época, na década de 70 e 80, principalmente as operárias do comércio e da indústria, elas entravam na fábrica e quando engravidavam,...

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