Festival Brasil Sabor – Entrada, principal e sobremesa!
maio15

Festival Brasil Sabor – Entrada, principal e sobremesa!

O Brasil é um País marcado por sua diversidade gastronômica. Para celebrar isso, o Festival Brasil Sabor dá início a sua 14º edição sob o tema nacional ‘’Original do Brasil’’. Para o concurso, cada um dos 16 restaurantes participantes projetou os seus temperos e ingredientes para que os pratos ficassem tipicamente brasileiros. Cada Estado brasileiro adota uma categoria dentro da temática nacional. No Amazonas, o subtema da vez é a Edição Especial Combos, onde todos os participantes oferecerão combos (entrada + prato principal + sobremesa) com preços especiais (30% de desconto) nos 18 dias de festival – tudo para que os degustadores tenham uma experiência gastronômica mais completa. O Festival Brasil Sabor é considerado o maior festival gastronômico do planeta e é realizado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). No Estado, o evento seguirá, a partir de sua data de lançamento, até o dia 2 de junho. Para o público que quiser conferir as delícias do concurso, é simples: basta se dirigir ao estabelecimento participante de sua preferência e consultar qual o prato inscrito no festival. Aos degustadores que quiserem ter uma visão mais ampla dos pratos e restaurantes disponíveis em Manaus inscritos na competição, basta acessar o site www.brasilsabor.com.br, que traz a lista completa dos 19 Estados, 39 cidades e 324 restaurantes que integram a competição. ‘’O Brasil Sabor é um festival nacional que tem como objetivo não só levantar as vendas nos estabelecimentos de alimentação fora do lar, mas sim em mostrar a diversificação da gastronomia regional cada vez mais como um case de sucesso de nossa região. É muito importante estabelecermos essa interação com o público em geral para que possamos desenvolver, cada vez mais, a melhoria do conjunto para com o estado e o restante do Brasil’’, afirma Zeina Russo, presidente da Abrasel. Pratos O desafio da 14ª edição do concurso foi aceito pelos estabelecimentos amazonenses, fazendo com que cada unidade caprichasse bastante em cada prato. O restaurante Caboclo Culinária Amazônica, por exemplo, criou o prato Aruanã Cabocla, cujo combo possui uma entrada com Bolinho de Dourado, e sobremesa de Cheesecake de Cupuaçu. A Cantina Ghiotto caprichou no Ravióli de Pato em espelho de Tucupi e Jambu, servindo a Bruschetta Ghiotto na entrada e um Calzone mini recheado com Chocolate de Avelã e Cupuaçu. O restaurante Capotira – Artes e Sabores da Amazônia inscreveu no concurso o Risoto Yanomami, cuja entrada é um Dadinho de Tapioca com um melado de Pupunha, e a sobremesa é um Sorvete de Café com ‘Nibs’ de Cacau e Castanha. Já o restaurante El Dino Mexicano leva à competição um Burrito Amazônico, com Super Nachos de entrada e Sanduíches...

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A Gastronomia Ancestral Amazônica em São Gabriel da Cachoeira [parte 3]
abr28

A Gastronomia Ancestral Amazônica em São Gabriel da Cachoeira [parte 3]

Para finalizar este registro da nossa expedição pelo Alto Rio Negro. Aproveito para vender o "meu peixe", o  curso de “Tipologia de Serviço – Garçom Básico” e o “Atendimento e Camareiro”. Neste caso, contribuiu para o aumento da qualidade dos serviços prestados e as suas ações focadas na qualificação e na gestão sustentável do efetivo do exército. Com o aperfeiçoamento de profissionais no local de treinamento realizado orientei as equipes no aperfeiçoamento contínuo de suas competências, hoje requeridas para a entrega de serviços de qualidade. No último dia do estágio realizamos o serviço de mise en place à brasileira e a inglesa indireta com o uso do guéridon para a proposta gastronômica de peixe para  500 militares, outro pedido do responsável pela cozinha – Moqueca de Surubim, para deixar o sabor da carne um pouco mais marcante, defumou parte do Surubim e na Moqueca resolvemos dar um toque do sabor Amazônico, colocamos tucupi preto com formiga (muito utilizado lá) e jambu. Além  do toque picante com pimenta jiquitaia, também de São Gabriel da Cachoeira, fechando assim as aulas práticas e teóricas. A despedida foi emocionante, todos comovidos e realizados diziam que tínhamos ensinado muito para eles, mas eu tenho a certeza de que aprendemos muito mais do que ensinamos! Aproveitamos para ir até a feira local e experimentar o prato mais tradicional e antigo da região, o “KIÑAPIRA”, um peixe cozido apenas com pimentas regionais. Pensávamos em um prato extremamente picante, porém ao experimentar notamos que após segundos de forte ardor, o mesmo sumia deixando o sabor do peixe bem suave, um prato extraordinário pela sua simplicidade no preparo e complexidade no paladar. Acompanhado de dois beijus deliciosos, chega a manteiga derrete! Paladar este que me remeteria a retornar a escrita no barco expresso e a continuar minha viagem de volta a terras manauaras, no exato momento em que o almoço é servido tendo como plano de fundo a exuberante floresta amazônica, sobremesas como doces de compota e frutas regionais que enriquecem o cardápio. O Sol ressurge, a luz nos guia e a floresta abençoa, sirvam-se e um bom almoço a todos os ribeirinhos, caboclos, parentes e tudo pela...

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A Gastronomia Ancestral Amazônica em São Gabriel da Cachoeira [parte 2]
abr26

A Gastronomia Ancestral Amazônica em São Gabriel da Cachoeira [parte 2]

O tempo nublado acalmou o Sol, vejo no horizonte a selva em camadas de tons verde, pássaros cruzam o rio em vôos rasantes a espreita de sua próxima alimentação, enquanto ribeirinhos pescam também a procura de sua alimentação, sincronizados e voltados para a Gastronomia todos se conectam através do comensalismo, da cultura em alimentar-se em grupos, em produzir o seu próprio alimento através de suas técnicas ancestrais assim como o sabor da iguaria que emana da panela para a refeição no barco expresso e logo será servida pela equipe de serviços que como uma boa brigada realiza o mise en place com qualidade e padronização, sinônimos estes que seriam agregados a outros pelo real motivo de minha viagem a São Gabriel da Cachoeira, distante 856 km ou 532 milhas ou ainda 462 milhas náuticas de Manaus, onde se encontram além da paisagem “a Bela Adormecida”, as comunidades indígenas Puranga Pesika e Añunti Atiati Mhüsã, a Ilha do Sol e há também o nosso contratante, representado pelo Exercito Brasileiro. E no período de 25 a 29 de março, os militares do Setor de Aprovisionamento da 2ª Brigada de Infantaria de Selva, do Hotel de Trânsito de Oficiais e do Hotel de Trânsito de Subtenentes e Sargentos, realizaram o estágio de "Cozinha Regional e Segurança Alimentar"  e o estágio de  "Tipologia de Serviço – Garçom Básico” e “Atendimento e Camareiro". O estágio de “Cozinha Regional e Segurança Alimentar”, que teve por objetivo aumentar o nível de excelência do serviço apresentado pelos militares do Setor de Aprovisionamento, foi ministrado pelo Chef. Marco André Gomes de Souza, tendo como últimos investimentos Pós Graduação em Gestão Gastronômica, Pós Graduação em Segurança Alimentar, Empretec e o estágio no qual foi ensinado as técnicas de cozinha industrial, as boas práticas de alimentos, as técnicas de comidas regionais brasileira, e o peixe assado na brasa. O estágio tem a chancela da ABRASEL – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes e com isso entregamos aos participantes o Selo de Peixe na Brasa do Amazonas. Já o estágio de “Tipologia de Serviço – Garçom Básico” e o “Atendimento e Camareiro” foi ministrado pelo Chef. Rômulo de Araújo Moreira, tendo também como últimos investimentos Tecnologia Superior em Gastronomia pelo Centro Universitário Fametro e apresentou aos militares do Hotel de Trânsito de Oficiais e Hotel de Trânsito dos Subtenentes e Sargentos da Guarnição de São Gabriel da Cachoeira as normas técnicas de Camareiro Hoteleiro e as suas atribuições, assim como a Palestra realizada no auditório sobre Hospitalidade e Hotelaria, enquanto que no Cassino (refeitório, rancho) ministrou o estágio em “Tipologia de Serviços – Garçom Básico” com a programação elaborada na rotina da manhã com aulas teóricas e à tarde...

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A gastronomia ancestral Amazônica em São Gabriel da Cachoeira
abr25

A gastronomia ancestral Amazônica em São Gabriel da Cachoeira

E a silhueta está de perfil, magnífica imagem da natureza que nos recebe com sua receptividade familiar como as suas comunidades indígenas que assim como o índio Ararigbóia, são ancestrais. Horizonte em que o verde nos apresenta com os seus 50 tons de selva em suas copas robustas de deixar qualquer arranha-céu sentir-se como uma construção do canteiro de obras. A viagem de barco expresso é algo único que todo gastrônomo deveria experimentar tipo os sabores e iguarias que essa terra produz. À beira do rio cortinas de água envolvem as árvores, praias surgem em meio à selva amazônica. Emerge um boto cinza, um canoeiro atravessa o rio calmamente como se o mesmo fosse o abstrato da paisagem. Ao mesmo tempo que os passageiros com seus mochilões multicoloridos, multifuncionais e proparoxitonais familiares do Norte do Brasil, tem seu destino, seu job ou serviço a ser prestado com excelência, há também vários barcos e embarcações atracados e com seus ribeirinhos a pular, a pescar e a nadar nesse majestoso Rio Negro, ou melhor, Alto Rio Negro, com suas inúmeras e enigmáticas pedras ancestrais assim como a sua Gastronomia Amazônica... E sim! – Havia, sim, pedras em meu caminho! Ao observar atentamente vejo que são imensas as rochas e os minerais com seus designs majestosos, imensuráveis e intocáveis assim como essa parte da floresta, com seu caminho cortado pelo nosso barco expresso, ficando para trás todo o respeito e zelo pela floresta, e sim nesse momento respiro água e sim os ribeirinhos sabem viver e sim há botos cinza enormes também no Alto Rio Negro, este mesmo rio calmo e silencioso onde apenas ouve-se o barulho do motor do barco expresso, um longo e reluzente tapete negro nos rodeia, e mais rochas ancestrais e mais botos cinza, do lado esquerdo tempo de chuva no horizonte e ao lado direito já não há cortinas de água elas agora dissipam e parece fumaça fazendo a floresta respirar e inspirar novas propostas gastronômicas que este chef Rômulo Moreira, vos relata. Incomparável tal beleza de seus rios, e sim há morros, serras e montanhas no Alto Rio Negro, a cada novo emaranhado de floresta e rio há cocção na cozinha do barco expresso afinal este também é um artigo gastronômico. Cardápio do almoço: carne guisada acém, com arroz branco, feijão completo, macarrão e legumes a vapor (cenoura, brócolis e couve-flor) na cozinha que mais lembra um closet de um loft na Avenida Paulista. Nós gastrônomos nos adaptamos em quaisquer lugares e situação que nos insere. Afinal estamos aqui para levar a promoção da saúde e a recuperação da mesma também na Gastronomia. E a cada desvio das rochas e minerais ancestrais...

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Pratos amazônicos vão para Semana de Gastronomia Regional no RJ
ago21

Pratos amazônicos vão para Semana de Gastronomia Regional no RJ

Salpicão de pirarucu seco, arroz com jambu,  filé de dourado com molho escabeche, cheescake de cupuaçu e outras delícias amazônicas serão apresentadas na Semana de Gastronomia Regional, no Rio de Janeiro (RJ). O evento ocorrerá nesta quarta (22) e na quinta-feira (23), no Restaurante Escola Downtown, situado no centro da cidade. Essa é a terceira vez que o Senac Amazonas participa da programação. Segundo a gerente do Centro de Turismo e Hospitalidade do (CTH) Senac AM, Alessandra Ramos, apesar das participações no Rio de Janeiro (2016) e em Brasília (2017), a expectativa para edição deste ano está cada vez maior. “Estamos nos preparando para levar um show de culinária e na expectativa pra que tudo dê certo. Já escolhemos os pratos, fizemos a degustação, preparamos toda a apresentação, inclusive com elementos típicos da região”, disse. As delícias serão preparadas pelo chef da cozinha do Restaurante Escola do Senac AM, Naifon Silva, que contará com auxílio do ex-aluno do curso técnico de cozinha do AM e ex-aluno do Jovens Talentos, João Lucas Santos e, coordenação do professor Curso Técnico de Gastronomia, Michel Brito. Cardápios O cardápio do primeiro dia será composto da seguinte forma: Entradas; pastel de forno ou crepioca (tucumã e queijo coalho), caldinho de tucupi temperado com camarão. Guarnições; salpicão de pirarucu seco, arroz com jambu e pimentões coloridos, pirão escaldado de peixe (pirarucu) e farofa crocante de suruí picante. Pratos principais; filé de dourado com molho escabeche, filé de aruanã recheado com queijo coalho com crosta de castanha do brasil e molho de manteiga e ervas amazônicas. Sobremesas; cheescake de cupuaçu e torta de banana pacovã na massa briseé. Já no segundo dia, o cardápio será: Entradas; palito de pirarucu crocante envolto na tapioca com geleia de cupuaçu e pimenta e caldo de cará roxo com pirarucu seco. Guarnições; baião amazonense, salada grega amazônica e farofa crocante de Uarini com ervas amazônicas. Pratos principais; matrinxã sem espinha assada e recheada com vinagrete e tapioca e medalhão de pirarucu com banana e molho tucupi. Sobremesa; pudim de açaí com pralinê de tapioca e pavê de graviola com cacau em pó.   Aula show  Na primeira noite do evento está prevista uma aula show para cerca de 30 pessoas. O momento de aprendizagem busca valorizar bem como divulgar a culinária amazonense. A receita que será ensinada pela equipe do Senac AM é o Yakissoba do Índio, culinária esta que foi destaque na Feira Internacional da Gastronomia Amazônica...

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MACONHA: O que você tem curiosidade de saber mas nunca teve coragem de perguntar
abr20

MACONHA: O que você tem curiosidade de saber mas nunca teve coragem de perguntar

Quem tem seda? On Jack Tall Back? Negativo. Em homenagem ao 20/4, aí vai um questionário de perguntas frequentes que os usuários da erva sempre precisam responder (nem sempre com tanta franqueza). Longe de mim fazer algum tipo de apologia ao uso, mas de fato, é que 20 de Abril de 2018, esse assunto precisa ser melhor difundido e quem sabe debatido nas rodas de conversas por aí! Porque consumir maconha? Acredito que esta seja a pergunta mais subjetiva do questionário, ela abre a série de perguntas justamente para evitar a polêmica que foi tão massificada de que a erva era a porta de entrada para outras drogas. Quando na verdade deveria ser uma escolha voluntária como beber refrigerante ou comer carne vermelha. O uso medicinal ou recreativo ainda divergem nas opções de consumo, é por isso que o Estado não deveria interferir nisso. O estimado livre-arbítrio deveria ser fator principal de decisão. Meu corpo, minhas regras. A opção de fumar se tornou mais popular, fazendo com que pessoas que odeiam cigarros, charutos ou tabaco em geral, abrir mão e fazer o uso assim mesmo. Qual o principal efeito?   Maconha é o nome popular de uma planta chamada Cannabis, dentro de tantas variações algumas delas possuem ações diferentes no corpo. Além do formato, ‘Sativa’ ou ‘Indica’ cada uma tem uma concentração especial, por exemplo: a sativa otimiza do humor e desperta uma vontade de encarar a vida com mais tranquilidade. Expressão de sentimentos e até potencializa alguns. Como num dia triste, em que pode sim dar uma experiência mais reflexiva. Já a Indica tem o poder mais relaxativo, (In couch / no sofá), praticamente um presente pro corpo após uma longa jornada de trabalho e até meio analgésico. Quanto tempo fica no corpo? Consumir o THC (TetraHidro Canabinol - principio ativo que dá o barato) pode variar para chegar ou ir embora. Seguindo os padrões tradicionais como fumar um baseado, o efeito dura em média duas horas, tem gente que consegue sentir até 8 horas depois do consumo. Se for fazer um exame toxicológico pode ficar alguns dias. Em caso de ingestão na comida, pode ser até mais rápido.  Capsulas, chás, óleos, foram desenvolvidos para uso medicinal em tratamento de doenças como mal de Parkinson, Alzheimer, anorexia, glaucoma e outras que comprometem o sistema psicomotor no corpo.  Qual o risco de dependência? Moderado. A predisposição em dependência química pode incentivar o cidadão a querer consumir muito, mas geralmente, a dependência é física. Você gosta, você usa. Conheço pessoas que por opção abriram mão por meses e até anos sem nenhum dano físico. A máxima que dizem “paro quando quiser”...

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