Dieta, selfie e o que alimenta o coração

Mais vale umas gordurinhas localizadas na cintura e em outras partes do corpo do que vários músculos produzidos em acadêmia totalmente desprovidos de gentileza, charme, inteligência, bom humor e sex appeal.

Por conta de vivermos em uma sociedade narciso-estética, em que o belo tem relação com cosméticos, intervenções cirúrgicas, maromba, perda de peso entre outras técnicas de tonificação e plastificação do cadáver-corpo- mortal-manequim. É extremamente costumeiro pessoas usarem selfies como sinal de sua boa forma e de seu cuidado com o corpo.

Porém quase nunca, a não ser lendo livros de auto-ajuda, elas realmente se dedicam a fazer uma dieta de hábitos, valores, conceitos e mentalidades que lhe enfeiam e embalofam suas almas com cargas e pesos que, mesmo revestidos por uma aparência escultural e convidativa.

Tem o dom de revelar o que é belo (exterior) por não conter a beleza que se encontra na força, suavidade e ternura com que se trata a si, a vida e os outros. Nem só de cuidados com o pão, mas com o que se alimenta o coração, deve-se dar importância.

Author: Daniel Fredson

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