Teatro Amazonas é cenário de clipe novo da Santrio que estreia novo álbum
dez23

Teatro Amazonas é cenário de clipe novo da Santrio que estreia novo álbum

Além do novo álbum ‘Líquido’ e do clipe ‘Fotografia’, a banda de rock amazonense Santrio lança também o documentário sobre o processo de produção do CD, o qual foi contemplado no edital Conexões da Prefeitura de Manaus. Ouça o álbum no Spotify *Assessoria de comunicação A banda de rock progressivo Santrio lança hoje (21), em todas as plataformas digitais, o álbum novo ‘Líquido’, o clipe Fotografia no YouTube, e também um documentário sobre processo de produção do CD. A banda é composta por Lucas Passos no vocal e guitarra, Andrio Dias na bateria e Warllison Barbosa no baixo. O novo álbum ‘Líquido’ traz nas suas composições, letras que retratam a sociedade ‘líquida’ a qual estamos vivendo, como explica o vocalista e guitarrista da banda, Lucas Passos. “Músicas como: ‘Uploud’, ‘Filtro’, e ‘procrastinação’ trazem reflexão sobre o cotidiano da era da tecnologia”, comenta o músico que também é produtor cultural. A produção conta com a participação do guitarrista manauara Aldenor Honora, que realiza um feat. na música “Backup”. “É de grande felicidade ter a participação do Aldenor, um amigo das épocas de estudantes de música e um dos melhores guitarristas da nossa cidade, foi um prazer dedicar uma música para ele realizar um solo de guitarra” esclarece, Passos. O projeto da produção do novo álbum da banda Santrio foi contemplado no edital Conexões Culturais de 2018 da Prefeitura de Manaus por meio da ManausCult. Clipe ‘Fotografia’ no Teatro Amazonas Para a produção do clipe ‘Fotografia’, a banda escolheu o Teatro Amazonas como cenário. Segundo o baterista Andrio Dias, a ideia é mostrar muito além do palco, que geralmente é o principal foco de quem o visita.Assista o clipe ‘Líquido’ “Escolhemos os corredores e o Salão Nobre como referência do que o Teatro, como um monumento, tem para contar no seu backstage. O palco do Teatro não é o único lugar que se comunica com o público. Esse foi o principal intuito do clipe, trazer uma reflexão de memória fotográfica que se faz presente no entorno do palco do Teatro Amazonas”, disse. Segundo Passos, os clipes do álbum líquido vão ser todos conectados para contar uma história contínua sobre as várias formas de usabilidade da tecnologia. “Começamos com o clipe ‘procrastinação’ que retratou bem como o uso do smartphone pode atrapalhar tarefas básicas durante o dia”, comenta o vocalista. Documentário e palestra sobre produção Outra novidade da banda é o lançamento do documentário sobre a trajetória da Santrio, que segundo o baixista Warllison Barbosa, vai mostrar não apenas o cotidiano das criações da banda, mas também a preparação para shows, montagem de cenário para os clipes, além de outras produções e curiosidades. Assista o Doc. “Vamos apresentar um pouco da nossa realidade atual, de como ocorreu o nosso processo de ensaio, de criação e do relacionamos entre a banda em meio a pandemia. Contaremos também como foi o início de tudo, como a banda foi formada, e como foi...

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Rosivaldo Cordeiro lança segundo volume de homenagem a Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo
dez17

Rosivaldo Cordeiro lança segundo volume de homenagem a Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo

Personalidades essenciais do choro, Jacob do Bandolim (1918-1969) e Waldir Azevedo (1923-1980) são inspirações para o som do maestro amazonense Rosivaldo Cordeiro, que homenageou a dupla em um disco de releituras há dez anos. E tamanho é o legado deixado por ambos, que o multi-instrumentista radicado na França apresenta, neste mês, uma continuação: Jacob VS. Waldir 2. Assim como o primeiro, o novo álbum tem inspiração em uma suposta rixa entre Jacob e Waldir – o que explica o ‘versus’ no título do trabalho. “Há uma lenda de que ambos não se davam bem em suas épocas, no Rio de Janeiro, onde Waldir conquistou um certo destaque e tornou-se um grande e popular representante da música instrumental, a partir dos anos 1950”, explica Rosivaldo. A ideia, segundo o músico, é promover um diálogo e uma ligação entre os estilos dos músicos. “Quero que o ouvinte possa fazer uma comparação direta da obra de nossos dois gênios brasileiros”, argumenta. De acordo com o amazonense, as bases já estavam gravadas e armazenadas em seu computador, na França, mas se fez necessária uma revisão. Enquanto as percussões gravadas pelos amazonenses Mario Bocão e Wesdley Lima estavam prontas, ele precisou refazer as cordas – em outras palavras, é ele quem conduz os violões de seis e sete cordas, cavaquinho, bandolim e violinha nas faixas. Jacob VS. Waldir 2 reúne20 músicas (dez de cada lenda), de clássicos como ‘Doce de Coco’ e ‘Vibrações’ a canções menos conhecidas do universo desses dois mestres da música brasileira. “Além da homenagem, esse disco foi uma forma de trazer a esse período de confinamento que vivemos um pouco de amor e esperança”, confessa Rosivaldo. O disco, já presente nas principais plataformas, como Spotify, Deezer, Tidal e iTunes, entre outras, também chega ao site oficial de Rosivaldo Cordeiro –https://www.rosivaldocordeiro.com/ –, nesta semana. O artista ainda planeja um evento de lançamento em Manaus, sua cidade natal, ideia que deve ganhar mais corpo quando ele retornar à cidade, no fim deste mês. Bênção de Azevedo Dividindo os holofotes com os músicos franceses Annaïs Laffon, Philippe Lafon e Sylvain Rabourdin em algumas faixas, Rosivaldo recebeu uma aprovação de peso para a iniciativa: Marly Azevedo, filha do lendário Waldir. “Ouvindo Rosivaldo tocar tão bem todos estes instrumentos, lembrei logo do inesquecível e virtuoso Garoto (Aníbal Augusto Sardinha, 1915-1955), que também tocava muitos instrumentos de corda. Era realmente um prazer ouvi-lo tocar, como também é para mim poder ouvir tão bem gravadas as músicas de meu pai e Jacob, seguindo o estilo deles de interpretação. Sei que este segundo volume de Jacob VS. Waldir será importante para a música popular brasileira como é para mim! Rosivaldo toca muito bem e,...

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Casa Criativa Vila Vagalume 80 apresenta programação para a semana
dez17

Casa Criativa Vila Vagalume 80 apresenta programação para a semana

Nesta semana, a Casa Criativa Vila Vagalume 80 (Avenida Padre Agostinho Caballero Mattin, 234, São Raimundo) apresentará os projetos contemplados pelo edital Conexões 2020, da Lei Aldir Blanc. As atividades têm o apoio da Prefeitura de Manaus e do Governo Federal. PROJETO “A MATINTA PEREIRA QUE CONTOU” (DIAS 17, 18, 21 e 22/12) A programação desta semana começa com o projeto “A Matinta Pereira que Contou”, idealizado por Marcela Paiva, cujo nome artístico é Marcela Ruanne, e Andreas Dominique. O evento consiste em atividades voltadas paras as crianças de 7 a 12 anos do bairro do São Raimundo, de contação de histórias da cultura afro-amazônida. O projeto acontecerá durante quatro dias, sendo 17/12 (quinta), 18/12 (sexta), 21/12 (segunda) e 22/12 (terça), com início às 15h. Marcela entende a importância da identificação das crianças da região norte com as histórias que as representam. “Matinta Pereira é a lenda de uma sábia feiticeira protetora da floresta, que durante a noite se transformava em pássaro para observar a mata e, portanto, contava diversas histórias. Nessa perspectiva, podemos lembrar de nossos pais e avós, que transmitem ensinamentos e experiências às gerações futuras. Entre as histórias reais e fantasias, narrativas como a do Saci Pererê, da Iara, do Boto, do Boi Tatá e da Matinta Pereira vem caindo no esquecimento” explica artista, que é residente na Vila Vagalume desde 2019. O projeto propõe uma reconexão com a natureza e seus elementos, principalmente àqueles que carregam o sangue de indígenas e negros. Ela também pontua a necessidade desse resgate ancestral através de contos e, para isso, utilizará a contação de história como ferramenta com o intuito de alcançar as crianças da comunidade local que muitas vezes não possuem acesso à literatura e sequer sabem da existência da literatura negra e indígena, que podem trazer um sentimento de identificação com as suas próprias realidades. “E tão importante quanto, o projeto almeja desenvolver nas crianças brancas o sentimento de empatia e respeito às diferenças”, acrescenta. O projeto estimulará a criatividade e a participação das crianças através da leitura e da reutilização de instrumentos a partir de elementos mais orgânicos, criando sonoridades que se direcionam com cada história. “As crianças serão participantes da construção do conto, utilizando os elementos que as cercam, através da música, da poesia e das sensações que causam”, conta Andreas Dominique. Para maiores informações e inscrições, os pais devem entrar em contato no telefone 99340-6359. As vagas são limitadas. PROJETO “INICIAÇÃO AO CONTRABAIXO” (DIA 18/12) No dia 18/12 (sexta), será a vez do lançamento da primeira videoaula do projeto “Iniciação ao contrabaixo”, do músico Mauro Lima, que será disponibilizada gratuitamente no canal do You...

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DJ e MC Fino recebe título da Zulu Nation
dez15

DJ e MC Fino recebe título da Zulu Nation

O DJ e MC Márcio Lúcio Santa Cruz também conhecido como DJ MC Fino, recebeu o certificado de Filiação à Nação Zulu Universal (Zulu Nation) pelo Ministro-Chefe do Governo Mundial da Nação Zulu Universal Afrika Bambaataa. O documento manifesta: “Em nome da força suprema conhecida por muitos nomes Nós o honramos pelo seu posicionamento para se tornar um membro da Nação Zulu Universal. Você, como um membro da Nação Zulu Universal, tem muitos deveres a cumprir para nos auxiliar a transformar as situações ruins da vida em boas em nosso planeta. Ajudar a melhorar a vida de todos os humanos em nosso grandioso planeta. Defender a paz, unidade, amor, trabalho, liberdade, justiça, igualdade, verdade nos fatos. Ser parte de cada um, ensinar um, libertar um, ajudar um em nosso cotidiano. Ser um Zulu que dê suporte de saúde para todos, conhecimento para todos, liberdades para todos e justiça para todos. Nós somos Amazulu (os povos dos céus), para sermos construtores da nossa palavra e guerreiros para todo o nosso povo universal do nosso planeta neste universo. O criador de todas as coisas deu-nos os direitos sobre este planeta e para além em nosso universo. Nós somos todas as leis. Nós somos tudo de tudo e o todo está em nós. Você é Amazulu (povos dos céus).” DJ E MC FINO: CARIMBÓ, DISCO e HIP-HOP NOS ANOS 70 E 80 Por Bernardo Mesquita Em 1969 em Nova York o Festival Cultural do Harlem e o surgimento do grupo Last Poets, foram marcos decisivos para o surgimento do Hip-Hop no seio do capital-imperialismo. Em Belém, Verequete estava prestes a gravar seu primeiro disco de Carimbó. Em Manaus os festivais de dublagem, a Jovem Guarda e a Bossa-Nova predominavam nas festas da juventude. No mês de Abril deste último ano dos conturbados anos 60, nascia no hospital Ana Nery, o músico manauara Marcio Cruz Lúcio, conhecido como Dj e Mc Fino. Ao longo de sua trajetória tornou-se um dos músicos mais atuantes na vida musical do Amazonas. O reconhecimento recebido de uma ampla parcela do hip-hop nacional, indica uma trajetória resultante da presença significativa da música na história das famílias de trabalhadores negros no ambiente urbano periférico. No final dos anos 60, o terrorismo do estado capitalista contra os trabalhadores opositores da ditadura se acentuava perversamente após o AI-5. As universidades eram palco de perseguições e censura. As artes pulsavam e resistiam a violência autoritária estatal. A Amazônia foi integrada de forma dependente ao sistema capitalista transnacional e a região vivia transformações sociais diversas e de grandes proporções. O caráter desigual da composição urbana observa-se na formação dos bairros de periferia onde...

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Performance “Vanessa” inicia hoje no Centro de Formaçao Awaré
dez14

Performance “Vanessa” inicia hoje no Centro de Formaçao Awaré

Inicia hoje (14) a circulação da performance “Vanessa”, um solo sobre as vivências pessoais e a identidade étnica de uma mulher negra manauara homônima. As apresentações ocorrerão também nos dias 15 e 21 de dezembro, pelas zonas norte e leste da capital amazonense, sempre às 18h, de forma gratuita, sendo a primeira no Centro de Formação AWARÉ, localizado na rua Sucupira, n. 1111, bairro Colônia Terra Nova. O projeto é a primeira direção da artista Daniely Lima, que iniciou esse processo cênico e os estudos sobre identidade negra ainda em sua graduação em Teatro. “O solo aborda questões identitárias da vida pessoal da intérprete, Kelly Vanessa, e o recorte de classe que tanto atravessam a situação socioeconômica quanto as relações afetivas e interpessoais. Falar da vida pessoal de alguém, principalmente quando se é a vida pessoal dessa intérprete, tem que ser um lugar de muita sensibilidade, porque a gente está lidando com a história de alguém, histórias reais”, disse a diretora. A direção do espetáculo também se baseia em buscar referências ancestrais e pensar o corpo preto enquanto memória, prezando a ressignificação dos acontecimentos pessoais ocorridos à atriz ao longo de sua vida que a tornaram a mulher de hoje como um processo de cura e de criação de afeto com seu corpo. “Estou hoje com 30 anos e nunca quis falar muito sobre minha identidade. Eu nunca quis me colocar como mulher preta. E hoje, que estou recém-formada em Teatro, comecei a pesquisar mais sobre as invisibilidades em relação às mulheres pretas de se reconhecerem. As pessoas usam muito a questão do ‘moreno’, da ‘morena’, e eu acho que hoje estou em um processo de reflexão, de escuta e de observação não somente dos que estão ao meu redor mas também do meu eu interior”, comentou a intérprete Kelly Vanessa sobre o processo árduo de reconhecimento de sua negritude. Contemplado pela Lei Aldir Blanc através do Prêmio Manaus Conexões Culturais 2020, da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Evento (Manauscult), “Vanessa” conta com a interlocução e provocação da atriz do Bando de Teatro Olodum (BA), Cássia Valle, uma das grandes referências do estudo artístico sobre memória ancestral e arte preta do Brasil. “A Cássia Valle traz um refrigério e amparo para o processo. Ela trata com uma leveza essa questão de se reconhecer enquanto mulher preta que eu vejo e penso ‘Como ela consegue falar sobre assuntos tão doloridos para gente que tem sofrido e passado cada momento?’”, disse Kelly sobre as provocações da artista baiana. Circulação do espetáculo O solo “Vanessa”, que conta com a produção de Thalia Barbosa e Jonathan Farias, também tem o intuito de...

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‘Feirinha – Arte, Cultura e Diversão’ terá edição especial
dez11

‘Feirinha – Arte, Cultura e Diversão’ terá edição especial

Nos dias 15 e 16 de dezembro, acontecerá a edição especial da ‘Feirinha – Arte, Cultura e Diversão’, no Instituto Cultural Brasil – Estados Unidos (ICBEU), das 9h às 17h, e atenderá, durante os dois dias, 160 crianças acompanhadas de um responsável por meio de inscrição prévia. Todas as atividades do circuito seguirão normas de higiene e segurança para salvaguardar os participantes do evento, que recebe o apoio da Prefeitura de Manaus por meio do edital da ManausCult. A ‘Feirinha’ é uma produção independente que promove para as crianças o conhecimento, lazer e entretenimento a partir de atividades artísticas e culturais na cidade de Manaus, como elucida a coordenadora Camila Maria. “Nosso projeto sempre procura oferecer ambientes culturais e criativos para a infância pois acreditamos que estes colaboram para o desenvolvimento e o despertar de habilidades cognitivas das crianças”. De acordo com a coordenadora, nesta edição, as atividades da ‘Feirinha’ serão realizadas em circuitos fechados com número limitado de crianças por Estação de brincadeira. “Vamos oferecer uma programação multicultural com segurança para família, por isso cada estação receberá apenas cinco crianças por vez, estas receberão um kit individual para brincar, e no intervalo de cada grupo será feito a higienização dos espaços”. Para democratizar o acesso ao evento, por conta do número limitado de participantes, a programação de palco da Feirinha será transmitida Ao Vivo no YouTube, no canal da Feirinha. O Icbeu, apoio cultural da Feirinha nesta edição, fica localizado na Av. Joaquim Nabuco, 1286, centro da cidade de Manaus, oferece estacionamento exclusivo e segurança para a realização do evento, como aferição de temperatura, álcool 70%, e tapete sanitizante na entrada da instituição. Inscrições As inscrições serão realizadas pela plataforma Sympla, onde cada responsável pode inscrever apenas uma criança. No ato da inscrição os pais devem atentar para as medidas de segurança do evento, como utilização de máscaras logo na entrada. Clique aqui para realizar a inscrição. Programação Apresentações de Dança, Música, Circo e Teatro vão compor a programação de palco da Feirinha, como explana a produtora do evento Gisele Rikerr. “Estas atrações serão realizadas na área kids do Icbeu, que é uma área aberta, onde cada grupo por vez poderá se acomodar devidamente com o distanciamento necessário”. Após a apresentação do palco, as crianças seguirão para o circuito de brincadeiras e oficinas, nesta edição serão sete Estações: Oficina de artes, Estação Tabuleiro, Estação Circo, Contação de História, Exposição de arte, e Árvore Literária. A novidade será a visitação à duas Exposições de Arte, a Exposição temporária ‘Linhas do Tempo’ e a Exposição permanente ‘The Art Collection’ do espaço cultural do Icbeu. Sobre a Feirinha A Feirinha é fruto do trabalho de conclusão de curso dos alunos da Pós em Gestão e Produção Cultural da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e é composta por Ana Oliveira, coord. de...

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