Conversa de malandro

O território é livre e os julgamentos cruéis. Indo em direção aos fatos que embora fossem de conhecimento até das tribos Yanomamis, a malandragem brasileira, o jeitinho brasileiro, atingiu patamares nunca antes vistos na história da República Federativa do Brasil. Todos sempre souberam. Contudo, por alguma força tropical todos ignoravam. Até mesmo nas mais altas cortes do Brasil onde segundo o Lula os juízes não tem saco, isto é bolas. Escroto. Quero me referir às tantas conversas de malandros que chegaram até nossas casas, escritórios e repartições, alcançando todas as classes A, B, C...O abecedário inteiro. Chegou  nas periferias onde  aquelas senhoras que chegam da casa dos patrões após uma brutal condução coercitiva às 22h. Do desempregado ao ladrão de carteira. De todos que ajudaram a construir esse Brasil dos últimos 25 anos. Do operário chão de fábrica ao mais bem sucedido e exemplar empresário que venceu no meio de toda adversidade. Junta tudo isso e pega mais a imprensa internacional...Curitiba01 321 Nem mesmo na companhia de vagabundos, desempregados, alcoólatras e ladrões de rua, o linguajar, o tom e as mentiras me foram tão escarnecedoras. Isso tudo, dispensando o fato de que se trata dos mais altos mandatários do Brasil. Já subi morros no Rio de Janeiro, andei em zonas de guerra. E em festas da mais alta burguesia. Antros perdidos nas periferias de Manaus. Tudo isso supera as verdades de Scorcese e grande parte de toda reprodução mafiosa mundial. Da Presidenta mosquita passando por legisladores da câmara e senado. Lula e os setenta ladrões, incluindo governadores, prefeitos, ministros, secretários de estados e dezenas, centenas, milhares de empresários que compram esses vendidos. Pegos em conversas telefônicas – escancarando o que todos sabiam mas ninguém mostrava. Falando de cu ao caralho, merda a culhão. O jeito de falar com aquela voz arrastada do Jaques Wagner, até os malandros são repreendidos quando falam assim. Éeeee, Ta booOOoom. O desprezo do Eduardo Paes pela dignidade do pobre. Os cínicos do Governo com suas negações que não convencem nem uma criança. Em Manaus, costumava no final da tarde ir para uma praça onde se reunia do mais pobre malandro ao playboy mais abastado. Incluindo advogados, policiais, professores de inglês, vagabundos iniciantes. Quero dizer que se um chega falando arrastado daquele jeito alguém há de chamar a atenção. – Ei bicho se liga. Tá falando igual um débil mental. Em casa, além dos bons exemplos que busquei para mim, aprendi que você não deve falar desse jeito. Hipocrisia de cu é rôla, com o perdão da palavra. Sei que palavrão todo mundo fala. Mas, pera aí, são os mais altos mandatários da nação, pegos em ato flagrante de obstrução da justiça e rindo de suas próprias ações. Que são absolutamente execráveis. “Na moral – quando chega na quebrada tem que ser com elegância e no sapatinho. Falando bem e com firmeza” essa frase é só para traduzir um pouco da cosmologia do negócio. Agora esse tipo de conversa que jazz entre os Petralhas e seus sócios é muito deplorável. Para não dizer criminosa. Cadeia neles! Por mim devem ser no mínimo escrachados publicamente até onde dura a memória do Brasileiro, que por sinal é bem curta e débil. Porém esse povo tem ao seu favor a internet que nunca esquece. “Tchau Querida”.  
Bruno Marzzo

Author: Bruno Marzzo

Alguém que colheu tudo que plantou. Mas não plantou tudo que colheu! Não entendeu? Relaxa, isso não fará a menor diferença por enquanto! Site: http://brunomarzzo.blogspot.com.br/

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