O “Tio da merenda” que o aluno aprovou na merenda escolar de Manaus.
mar08

O “Tio da merenda” que o aluno aprovou na merenda escolar de Manaus.

Cardápio apresentado pelo merendeiro escolar Bruno Raphael. Assim que assumi a atividade de merendeiro escolar, me perguntaram o porquê um chef de cozinha, gastrológo, mestre e professor universitário se submeteria a essa função? Com o início dessa nova jornada, algumas pessoas me perguntavam: “Você lava louça? Você lava panela?Você limpa chão? Você limpa freezer?” As receitas elaboradas pelo merendeiro escolar Bruno Raphael. E a minha resposta sempre foi a mesma: “Tenho maior orgulho do que faço, só Deus e minha colega de trabalho @cristinanascimento sabem o que realmente é a nossa função”. Levar alimentação saudável não é a única proposta dos merendeiros, mas também ouvir os alunos e saber do que eles gostam e tentar, de certa forma, mudar seu hábito alimentar e explicar a importância de cada alimento que utilizamos no preparo das refeições. A cartilha foi gerada a partir da aprovação do projeto junto a FAPEAM. E para todos eu digo: SIM, eu amo o que faço, SIM eu lavo louca, panela, chão, coifa, fogão; limpo freezer, organizo estoque e muito mais. Bruno Raphael, chef de cozinha, gastrológo, mestre e professor universitário, e o principal, merendeiro. Sou o merendeiro da Escola Estadual Deputado Josué Cláudio de Souza e por amor à profissão e aos meus queridos sobrinhos, porque assim que eu assumi a função fui batizado carinhosamente de: “TIO DA MERENDA”!...

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O mise en place do chef no Prêmio Dólmã 2021
fev23

O mise en place do chef no Prêmio Dólmã 2021

Atuo há 22 anos no segmento de alimentos e bebida, com passagens em diversas funções, de copeiro a chef de cozinha, em restaurantes renomados como o Chez Geroges, Bar & Café Lè Brasilien e Cassino Americano. Conto também com a experiência e disciplina que obtive como cozinheiro na Marinha do Brasil, chegando até a compor a equipe de preparações de pratos para a alta cúpula militar da Holanda. Possuo 06 anos como docente do Ensino Superior, lecionando em três Universidades de Manaus (FAMETRO, UNINASSAU e CIESA), além de módulos em Pós-graduação da UNIVEL (Cascavel-PR) e na FAMETRO (Manaus-AM). Sou servidor público do Estado do Amazonas contribuindo com a melhoria da merenda escolar. Desde 2012 faço parte de um grupo de pesquisa vinculado ao CNPq, com atuação em projetos de pesquisa e popularização da ciência envolvendo o reaproveitamento e a elaboração de novos produtos alimentares com ênfase nos insumos amazônicos. chef, docente, gestor e gastrólogo Bruno Raphael Leitão, candidato ao Prêmio Dólmã 2021 na categoria estadual Amazonas. Há 05 anos atuo também como empresário do ramo de alimentos e bebidas na empresa Bar e Restaurante Taberna 88, onde participo do gerenciamento e desenvolvimento do cardápio. Desde 2016 participamos do evento nacional Comida di Buteco, conquistando o vice-campeonato nesse mesmo ano. Tenho experiência na área da Gastronomia desenvolvendo linguiças, defumados e queijos artesanais, produtos da panificação e confeitaria, cozinha brasileira de raiz com foco na regional amazônica, ministrando aulas show em eventos gastronômicos (FIGA – Feira Internacional da Gastronomia Amazônica e MANAUARA CHEF) ajudando a difundir a gastronomia Amazônica Brasil a fora; e na Tecnologia de Alimentos realizo trabalhos voltados a análise se alimentos, análise sensorial, desenvolvimento de novos produtos alimentícios, analises microbiológicas e vida de prateleira. Atualmente venho prestando serviços de consultoria para estabelecimentos de A&B da nossa região. Clique aqui para votar no Prêmio Dólmã 2021 Print da página de votação dos internautas do Prêmio Nacional Dólmã – Categoria Estadual...

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Flamanal Basketball: Sua história pertence a todos que a construíram
fev16

Flamanal Basketball: Sua história pertence a todos que a construíram

Quando envelhecemos parece que nos tornamos verdadeiros contadores de histórias, mas poucos são aqueles capazes de contar histórias das quais tiveram a felicidade de se tornarem parte integrante delas, são aqueles marcados pela própria história que construíram, são aqueles capazes de fazerem e refazerem sem interesses pessoais escusos, são aqueles que não são oportunistas e nunca se apoderam do que outros fizeram, porque o fazem pelos outros e não por si mesmo, na maioria das vezes acabam até mesmo passando despercebidos, mas deixam um legado para as gerações futuras que nem mesmo sabem como tudo começou e porque começou. É sob a égide do texto acima que os senhores me permitam descrever uma parte da história do basquetebol do Amazonas na cidade de Manaus e chegar a mais uma triste e dolorosa notícia entre as muitas que nosso estado tem sofrido com a pandemia do coronavírus, chamado pelas autoridade de SARS-CoV-2, causador da doença COVID-19 que tem devastado as famílias amazonenses. A quadra de Street-Basket do Flamanal Basketball Por volta do ano de 1985 deixei o centro da cidade no bairro de Aparecida para residir no bairro hoje conhecido como Planalto no Conjunto Habitacional Flamanal, ainda poucas casas eram na época ocupadas e dois anos depois já em 1987, erguemos a primeira tabela de basquetebol feita em madeira na Rua Orquídea em frente a casa 12 na Quadra I e começamos a ensinar crianças e adolescentes o esporte basquetebol, com apenas um único objetivo, que pudéssemos juntos jogar basquete na rua, o conhecido jogo na contemporaneidade como “jogo de trincas ou 3X3”, a necessidade e o interesse de todos fizeram com que erguessemos a outra tabela de madeira e fizemos uma pequena quadra e o jogo 3X3 se estendesse pela rua em largura e muitos aprenderam a jogar e se apaixonaram pelo esporte. Mas como o esporte sempre incomoda os que não o praticam porque não sabem de seu verdadeiro valor ético e moral para a sociedade e sua juventude, o basquetebol na rua evidentemente passou a incomodar moradores e foi assim para evitar conflitos desnecessários que em 1990 após recebermos uma doação de duas tabelas de basquetebol de ferro da então Diretora do Colégio Amazonense D. Pedro II, foi que ocupamos a Rua Bergênias e instalamos em definitivo ao que já era desde 1987 a primeira quadra de Street-Basket do Amazonas, onde permanecemos até os dias de hoje dividindo o espaço com a Praça das Flores.Neste local de mais de 30 anos ininterruptos de ocupação livre e despreocupada com o tempo, muitas gerações passaram e foram formadas e ainda nos dias de hoje cerca de oitenta pessoas entre...

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Música de Quintal edição de Carnaval com Marinho Saúba
fev15

Música de Quintal edição de Carnaval com Marinho Saúba

A vida do músico amazonense Marinho Saúba é embalada pelas práticas mais comuns da cultura do trabalhador brasileiro. Religião, Futebol, Samba e Carnaval estão presentes nesta trajetória de aprendizagem e atuação comprometida dentro da música manauara. Marinho foi criado no bairro da Praça 14, nos terreiros e batuques de candomblé da Dona Naza, sua tia e vizinha, uma presença constante desde sua infância. Após, este período inicial de formação, aos 15 anos de idade, passou a atuar dentro da escola de samba Vitória Régia mesmo mantendo conexão com outras práticas populares como a fuga do boi. Marinho defende a ideia de que samba é mais do que apenas música. É algo marcado por práticas coletivas através de uma convivência dentro de um grupo ou de uma comunidade. A percepção dessa experiência mostra sua condição de classe já que a luta pela sobrevivência material foi decisiva nos rumos da vida musical de Marinho. Por um momento importante em sua vida cultivou o desejo de torna-se jogador de futebol, prática que lhe deixou boas memórias e o nome artístico que até hoje carrega. Saúba era a formiga símbolo do clube de futebol rodoviária no qual seu tio Raimundinho jogou e que lhe foi de grande inspiração. Porém, a necessidade de manter o emprego na empresa de construção civil Flávio Espírito Santos, o levou a abandonar o sonho do futebol e passar a se dedicar a música profissionalmente, pois esta permitia a conciliação com seu emprego. Era início da década de 80, os operários do polo industrial de Manaus organizavam-se sob o impulso do novo sindicalismo da CUT, na esteira da transição democrática e do movimento de Diretas Já, a cidade vivia o processo de expansão capitalista e urbanização selvagem com enormes impactos sociais, sendo este também o momento em que a música amazonense integra-se na indústria fonográfica nacional com a gravação de vários discos de artistas locais. Foi neste contexto que, em 1985, Marinho foi contratado como músico percussionista pelo Hotel Tropical integrando a equipe de trabalhadores contratados por carteira assinada. Um conhecido espaço de trabalho dos músicos na cidade, o Tropical Hotel, fundado em 1976, foi lugar por onde passaram músicos importantes em Manaus. Entre estes estiveram Reginaldo Patriarca, Lili Andrade, maestro Jerê, Almir Fernandes, Bernardo Lameira, Rinaldo Buzaglo, Cocó, Junior Curubão, Beto Beiçola. Se a forte cultura popular da praça 14 foi sua alfabetização, a experiência com estes grandes músicos foi uma verdadeira faculdade pois enriqueceu significativamente sua musicalidade. Resultado deste intercâmbio foi a incorporação da bateria em seus trabalhos musicais. Os mercados musicais se expandiam e o músico amazonense participou da evolução deste processo. Com os grupos Sucesamba...

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Festival de Blues e Jazz hoje no Anfiteatro da Ponta Negra
set21

Festival de Blues e Jazz hoje no Anfiteatro da Ponta Negra

O complexo turístico Parque Ponta Negra recebe, nesta sábado, 21 de Setembro. a partir das 15h, o Festival BB Seguros de Blues e Jazz que está em sua quinta edição mas primeira realização nas cidades de Manaus e Goiânia neste ano de 2019. Com entrada franca, o evento conta com show clássico do Bluesman da geração de ouro Lil Jimmy Reed, apresentação do guitarrista Pepeu Gomes, além de outras atrações. A programação é diversa, mescla blues e jazz e conta com Line Up caprichada e participação de “prata da casa”, o contrabaixista e produtor musical Miquéias Pinheiro que desde que recebeu a ligação da equipe de produção do Festival para participar se apresentando no palco principal, ficou muito emocionado. “Eu fiquei super feliz com o convite e com o respeito com o meu trabalho, confesso que demorou um um pouco pra cair a ficha, e quando isso aconteceu e eu me dei conta da magnitude do Festival e da importância dele para a minha carreira, até porque eu tive a felicidade de ser o único artista local a participar e tocar no mesmo palco com grandes nomes da música instrumental como o Hermeto e o Pepeu gomes, ah, aí eu me emocionei demais.” Além de atividades para as crianças e ações de sustentabilidade, entre elas a coleta e correta destinação de resíduos recicláveis e não recicláveis. Sobre os detalhes da sua apresentação, ele adianta: “Vai ser um show de cinquenta minutos, estamos preparando um repertório super especial escolhido com muito carinho, vamos tocar três músicas do meu último disco, são elas (Groove do Beira, Juruá e Vestido Longo), Cantaloup Island de Herbie Hancock, um pouco de jazz contemporâneo, música brasileira e o nosso beiradão que não pode faltar. ah, um ponto bem legal do show também vai ser uma homenagem que irei fazer ao mestre Arthur Maia que nos deixou ano passado, vamos tocar a música do Jamil Joanes chamada “De Ombro” música que o Arthur adorava tocar. A expectativa é a melhor possível assim como a responsabilidade enorme de fazer um ótimo trabalho. Tenho certeza que vou me divertir muito fazendo esse Som.” Miquéias é natural de Manaus / AM, baixista e produtor musical e iniciou seus estudos na música ainda quando criança, aos dez anos de idade, e ainda com quatorze, ele descobriu sua grande afinidade com o contra Baixo elétrico, que se tornou desde então, o seu instrumento oficial de trabalho. Em 2002 Tornou-se aluno de contrabaixo elétrico e acústico no Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro. E desde 2004. Atua e grava profissionalmente com Diversos instrumentistas, em 2012 já se apresentou na cidade de...

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“Os Últimos Dias do Rock n´Roll”
Maio29

“Os Últimos Dias do Rock n´Roll”

O jornalista, produtor cultural, músico e vocalista da banda de rock Nicotines Sandro Nine vai lançar um livro que será publicado no começo de 2019. A obra será uma espécie de biografia com entrevistas, shows, coberturas de evento e festivais, e o envolvimento de Nine não só na cena rock manauara, mas como no Brasil todo. O livro já tem titulo, “Os Últimos Dias do Rock n´Roll”, que segundo Nine, será um recorte sobre todo que fez e viveu dentro do rock n roll, na música independente ao longo dos anos em Manaus e por suas andanças pela Regia Norte e Brasil a fora. Segundo Nine, esse recorte pretende mostrar alguns momentos da cena rock manauara, passando pelo Festival Fronteira Norte, Festival Amazonas de Rock até os dias atuais com a banda Tudo Pelos Ares no Rock in Rio. O livro vai aborda também outras curiosidades, como o encontro com os Mutantes, show de Raul Seixas em 89, João Gordo, Phillipe Seabra, Clemente, Marcelo Nova, Manoel Villas Boas (Mr. Jungle), Vinicius Tocantins entre outros. O livro conta vai contar com prefácio do produtor musical e audiovisual Lenildo Gomes, na qual também conheceu a cena rock de Manaus nos anos 80 e é amigo pessoal de Sandro Nine. Já em nível nacional o autor está em fase de negociação com uma editora na qual fara a distribuição nacional da obra. “a ideia surgiu de uma conversa com uma grande amiga que motivou esse digamos, volta a literatura. Esse livro é basicamente sobre a minha vivência dentro do rock manauara atuando como produtor cultural, músico, compositor. Será um olhar maduro e profundo sobre música, politica cultural que e todas as coisas extraordinárias que tive prazer de fazer parte”, afirmou. Sobre o titulo do livro Sandro Nine disse: “O rock nunca vai morrer, nunca vai nem agonizar, mas algumas coisas que vivemos nele, como relações, parcerias e até mesmo bandas acabam um dia. Esse livro é uma espécie de visão do fim do mundo sobre isso, sobre o rock que conhecemos e vivemos. O rock sempre nos deu, atos de amor e revolta, talvez isso esteja morrendo. É uma visão de tudo que foi bom, mas infelizmente já passou”. Disse Nine Radicado há quase 5 anos em Boa Vista/RR, Sandro Nine atua na cena rock da região norte desde o fim dos anos 80 é um entusiasta do rock e da musica independente, tendo contribuído com a Web radio Manifesto Norte, o projeto Riffs Desplugados e outras colaborações como o Selo Som Independente, além de ser vocalista da banda de...

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