10 motivos para ir à Feira de Cultura Geek!
out13

10 motivos para ir à Feira de Cultura Geek!

Quando você lê a palavra "GEEK", o que vem primeiro à cabeça? Sem definições pejorativas, estar "por dentro" sobre algum assunto pode ser a mais contemplativa das versões. Em outras palavras, quando se trata de uma Feira de Cultura Geek: alguma coisa você vai gostar! É neste domingo (15), a partir das 10h no Centro de Convivência da Família Magdalena Arce Daou. Pra te preparar o que vem por aí, listamos alguns spoilers do que vai rolar por lá. Coleções Tudo com começou com um despretensioso encontro de colecionadores, sem divulgação externa nem venda de produtos. Mas a carência de eventos relacionados à cultura geek motivou alguns amigos a fazerem algo a mais, reunir e atrair colecionadores, artistas, cosplayers entre outros adeptos da cultura geek. Action Figures Personagens em chamados de "action figure", são os principais alvos dos colecionadores, são bonecos com movimentos reais, caracterização e tamanhos diferentes. Se você é fã, vai amar conhecer a OneZone, loja especialista no assunto. De acordo com um dos proprietários da loja e também anfitrião da feira, Maircon Vinícius o ideia é reunir amantes de todas as áreas, "A feira é aberta para outros colecionadores, cosplayers e pessoas que se interessam no assunto e querem conhecer mais os colecionadores daqui", explicou. Mangás Livros, mangás, revistas e HQs você encontra no acervo O Leiturão, uma loja online com clássicos garimpados e vendidos a preços populares. Caricaturas Além de quadrinhos do Leiturão, o pessoal do Ilustrama também vai marcar presença com caricaturas em tempo real e outros desenhos exclusivos. Os cartunistas Rohmas e Israel Gusmão estão na linha de frente do Studio, criatividade inesgotável hein? Games Serão quatro videogames, dois para free play de Just Dance e Guitar Hero; E dois para um mini-campeonato de PES 17 e Naruto Shippuden, as inscrições custam R$20, os participantes devem chegar com uma hora de antecedência do inicio da competição. Informações entre em contato pelo número: (92) 98268-0121. Decor Relógios vintage feito de vinil é o carro forte do Adriano Moraes do Studio Caos que estará presente na feira, ainda na área de decoração, pra brilhar o olho de qualquer dona(o) de casa, o pessoal da Loja Biboca também vai levar seu produtos para venda. Moda Camisetas com estampas criativas, com temas de séries, filmes, games, são atemporais e porque não dizer até que sem gênero, dando bom style para todos os gostos. As lojas 13 Fantasy  e Uso Geek foram convidadas para suprirem a necessidade geek de abastecer o armário. Prepara a carteira! Otaku Transito livre para cosplayers, o evento tem a parceria da galera do Amazontaku que dão show nos eventos e fazem sucesso com cosplays, não...

Leia Mais
Concurso de Telas do Festival de Parintins 2016 anuncia vencedores
abr29

Concurso de Telas do Festival de Parintins 2016 anuncia vencedores

O Concurso de Telas para Escolha do Cartaz Oficial do Festival de Parintins 2016 teve participação de obra especial produzida no pavilhão de presos provisórios na Unidade Prisional de Parintins. Apesar de não ter ficado entre as cinco classificadas, a tela “Parintins, Terra dos Sonhos”, de Andrei Souza dos Santos, 27 anos, ganhou grande repercussão entre o público durante a exposição no Centro de Atendimento ao Turista (CAT). O artista atua no Boi-Bumbá Caprichoso, na equipe de Juarez Lima. No total, 47 telas foram inscritas no evento realizado pela Associação dos Artistas Plásticos de Parintins (AAPP), em parceria com a Prefeitura de Parintins, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Sectur), com apoio do Governo do Estado. Andrei Souza dos Santos já havia concorrido no Concurso de Telas e recebeu incentivo da esposa, Rosane Andrade da Silva, para pintar a tela. A companheira comprou material e o artista confeccionou a obra em dois dias dentro do presídio.   De acordo com Andrei dos Santos, a pintura retrata uma logomarca estilizada para identificar o Festival de Parintins. “Representa a festa das cores, união de azul, vermelho e branco. Significa o amor e paz”, revela. Mas o artista não se limitou a apenas abordar a festa folclórica e através da obra se manifestou de forma crítica. “Por trás de tudo isso, tem uma coisa a mais guardada. As mãos escondem o rosto e deixam aparecer o olhar. É o olhar que eu quero que a sociedade tenha daqui”, explica. Mesmo preso, o artista quis chamar atenção em relação a discriminação sofrida pelos presos. “Que a sociedade olhe para nós com outros olhos e não dessa forma, como se a gente não tivesse capacidade, valor, de aqui dentro só existe malfeitores. Aqui se produz arte. Tem muitas coisas aqui que podem ser aproveitadas.  Aqui tem marceneiro, pedreiro, artesãos, entre outras pessoas discriminadas. Minha esposa me incentivou a fazer esse trabalho e ajudou até na parte da ideia”, declara. O secretário da Sectur, Zezinho Faria, afirma que Concurso de Telas possibilita a socialização através da arte. “É muito abrangente. Além do presidiário, artistas de outros municípios concorreram. O concurso cresce e a perspectiva é que no aniversário de Parintins seja um grande evento, com eliminatórias e aberto para votação do público pelas redes sociais”, assegura. AAPP e Sectur planejam próximo Concurso de Telas para o aniversário de Parintins, na primeira quinzena do mês de outubro deste ano. Impressão do cartaz Zezinho Faria viajou a Manaus nesta semana para apresentar à Secretaria de Estado de Cultura (SEC) a foto da tela, escolhida através de concurso para ser o cartaz do Festival Folclórico de...

Leia Mais
40 bizus pra você se dar bem no Festival Alienígena
ago07

40 bizus pra você se dar bem no Festival Alienígena

Realmente é preciso vir de outro mundo para conseguir reunir tantas filiações e vertentes diferentes de artes. Em sua segunda edição, o Festival Alienígena de Artes será neste sábado, a partir das 15h, na rua Lima Bacuri, Centro. A balada vai ser longa e para te deixar por dentro de tudo, preparando um cronograma geral para você não perder nenhum detalhe. Antes de tudo! Garanta o presente do seu pai, se não tiver mais, faça um agrado na sua mãe, essas datas mexem com os coroas. As galerias populares ficam abertas até 17h e tem opções para todas as personalidades paternas. Se seu pai for descolado, leve ele para se divertir um pouco. A previsão do tempo é de 37 graus, por isso ter uma garrafa d´água consigo vai ser como ouro. A primeira edição do Alienígena foi um estouro, quem foi viu o fervor de artes que aquela rua abrigou. E tendência é repetir a dose com mais incrementos. Não paga nada pra entrar mas lá vai ter um monte de coisa pra vender. O centro é péssimo de caixa eletrônico, se não sacar dinheiro antes vai passar vergonha e/ou sede. O Festival é gratuito mas a equipe de organização vai arrecadar alimentos não perecíveis que serão doados ao abrigo Gustavo Capanema que cuida de crianças e adolescentes em situação de risco. O evento vai começar às 15h, na rua Lima Bacuri, próximo ao Banco Itau da avenida Sete de Setembro. Os shows não serão simultâneos, os palcos serão para dividir a apresentação e não ficar nenhum minuto sem show. Não é frescura! Se for cedo, leve protetor solar. Ou passe antes de sair de casa (pelo menos no rosto).  O primeiro show é do DJ Tubarão, o mestre do hip-hop é um dos principais colecionadores de disco de Manaus. Se a fome bater, coma. Bem melhor forrar o estômago do que ficar dando piloura por aí, impedindo seus amigos de se divertirem. Lá vai rolar o Street Burguer, uma hamburgueria itinerante com sanduiches deliciosos, o lanche é uma mistura entre a comida e rua e um toque gourmet. No palco 01, às 16h, quem abre as apresentações é o saxofonista Abner Viana, com arranjos próprios de standards de jazz e clássicos da música brasileira. Outra vantagem de chegar cedo é para conferir no claro todos os stands artísticas montados. Nomes como Turenko Beça, Hadna Abreu, Rakel Caminha, Cleber da Maia, Laís Fernanda Borges, entre outras, estão com novas peças autorais para apresentação ao público. Voltando para música, a primeira banda de rock a se apresentar é a Alado’s, mais ou menos às 16h:45 no palco 02. A...

Leia Mais
Sexo, drogas e rock n’roll com o cineasta amazonense Sérgio Andrade
out13

Sexo, drogas e rock n’roll com o cineasta amazonense Sérgio Andrade

Há um tempo ensaiando esta entrevista, resolvi que era chegada a hora de entrar na “intimidade” com um dos maiores expoentes do cinema contemporâneo, Sérgio Andrade, porque só agora temos um veículo apropriado, livre de limitações de laudas, para um bate-papo de assuntos em comum e de curiosidades que talvez ninguém tenha tido a coragem de perguntar. Acompanho de longe a carreira do amazonense Sérgio Andrade, desde a banda Monstro Lake, ainda nos anos 90. Depois, isso tomou um formato meio que de “satisfação diária” em acompanhar seus avanços com o cinema amazonense no mundo. E é por isso que não posso deixar de enveredar a primeira pergunta pelo caminho do rock ‘n’ roll...   RP - O bichinho que formiga dentro de você começou a ser expurgado a partir do rock ‘n’ roll? Sua primeira manifestação artística foi assim? Fale sobre a banda. Como foi essa experiência em sua vida? Andrade - O grande ponto de partida foi o desenho, a pintura... vivia desenhando e pintando quadros, desde bem pequeno. Com 9 anos já fazia exposições de desenhos pra família, mas o meu negócio era conjugar tudo: cinema, música, literatura, desenho, integrava todos num dia a dia de descobertas infantis. Sempre cultivei a delícia fodástica que era chegar da escola e devorar um livro (Melville, Edgar Allan Poe, Dostoievsky, Rimbaud), lia de tudo e nunca tive nenhuma censura em casa; ouvia música - de clássica a rock - e pintava telas transgressoras à la Chagall, que tinha a pretensão de imitar. Era um universo bastante rico que eu dispunha, minha mãe era pianista e reunia músicos em casa, me pôs também para estudar com George Geszti, um professor de piano húngaro que viveu um tempo em Manaus e que havia, por sua vez, estudado com Béla Bartók. Ao mesmo tempo tinha ali, um quarteirão depois da minha casa, o extinto Cinema 2, que naquela época tinha programas melhores que qualquer cinema de hoje em dia.  Eram  especiais de Herzog, Kubrick, Hitchcock, etc, tudo em 35mm. Saudade daquele cinema. E, finalmente o rock que eu aprendi a gostar desde muito criancinha mesmo, tipo 7 anos, veio da admiração do meu irmão que era vidrado em Pink Floyd, Beatles e Emerson Lake and Palmer. Um tempo depois assisti ao filme Pink Floyd The Wall e fiquei em êxtase.   RP - Hoje o rock ainda é presente em sua vida? Vejo que você, sempre que pode, interage com artistas da atualidade com seus trabalhos tanto do Amazonas quanto fora do Brasil... Andrade - Tenho muita inquietação em transmitir e absorver o que não pode ser careta, o que não pode ser...

Leia Mais