Ateliê 23 lança trilha sonora do projeto ‘Ouve’ nas plataformas digitais
mar02

Ateliê 23 lança trilha sonora do projeto ‘Ouve’ nas plataformas digitais

As performances em formato intimista estão disponíveis no Instagram e no canal da companhia no Youtube Está no ar a série de vídeos que compõe a nova edição do “Ouve”, projeto do Ateliê 23, assinado por Wilas Rodrigues, com trilhas autorais dos espetáculos “da Silva”, “Janta”, “Helena” e “Vacas Bravas”. Até quinta-feira (4/3), o público confere as performances em formato intimista no Instagram e no canal da companhia no Youtube (@atelie23). O projeto foi contemplado no Edital Prêmio Manaus de Conexões Culturais, da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (ManausCult), por meio da Lei nº14.017/2020, conhecida como Lei Aldir Blanc. Segundo Eric Lima, intérprete nos acústicos desta versão do “Ouve”, no total, sete músicas vão ser lançadas em todas as plataformas digitais. Ele adianta que o lançamento oficial está programado para 15 de março, quando acontece ainda uma live em parceria com Wilas Rodrigues. “Vamos fazer uma apresentação de voz e violão durante 40 minutos, seguindo todos os protocolos de segurança”, adianta Eric. O ator conta que a equipe trabalhou os arranjos das músicas de forma presencial, ainda em dezembro de 2020, no entanto, os vídeos foram gravados neste período de isolamento social somente por ele, que utilizou diferentes ambientes de casa para compor os vídeos. “O Israel Nunes gravou todas as bases no estúdio e, a partir daí, comecei a gravar os vídeos com todo amparo técnico que eu tinha disponível e ângulos diferentes, explorando todas as possibilidades de cenário que a minha casa oferece e pensando no figurino que funcionaria para trazer a energia que eu queria em cada música”, comenta o artista. “Foi um processo empírico, mas muito orgânico, de pensar nessa organização com cuidado maior na parte do áudio, buscando melhorar a captação de voz já que não gravei no estúdio”. Programação – Estão disponíveis os acústicos de “O Tempo Voou”, do espetáculo da Silva; “Enterrada”, de “Vacas Bravas”, que ganhou um toque especial de Israel Nunes; e “Helena”, da peça com o mesmo nome. O diretor da companhia, Taciano Soares, explica que, por conta da pandemia do novo coronavírus, o Ateliê 23 reorganizou a programação e adaptou todos os projetos da casa para o formato virtual. “É uma forma de manter a proposta e acessar as pessoas, o que teve uma excelente resposta, porque as pessoas lembram dos espetáculos e isso nos dá uma satisfação”, afirma Taciano. “Apesar de termos que abolir o presencial em decorrência da pandemia, estamos conseguindo nos comunicar com nosso público, que é o objetivo principal, e aguardamos para retomar o projeto na sua forma original quando for possível, com segurança e com vacina”. Ateliê 23 – Em sete...

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O mise en place do chef no Prêmio Dólmã 2021
fev23

O mise en place do chef no Prêmio Dólmã 2021

Atuo há 22 anos no segmento de alimentos e bebida, com passagens em diversas funções, de copeiro a chef de cozinha, em restaurantes renomados como o Chez Geroges, Bar & Café Lè Brasilien e Cassino Americano. Conto também com a experiência e disciplina que obtive como cozinheiro na Marinha do Brasil, chegando até a compor a equipe de preparações de pratos para a alta cúpula militar da Holanda. Possuo 06 anos como docente do Ensino Superior, lecionando em três Universidades de Manaus (FAMETRO, UNINASSAU e CIESA), além de módulos em Pós-graduação da UNIVEL (Cascavel-PR) e na FAMETRO (Manaus-AM). Sou servidor público do Estado do Amazonas contribuindo com a melhoria da merenda escolar. Desde 2012 faço parte de um grupo de pesquisa vinculado ao CNPq, com atuação em projetos de pesquisa e popularização da ciência envolvendo o reaproveitamento e a elaboração de novos produtos alimentares com ênfase nos insumos amazônicos. chef, docente, gestor e gastrólogo Bruno Raphael Leitão, candidato ao Prêmio Dólmã 2021 na categoria estadual Amazonas. Há 05 anos atuo também como empresário do ramo de alimentos e bebidas na empresa Bar e Restaurante Taberna 88, onde participo do gerenciamento e desenvolvimento do cardápio. Desde 2016 participamos do evento nacional Comida di Buteco, conquistando o vice-campeonato nesse mesmo ano. Tenho experiência na área da Gastronomia desenvolvendo linguiças, defumados e queijos artesanais, produtos da panificação e confeitaria, cozinha brasileira de raiz com foco na regional amazônica, ministrando aulas show em eventos gastronômicos (FIGA – Feira Internacional da Gastronomia Amazônica e MANAUARA CHEF) ajudando a difundir a gastronomia Amazônica Brasil a fora; e na Tecnologia de Alimentos realizo trabalhos voltados a análise se alimentos, análise sensorial, desenvolvimento de novos produtos alimentícios, analises microbiológicas e vida de prateleira. Atualmente venho prestando serviços de consultoria para estabelecimentos de A&B da nossa região. Clique aqui para votar no Prêmio Dólmã 2021 Print da página de votação dos internautas do Prêmio Nacional Dólmã – Categoria Estadual...

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Flamanal Basketball: Sua história pertence a todos que a construíram
fev16

Flamanal Basketball: Sua história pertence a todos que a construíram

Quando envelhecemos parece que nos tornamos verdadeiros contadores de histórias, mas poucos são aqueles capazes de contar histórias das quais tiveram a felicidade de se tornarem parte integrante delas, são aqueles marcados pela própria história que construíram, são aqueles capazes de fazerem e refazerem sem interesses pessoais escusos, são aqueles que não são oportunistas e nunca se apoderam do que outros fizeram, porque o fazem pelos outros e não por si mesmo, na maioria das vezes acabam até mesmo passando despercebidos, mas deixam um legado para as gerações futuras que nem mesmo sabem como tudo começou e porque começou. É sob a égide do texto acima que os senhores me permitam descrever uma parte da história do basquetebol do Amazonas na cidade de Manaus e chegar a mais uma triste e dolorosa notícia entre as muitas que nosso estado tem sofrido com a pandemia do coronavírus, chamado pelas autoridade de SARS-CoV-2, causador da doença COVID-19 que tem devastado as famílias amazonenses. A quadra de Street-Basket do Flamanal Basketball Por volta do ano de 1985 deixei o centro da cidade no bairro de Aparecida para residir no bairro hoje conhecido como Planalto no Conjunto Habitacional Flamanal, ainda poucas casas eram na época ocupadas e dois anos depois já em 1987, erguemos a primeira tabela de basquetebol feita em madeira na Rua Orquídea em frente a casa 12 na Quadra I e começamos a ensinar crianças e adolescentes o esporte basquetebol, com apenas um único objetivo, que pudéssemos juntos jogar basquete na rua, o conhecido jogo na contemporaneidade como “jogo de trincas ou 3X3”, a necessidade e o interesse de todos fizeram com que erguessemos a outra tabela de madeira e fizemos uma pequena quadra e o jogo 3X3 se estendesse pela rua em largura e muitos aprenderam a jogar e se apaixonaram pelo esporte. Mas como o esporte sempre incomoda os que não o praticam porque não sabem de seu verdadeiro valor ético e moral para a sociedade e sua juventude, o basquetebol na rua evidentemente passou a incomodar moradores e foi assim para evitar conflitos desnecessários que em 1990 após recebermos uma doação de duas tabelas de basquetebol de ferro da então Diretora do Colégio Amazonense D. Pedro II, foi que ocupamos a Rua Bergênias e instalamos em definitivo ao que já era desde 1987 a primeira quadra de Street-Basket do Amazonas, onde permanecemos até os dias de hoje dividindo o espaço com a Praça das Flores.Neste local de mais de 30 anos ininterruptos de ocupação livre e despreocupada com o tempo, muitas gerações passaram e foram formadas e ainda nos dias de hoje cerca de oitenta pessoas entre...

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DJ e MC Fino recebe título da Zulu Nation
dez15

DJ e MC Fino recebe título da Zulu Nation

O DJ e MC Márcio Lúcio Santa Cruz também conhecido como DJ MC Fino, recebeu o certificado de Filiação à Nação Zulu Universal (Zulu Nation) pelo Ministro-Chefe do Governo Mundial da Nação Zulu Universal Afrika Bambaataa. O documento manifesta: “Em nome da força suprema conhecida por muitos nomes Nós o honramos pelo seu posicionamento para se tornar um membro da Nação Zulu Universal. Você, como um membro da Nação Zulu Universal, tem muitos deveres a cumprir para nos auxiliar a transformar as situações ruins da vida em boas em nosso planeta. Ajudar a melhorar a vida de todos os humanos em nosso grandioso planeta. Defender a paz, unidade, amor, trabalho, liberdade, justiça, igualdade, verdade nos fatos. Ser parte de cada um, ensinar um, libertar um, ajudar um em nosso cotidiano. Ser um Zulu que dê suporte de saúde para todos, conhecimento para todos, liberdades para todos e justiça para todos. Nós somos Amazulu (os povos dos céus), para sermos construtores da nossa palavra e guerreiros para todo o nosso povo universal do nosso planeta neste universo. O criador de todas as coisas deu-nos os direitos sobre este planeta e para além em nosso universo. Nós somos todas as leis. Nós somos tudo de tudo e o todo está em nós. Você é Amazulu (povos dos céus).” DJ E MC FINO: CARIMBÓ, DISCO e HIP-HOP NOS ANOS 70 E 80 Por Bernardo Mesquita Em 1969 em Nova York o Festival Cultural do Harlem e o surgimento do grupo Last Poets, foram marcos decisivos para o surgimento do Hip-Hop no seio do capital-imperialismo. Em Belém, Verequete estava prestes a gravar seu primeiro disco de Carimbó. Em Manaus os festivais de dublagem, a Jovem Guarda e a Bossa-Nova predominavam nas festas da juventude. No mês de Abril deste último ano dos conturbados anos 60, nascia no hospital Ana Nery, o músico manauara Marcio Cruz Lúcio, conhecido como Dj e Mc Fino. Ao longo de sua trajetória tornou-se um dos músicos mais atuantes na vida musical do Amazonas. O reconhecimento recebido de uma ampla parcela do hip-hop nacional, indica uma trajetória resultante da presença significativa da música na história das famílias de trabalhadores negros no ambiente urbano periférico. No final dos anos 60, o terrorismo do estado capitalista contra os trabalhadores opositores da ditadura se acentuava perversamente após o AI-5. As universidades eram palco de perseguições e censura. As artes pulsavam e resistiam a violência autoritária estatal. A Amazônia foi integrada de forma dependente ao sistema capitalista transnacional e a região vivia transformações sociais diversas e de grandes proporções. O caráter desigual da composição urbana observa-se na formação dos bairros de periferia onde...

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Performance “Vanessa” inicia hoje no Centro de Formaçao Awaré
dez14

Performance “Vanessa” inicia hoje no Centro de Formaçao Awaré

Inicia hoje (14) a circulação da performance “Vanessa”, um solo sobre as vivências pessoais e a identidade étnica de uma mulher negra manauara homônima. As apresentações ocorrerão também nos dias 15 e 21 de dezembro, pelas zonas norte e leste da capital amazonense, sempre às 18h, de forma gratuita, sendo a primeira no Centro de Formação AWARÉ, localizado na rua Sucupira, n. 1111, bairro Colônia Terra Nova. O projeto é a primeira direção da artista Daniely Lima, que iniciou esse processo cênico e os estudos sobre identidade negra ainda em sua graduação em Teatro. “O solo aborda questões identitárias da vida pessoal da intérprete, Kelly Vanessa, e o recorte de classe que tanto atravessam a situação socioeconômica quanto as relações afetivas e interpessoais. Falar da vida pessoal de alguém, principalmente quando se é a vida pessoal dessa intérprete, tem que ser um lugar de muita sensibilidade, porque a gente está lidando com a história de alguém, histórias reais”, disse a diretora. A direção do espetáculo também se baseia em buscar referências ancestrais e pensar o corpo preto enquanto memória, prezando a ressignificação dos acontecimentos pessoais ocorridos à atriz ao longo de sua vida que a tornaram a mulher de hoje como um processo de cura e de criação de afeto com seu corpo. “Estou hoje com 30 anos e nunca quis falar muito sobre minha identidade. Eu nunca quis me colocar como mulher preta. E hoje, que estou recém-formada em Teatro, comecei a pesquisar mais sobre as invisibilidades em relação às mulheres pretas de se reconhecerem. As pessoas usam muito a questão do ‘moreno’, da ‘morena’, e eu acho que hoje estou em um processo de reflexão, de escuta e de observação não somente dos que estão ao meu redor mas também do meu eu interior”, comentou a intérprete Kelly Vanessa sobre o processo árduo de reconhecimento de sua negritude. Contemplado pela Lei Aldir Blanc através do Prêmio Manaus Conexões Culturais 2020, da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Evento (Manauscult), “Vanessa” conta com a interlocução e provocação da atriz do Bando de Teatro Olodum (BA), Cássia Valle, uma das grandes referências do estudo artístico sobre memória ancestral e arte preta do Brasil. “A Cássia Valle traz um refrigério e amparo para o processo. Ela trata com uma leveza essa questão de se reconhecer enquanto mulher preta que eu vejo e penso ‘Como ela consegue falar sobre assuntos tão doloridos para gente que tem sofrido e passado cada momento?’”, disse Kelly sobre as provocações da artista baiana. Circulação do espetáculo O solo “Vanessa”, que conta com a produção de Thalia Barbosa e Jonathan Farias, também tem o intuito de...

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Rapidinhas do Rap AM
out02

Rapidinhas do Rap AM

Sextou com os lançamentos do Rap no Amazonas! Kurt Sutil é um artista que está com a produção a todo vapor. Hoje (02), o rapper lançou o clipe da música Benz com participação do Andrewxx. Confere aí: Fuga de Lula – ZD Enarê Ainda essa semana rolou o lançamento do clipe Fuga de Lula do ZD Enarê com produção de Lamacria, direção de vídeo Kurt Sutil, beat e master de Custic. A produção contou com a participação Thaís Pimentel e Aline Ferreira. E patrocínio de Ader Lanche, Gil da Horta, Adriana Franco, Pixico das Verduras, Mano Cocó, Adriano Moto Peças e Maiter Fleury. Sente a trapzera! Vario$ & Luiz Caqui – Arara feat Kurt Sutil Produção de altíssima qualidade na faixa tema do EP Arara com feat de Kurt Sutil do Lamacria. Edição de Kurt Sutil, Direção de Weslen Simplicio, Gabriel Majin e Paola...

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