Festivais no Amazonas e os impactos da Covid-19
Maio27

Festivais no Amazonas e os impactos da Covid-19

Festival Até o Tucupi convida nesta quinta (28) festivais amazonenses para debate online, que reflete as produções em tempos de coronavírus e isolamento social. O Festival Até o Tucupi de Artes Integradas, que em 2020 completa 14 anos de realização ininterrupta, provoca o debate Festivais no Amazonas e os Impactos da Covid-19, com produtores de Festivais do Estado do Amazonas, para refletirem o cenário artístico-cultural no contexto de pandemia, medidas restritivas e seus impactos nessa cadeia produtiva. O debate acontece nesta quinta-feira,  28 de maio de 2020, às 19h e terá transmissão ao vivo no Facebook e YouTube do Coletivo Difusão. Os festivais, feiras e festas no país que já não cancelaram/adiaram suas edições, no mínimo estão repensando seus formatos, até realizando suas programações em formato on-line. De acordo com um levantamento feito pelo DATA SIM em março de 2020, 536 empresas ouvidas pela pesquisa reportaram o adiamento ou cancelamento de mais de 8 mil eventos de música ao vivo em 21 estados do Brasil. Se os resultados fossem projetados para todas as 62 mil MEIs da “música ao vivo” (empresas individuais de “Produção” e “Sonorização e Iluminação”), os prejuízos seriam de R$ 3 bilhões afetando um milhão de trabalhadores.  Outro ponto em análise se configura na aprovação da PL 1075/2020, Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, aprovada nesta terça-feira (26) na Câmara dos Deputados e que agora segue para o Senado Federal. A proposta visa destinar uma ajuda ao setor cultural durante a crise da pandemia de R$ 3 bilhões. Se a proposta for aprovada o recurso será repassado pelo Governo Federal, em até 15 dias da publicação da Lei, aos estados, municípios e ao Distrito Federal, destinada aos fundos de cultura e aplicados na renda mensal para trabalhadores do setor.  Para debater os impactos da Covid-19 e do isolamento social na realização de festivais foram convidadas representantes do Festival de Parintins: Lydia Lucia, Boi Bumbá Garantido e Ericky Nakanome, do Boi Bumbá Caprichoso. Além de produtores como: Elisa Maia, Festival Somas; Paulo Trindade, Festival Até o Tucupi; Diego Bauer, Olhar do Norte; Ana Oliveira, Potência das Artes do Norte; Márcia Novo, Tarumã Alive; Laelia Nogueira, Feira Urbana de Alternativas. A mediação com convidados será conduzida pela produtora Michelle Andrews, com apoio na mediação de comentários de Adelon Murari e Pedro Cacheado, onde o público pode interagir nos chats com perguntas e comentários aos convidados e mediadores. O Coletivo Difusão assina a realização da atividade. A organização cultural fomenta cultura e atua na integração entre as manifestações artísticas independentes nas ações e projetos que executa. Sobre o Festival Até o Tucupi O Festival Até o Tucupi de Artes...

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Aplicativo ajuda extrativistas a gerenciar a produção
Maio18

Aplicativo ajuda extrativistas a gerenciar a produção

BRASÍLIA – O Coletivo Semear Castanha lançou um aplicativo voltado para ajudar a quem vive da coleta de castanha a gerenciar os custos de produção e calcular o preço de venda do produto durante a safra. O App Castanhadora é gratuito e pode ser baixado no Google Play. O aplicativo Castanhadora procura emponderar as famílias extrativistas , levando a informação precisa de quanto custou coletar determinado volume de castanha do interior da floresta. É uma ferramenta simples que acompanha o extrativista durante o ciclo e dá as dicas quando a família está comprando, trabalhando ou vendendo, impedindo que haja prejuízo na hora de vender. “A Castanhadora pra nós foi uma ferramenta muito importante, tivemos um norte na produção da castanha. Foi aonde a gente viu a quantidade que a gente produzia para ver se tava devendo ou não. O acompanhamento no aplicativo dá pra saber quantas latas ou barricas faltam produzir pra obter o saldo que precisamos”, diz Paulo Silva da Costa, de Guajará-Mirim/ RO (RESEX Rio Ouro Preto), que trabalha com sua família e gera em torno de 200 latas por safra. O App castanha foi selecionado para o programa de inovação do PNUD no Amazonas e no Piauí. Os recursos serão utilizados na ampliação, aprimoramento e continuidade do aplicativo, contribuindo para a promoção do desenvolvimento sustentável na região. Projeto O Semear Castanha reúne, além dos castanheiros, organizações de apoio técnico, associações comunitárias, movimento social, pesquisadores e órgãos do estado. O nome do aplicativo – Castanhadora – vem da sua funcionalidade: auxiliar extrativistas do norte do Brasil a calcular o valor de sua produção de...

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Música de Quintal edição de Carnaval com Marinho Saúba
fev15

Música de Quintal edição de Carnaval com Marinho Saúba

A vida do músico amazonense Marinho Saúba é embalada pelas práticas mais comuns da cultura do trabalhador brasileiro. Religião, Futebol, Samba e Carnaval estão presentes nesta trajetória de aprendizagem e atuação comprometida dentro da música manauara. Marinho foi criado no bairro da Praça 14, nos terreiros e batuques de candomblé da Dona Naza, sua tia e vizinha, uma presença constante desde sua infância. Após, este período inicial de formação, aos 15 anos de idade, passou a atuar dentro da escola de samba Vitória Régia mesmo mantendo conexão com outras práticas populares como a fuga do boi. Marinho defende a ideia de que samba é mais do que apenas música. É algo marcado por práticas coletivas através de uma convivência dentro de um grupo ou de uma comunidade. A percepção dessa experiência mostra sua condição de classe já que a luta pela sobrevivência material foi decisiva nos rumos da vida musical de Marinho. Por um momento importante em sua vida cultivou o desejo de torna-se jogador de futebol, prática que lhe deixou boas memórias e o nome artístico que até hoje carrega. Saúba era a formiga símbolo do clube de futebol rodoviária no qual seu tio Raimundinho jogou e que lhe foi de grande inspiração. Porém, a necessidade de manter o emprego na empresa de construção civil Flávio Espírito Santos, o levou a abandonar o sonho do futebol e passar a se dedicar a música profissionalmente, pois esta permitia a conciliação com seu emprego. Era início da década de 80, os operários do polo industrial de Manaus organizavam-se sob o impulso do novo sindicalismo da CUT, na esteira da transição democrática e do movimento de Diretas Já, a cidade vivia o processo de expansão capitalista e urbanização selvagem com enormes impactos sociais, sendo este também o momento em que a música amazonense integra-se na indústria fonográfica nacional com a gravação de vários discos de artistas locais. Foi neste contexto que, em 1985, Marinho foi contratado como músico percussionista pelo Hotel Tropical integrando a equipe de trabalhadores contratados por carteira assinada. Um conhecido espaço de trabalho dos músicos na cidade, o Tropical Hotel, fundado em 1976, foi lugar por onde passaram músicos importantes em Manaus. Entre estes estiveram Reginaldo Patriarca, Lili Andrade, maestro Jerê, Almir Fernandes, Bernardo Lameira, Rinaldo Buzaglo, Cocó, Junior Curubão, Beto Beiçola. Se a forte cultura popular da praça 14 foi sua alfabetização, a experiência com estes grandes músicos foi uma verdadeira faculdade pois enriqueceu significativamente sua musicalidade. Resultado deste intercâmbio foi a incorporação da bateria em seus trabalhos musicais. Os mercados musicais se expandiam e o músico amazonense participou da evolução deste processo. Com os grupos Sucesamba...

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Chef Bruno Raphael é indicado ao Prêmio Nacional Dólmã
fev05

Chef Bruno Raphael é indicado ao Prêmio Nacional Dólmã

Chef Bruno Raphael Difusor da gastronomia Amazônica o chef e professor de gastronomia Bruno Raphael é um dos indicados ao Prêmio Nacional Dólmã. A indicação aconteceu por juri popular e o resultado no final de Maio em Teresina-PI. Além de Bruno, estão concorrendo pelo Amazonas os chefs Alessandro Rodrigues (indicação do embaixador) e Ricardo Andrade Penha (vencedor do concurso profissional) . O PRÊMIO NACIONAL DÓLMÃ foi idealizado pelo Gerente de Projetos e presidente do Grupo Conforto Gastronômico, Geraldo Guerra Junior, em junho de 2013. A ideia surgiu após um estudo de mercado que identificou a existência de uma demanda reprimida a respeito de um modelo de premiação que, em um único momento, envolvesse profissionais de cozinha de todos os estados brasileiros, é a reafirmação, o reconhecimento e a valorização do trabalho e da dedicação dos profissionais que se destacam na área gastronômica e que contribuem para o aquecimento da economia brasileira. Prêmio DÓLMÃ Levando em consideração que o Prêmio Dólmã é nacional, foi instituído duas categorias para a premiação: Categoria Estadual que premia 01 Chef por estado entre os 03 Chefs concorrentes e a Categoria Nacional que premia 01 Chef Nacional entre os 05 Chefs concorrentes. As indicações acontecem por três vias: Comissão de Pesquisa, indicação popular (internautas) e Chefs premiados das edições anteriores. Prêmio DÓLMÃ Na manhã que antecede a Cerimônia de Premiação é realizado com os Chefs premiados da atual e das anteriores edições o Encontro Nacional de Chefs do Brasil. A proposta do encontro é a socialização e a troca de experiências entre os Chefs brasileiros. Na ocasião os Chefs indicados usam as vestimentas dólmã da premiação juntamente com os aventais com as bandeiras dos seus respectivos estados. Além do registro da foto oficial do encontro, há a participação em intervenções gastronômicas, oficinas, palestras e degustações. A Cerimônia Oficial de premiação é a concretização de todas as atividades desenvolvidas no período desde as pesquisas, passando pelas indicações, pelas votações e até o resultado final. Em homenagem ao dia do cozinheiro comemorado no Brasil na data de 10 de maio, a Cerimônia do DÓLMÃ é realizada todos os anos na última semana do mês de maio. A Cerimônia foi criada e estruturada para ser, em cada estado onde é realizada, um sistema agregador, possibilitando o encontro e a troca de experiências da gastronomia dos estados brasileiros com as artes, a moda, a cultura e o profissionalismo local. Chef Bruno Raphael Chef BRUNO RAPHAEL Mestre em Ciência e Meio Ambiente pela Universidade Federal do Pará. Especialista em Vigilância Sanitária e Qualidade dos Alimentos e Panificação e Confeitaria (em andamento). Graduado em Gastronomia e graduando em Tecnologia dos Alimentos....

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Catarina Eduarda
jan23

Catarina Eduarda

Catarina Eduarda O estilo Slam ainda não é maioria mas tem ganhado mais espaço a cada dia. A poesia do rap tem tom de desabafo ou de uma conversa sincera. A rapper amazonense Catarina Eduarda é uma das atuantes nesse estilo em Manaus. Racismo, educação, políticas públicas para a periferia entre outros temas atuais, circulam em rimas e pensamentos reflexivos. Mulher de fibra que não amolece pra marmanjo e com muito conteúdo lança suas músicas com DJ Carapanã. Te transmite uma mensagem empoderada e inspiradora.A primeira vez que eu ouvi o som dela foi com a música Falsos Moralistas. Um esculacho mais do que libertador. Ajude a CatarinaCatarina divulgou ontem em suas redes sociais uma campanha de financiamento coletivo para custear parte do tratamento de saúde em Curitiba. Ela é paciente renal há nove anos e vai fazer o transplante de rim hoje e preciso de ajuda financeira para sucesso da cirurgia....

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Evelyn Félix é destaque no musical “A Caixa Mágica do Natal”
dez21

Evelyn Félix é destaque no musical “A Caixa Mágica do Natal”

A jovem e promissora atriz, cantora e bailarina Amazonense, Evelyn Félix, é destaque no musical “A caixa mágica do Natal” que será apresentado neste fim de semana, respectivamente esta sexta, sábado e domingo, no Teatro Amazonas. O espetáculo é uma realização da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas, com acesso GRATUITO, classificação livre e recursos de acessibilidade com audiodescrição e intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras). A atriz estava cumprindo agenda em São Paulo, cidade em que está radicada há dois anos, quando soube da audição para participar do musical “A Caixa Mágica do Natal” em Manaus, e por se identificar com a proposta artística do espetáculo, ela decidiu fazer as malas e investir para participar da seleção, conquistando uma vaga ao fim onde desde então, ela destaca que há dois meses, tudo o que envolve o espetáculo como ensaios, trocas e convívio entre o elenco e equipe em geral musical está sendo muito leve e prazeroso. “A Caixa Mágica do Natal” conta a história de uma criança que perdeu a mãe há alguns anos e ficou morando apenas com a avó. Ao ficar órfã, a criança também perdeu a paixão pelo Natal que sua mãe alimentava. Até o dia em que encontrou uma caixa de presente com uma carta escrita dias antes de sua mãe partir. Ao abrir a caixa, ela entra em um universo de magia natalina .Com direção cênica de Matheus Sabbá e texto de Thaís Vasconcelos, o espetáculo conta com a Amazonas Filarmônica,Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica, Coral do Amazonas, Corpo de Dança do Amazonas,Balé Experimental do Corpo de Dança do Amazonas, Balé Folclórico do Amazonas e Coral Infantil do Liceu Cláudio Santoro. A direção musical é do maestro Marcelo de Jesus. No musical, “A Caixa Mágica do Natal” Evelyn interpreta a personagem Mãe/Anjo: “Eu faço a mãe da Malu, mãe-anjo no caso, a minha personagem já morreu há um tempo atrás, e eu apareço em um momento no qual a Malu não acredita mais no amor, não acredita mais na magia do natal. No início, foi muito complicado pra eu construir a personagem, porque eu tenho 20 anos e não sei como é a experiência de ser uma mãe, então eu tive que assistir muita coisa, buscar muita coisa pra gerar esse amor de mãe, que é um amor muito puro, muito diferente que você só sabe quando se é mãe, mas com muita dedicação e entrega, ao longo do processo eu fiquei feliz de conseguir construir uma ligação muito forte com a Malu, com a atriz Lu, e foi uma experiência muito boa porque eu não sabia que...

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