Como se mede a imensidão do que se sente?

Cabe na reflexão? Na palma da mão? 13241699_1092246747509581_246804424_o - espalmada assustada livre no corpo - e são e sábio sobre as coisas mais banais da carne. Do abrigo temporário Que eu demoro e habito Um santuário imenso De silêncio. Um sussurro Que fala no meu peito Por tantas vezes mudo peito Batendo acelerado um coração Orgânico Limitado Com prazos e burocracias Pedaços de sonhos que passam por dentro das veias Tudo que somos Quando os olhos descansam O mistério Indesvendável Do caos humano A beleza que flutua e nos comove O sublime. O céu que se vem e se sai Cor de baunilha e de esperança Uma contemplação descabida Caos e encanto... - onde não cabe palavra

Author: Rakel Caminha

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