Os seis NOKIA da minha vida!
set29

Os seis NOKIA da minha vida!

Não sei por quê cargas d'água (além da que está caindo lá fora) resolvi hoje fazer uma retrospectiva dos celulares que tive na vida. Eu sou com meus celulares um tanto quanto sou com meus namorados, então não espere nada de tirar o fôlego: prefiro os confiáveis, divertidos, com personalidade e duráveis, para relacionamentos longos e apaixonados. E sou fidelíssima. #1 Nokia 3310 (2002)  Meu primeiro celular foi um modelo igualzinho a esse da foto. Ganhei dos meus pais pouco antes de embarcar para a Finlândia pela primeira vez. A ideia era justamente ter um jeito de me comunicar com eles por lá, já que o bichinho já funcionava com chip (é, essa tecnologia já foi novidade). Bom, quando eu cheguei lá, não sei por quê, ele não funcionou de jeito nenhum, mas eu o usava como relógio às vezes - e foi assim que eu consegui numa noite, voltando de um bar, perder esse celular branquinho num montorolho de neve. E sem eu ter nem como fazê-lo tocar para localizá-lo!! Bicho, ele passou mais de meia hora perdido, sério mesmo. Eu o desliguei e só voltei a ligá-lo dias depois, mas até pareceu que nada tinha acontecido. Usei este celular por bastante tempo, derrubei-o inúmeras vezes, enfim... Sempre fui meio desastrada. Acho que não preciso nem ter vergonha de assumir que, a princípio eu quis um Nokia só porque é finlandês. Mas eu me surpreendi com ele em todos os sentidos. Quando minhas amigas com celulares mais modernos e descolados da mesma operadora que eu não tinham sinal, o meu tinha. Quando a bateria de todo mundo acabava, a minha continuava firme. Quando alguém derrubava o telefone, geralmente eles "espatifavam", a capa saía e tudo o mais, mas pra sair a "carenagem" do meu 3310, tinha de ser um senhor tombo. E depois, era só montar tudo de novo e tava beleza, hehehe. Além do famoso "jogo da cobrinha", uma das coisas mais legais desse celular era o "composer": dava para fazer toques no maior estilo "8 bits", apertando os botões do teclado. Com nota, afinação e tudo! Meu toque era uma "versão exclusiva" de "Black Sheep" do Sonata Arctica,e meu protetor de tela favorito era esse das bolinhas, como o da foto no início desse post. Esse celular tinha uma agenda que vou te contar e quase levou meus pais à falência, pois era pós-pago e eu vivia trocando SMSes transatlânticos o dia inteiro com a conexão Pólo Norte. No final de 2004, comecei a namorar, e como eu não gostava de andar com bolsa e meu ex vivia cheio de bolsos, geralmente deixava meu celular com ele. Resultado: um...

Leia Mais
Viajei para a Finlandia e larguei (de vez) o absorvente
ago14

Viajei para a Finlandia e larguei (de vez) o absorvente

Não foi dessa vez que eu parti para minhas aventuras finlandesas e fiquei por lá de vez... SQN: cá estou eu de volta, e carregadinha de novidades! E como vocês sabem, a Finlândia é um país bem feminista, então, acho que vou começar pela mais...errr... feminina das minhas descobertas! Hehehehe! Meninos, muito grata pela audiência, mas acho que este post não vai interessar muito vocês. Ou vai. Sei lá. O papo da vez é sobre um artigo que, apesar de existir no Brasil, é bem pouco comum: coletores menstruais. Para quem nunca ouviu falar, é uma espécie de "copinho", feito de silicone medicinal (não sei se existem coletores feitos de outro material, mas sempre será algo impermeável e maleável), para ser inserido na vagina, como um absorvente interno. A diferença é que, ao invés de absorver, esse copinho coleta o fluxo, que após um certo período (geralmente entre 4 e 12 horas), deve ser retirado, esvaziado, enxagüado e - pronto! - recolocado. Exatamente! Nada de resíduos! Nada de privada entupida, nada de cestinho fedendo, nada de meio ambiente sufocado e -que bom!!- nada mais de gastos com absorventes todo mês! O coletor pode durar até dez anos. Imagina a economia que significam dez anos de absorvente? Aposto que paga as passagens da próxima viagem...(é, eu só penso nisso...Hehehehe!) Preocupada em primeiro lugar com a questão ambiental, soube de algumas amigas com a mesma consciência que fazem uso de absorventes não-descartáveis, mas como sempre preferi os de uso interno, não via muita saída para o meu caso. Até que, no verão passado em Tampere, em uma conversa qualquer, minha amiga me falou sobre o MoonCup . Ao voltar ao Brasil, pesquisei e descobri que aqui já existia um similar fabricado no Brasil, o MissCup (que agora mudou seu nome para InCiclo , mas continua sendo o mesmo produto).Custa em torno de R$ 75,00. Quando vi pela primeira vez, só dava para comprar pela Internet (hoje vejo que existem alguns pontos de vendas indicados no site), e como nunca fui muito fã de transações virtuais (é, sou do tempo das cavernas...), decidi que iria comprar o meu na minha próxima viagem à Finlândia, onde o uso de coletor é mais comum, e dá pra adquirir um em qualquer farmácia. Paguei um pouquinho mais caro, é verdade (cerca de 30 Euros, que dariam em torno de 90 Reais). Mas foi entrar, pegar e pagar. Escolhi uma marca finlandesa (claro!) a Lunette. E, embora já tivesse tirado todas as minhas dúvidas sobre como utilizar o coletor com minhas amigas finlandesas e na farmácia onde o comprei, fiquei grata por não ser obrigada a destrinchar aquela bula em Suomi em...

Leia Mais