Raiz Campos reúne grafiteiros do AM e leva arte urbana para Presidente Figueiredo
mar25

Raiz Campos reúne grafiteiros do AM e leva arte urbana para Presidente Figueiredo

Além do Mega Mural que representa a identidade cultural de Presidente Figueiredo,a comunidade pode participar de uma oficina de técnicas básicas de grafite com todos os protocolos de segurança Portal Xibé Presidente Figueiredo – Cupuaçu, cachoeira, galo da serra, elementos que retratam a identidade cultural do Município de Presidente Figueiredo no Amazonas foram transformados em cores e traços por grafiteiros do Estado, no “Encontro de Graffti Galo da Serra”, nos dias 23 e 24 de março, com o intuito de reunir a cultura Hip-Hop e o Graffti na cidade. O evento, que construiu o Mega Mural artístico de 80 metros de comprimento, foi contemplado no Edital Prêmio Manaus de Conexões Culturais. O coordenador do evento, o grafiteiro Raiz Campos, que foi criado na vila de Pitinga, na Reserva indígena Waimiri Atroari, próximo à Presidente Figueiredo, explica que escolheu o local como uma forma de retribuir toda a vivência da infância. “Tenho muita gratidão por esse lugar, foi aqui que tive as primeiras referências de arte com meu pai (Dennes Lucena) que foi um grande artista de Pitinga”, disse o artista, que é conhecido no cenário de arte urbana por retratar a cultura amazônica nos viadutos de Manaus e em outras cidades do mundo. O Mega Mural foi construído na Escola CETI Maria Eva dos Santos, no bairro galo da serra, e os alunos tiveram a oportunidade de participar da atividade formativa “Técnicas básicas de grafite”, seguindo todos os protocolos de segurança, com a artista Thaisis Isy. Após utilizar a técnica em tablados de madeira, os alunos levaram para casa as obras produzidas. “Queria muito trazer, não só o mural para Figueiredo, mas também incentivar a comunidade a saber mais sobre arte urbana, pois é a cultura que eu vivencio todos os dias”, comenta Campos. Para construir essa verdadeira galeria de artes a céu aberto, Raiz preparou uma imersão na natureza para os participantes. “Acho muito importante que os artistas vivenciem tudo o que Presidente Figueiredo pode proporcionar, por isso, ficamos em uma pousada perto de uma cachoeira para desfrutar toda essa experiência”. Raiz Campos pretende levar a arte urbana novamente para Presidente Figueiredo e para outros municípios do Amazonas. Segundo o artista visual, o próximo evento será em São Gabriel da Cachoeira (AM). Acompanhe o artista nas redes sociais @raiz.campos. Artistas Além do grafiteiro Raiz Campos, participaram da construção do Mega Mural do Encontro de Graffiti Galo da Serra em Presidente Figueiredo os artistas visuais: Amazon Arabe, Johnny  Bulk, Denis, Isy, Tyna, Riq, Emerson Soft, Ploris, Robson Megart , Gnos e Geofram. Sobre Raiz Campos Raiz Campos é um jovem artista visual que impressiona o mundo com seus graffitis...

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Grupo Maroaga do município de Maués lança primeiro EP de Gambá
mar23

Grupo Maroaga do município de Maués lança primeiro EP de Gambá

A produção busca difundir o ritmo de gambá do Norte do Brasil, e traz músicas inspiradas nas manifestações culturais e religiosas da região amazônica Portal Xibé Para divulgar o ritmo amazônico ‘Gambá’, o grupo do município de Maués (AM) ‘Maroaga’ lança seu primeiro EP com composições que trazem reflexões sobre as manifestações religiosas e culturais da Amazônia, como a Festa do Divino Espirito Santo. As músicas estão nas principais plataformas de música. A produção do EP foi contemplada no Edital Prêmio Manaus de Conexões Culturais e pode ser acessado no Spotify. A formação do Grupo Maroaga é composta por Tércio Macambira no Gambá e no vocal, China no Tamborinho, Rô Macambira no Caracaxá, Neto Armstrong no Banjo, Sérvio Túlio no contra-baixo, Cleumir Leda na flauta, Amino Vasconcelos no violão e direção musical, Duan Raiad na escaleta e João Enam como assistente de produção. De acordo com o líder do Grupo, o músico Tércio Macambira, o intuito é tornar o ritmo de Gambá mais conhecido na região. “Muitos artistas, pesquisadores e mestres do ritmo têm realizado trabalhos maravilhosos com o gambá, mas, mesmo assim, ainda é um ritmo muito desconhecido pelo público amazônida. Precisamos de mais pessoas levantando essa bandeira, valorizando o gambá e os mestres”, comenta. Para o mestre de Gambá, Ismael do Divino, o gambá é uma forma de mostrar a identidade do povo amazônida ao que diz respeito às vivências de fé. “O gambá é parte do meu viver pois nasci e cresci vendo e participando. Por meio do ritmo podemos expressar nossa fé e resistência cabocla, é uma sequência das experiências traduzidas para o ritmo e versos”, completa o mestre. Músicas Macambira explica que, embora o gambá seja incidente em vários municípios da Amazônia, as inspirações e referências do grupo são dos artistas maueenses, dos mestres de gambá do grupo Pingo de Luz, Tambores da Floresta e da Irmandade do Divino Espirito Santo de Maués. “São canções que falam sobre a Amazônia, do cotidiano do ribeirinho, da fé e devoção dos foliões do Divino Espirito Santo de Maués. Exemplo disso são as músicas: A Onça te Pega, Jacaré-Açú, Prosa do Pavulage”, comenta o músico que também é professor. Uma das principais músicas do EP é a “Amazônia”, composição da artista maueense Maria Erinete Straus Nogueira, conhecida como Tydel. A música incentiva a preservação da natureza. “É uma declaração de amor à Amazônia, compus a letra para concorrer no Festival de Música Popular do Éden que acontece em Maués, e a música ganhou em terceiro lugar daquele ano”, disse a artista. Grupo Maroaga O líder do Grupo, Tércio Macambira, conta como surgiu a formação atual do Maroaga....

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Banda amazonense Santrio lança documentário sobre produções autorais
dez30

Banda amazonense Santrio lança documentário sobre produções autorais

A produção traz momentos exclusivos das produções da Banda, como composições musicais e audiovisuais. Acesse o documentário aqui: youtube.com/user/santriotube *Assessoria de Comunicação O documentário lançado este mês traz o relato individual dos três integrantes da Banda de Rock Progressivo Santrio sobre as produções autorais da trajetória da banda, desde composições, edições e gravação. A banda é composta por Lucas Passos no vocal e guitarra, Andrio Dias na bateria e Warllison Barbosa no baixo. A banda segue o estilo do rock progressivo, estilo que valoriza em mesmo nível o vocal e instrumental nas suas músicas. A Banda lançou também no dia 21 de dezembro o novo álbum “Líquido”, que traz composições que buscam uma reflexão maior sobre a sociedade e a internet. Além dos três integrantes, o álbum traz a participação do guitarrista manauara Aldenor Honorato, na música “Backup”. Acesse aqui youtube.com/user/santriotube. De acordo com o vocalista e guitarrista da banda, Lucas Passos, o documentário revela momentos exclusivos da formação da banda e relembram momentos importantes que vivenciaram. “Vamos falar também sobre a adaptação da produção do novo álbum durante o período de quarentena em plena pandemia”, comenta o músico que também é produtor cultural e mestrando da Universidade Estadual do Amazonas (UEA). O público terá acesso a grande parte de todo o processo de produção do novo álbum da banda, como explana, Passos. “Foi um desafio conseguir estruturar um documentário de 1h de duração paralelo aos lançamentos do nosso álbum. É uma área em que eu tenho buscado aperfeiçoamento, e tem se tornado uma ferramenta essencial nas produções. Este é o segundo documentário que produzo, porém em uma condição total atípica, pois nossas ações foram bruscamente limitadas com o período de isolamento”. Para o baixista Warllison foi bom relembrar fatos, momentos e experiências da Banda. “Esse tipo de produção faz a gente ter noção do amadurecimento como músicos e crescimento profissional. O documentário mostra o antes e o depois da produção do Líquido, e todo que o envolveu para chegarmos em um resultado que temos hoje, que pra mim é muito gratificante”, disse. O projeto recebeu apoio do edital Conexões Culturais 2020, desenvolvido pela Secretaria de Cultura, Turismo e Eventos – Manauscult e Governo Federal, mediante a Lei Aldir Blanc. Músicos Andrio é bacharel em Música, percussionista da Orquestra Filarmônica do Estado, produz conteúdo de percussão e bateria para o seu canal do YouTube, e representante de marcas de instrumento em nível nacional, além de atuar com produção musical. Lucas tem o seu projeto musical solo, possui licenciatura em Música, é especialista em Gestão e Produção Cultural, idealizador dos projetos Cúmplices da Arte Autoral e Os Guitarphones, além disso,...

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Lucas Passos promove videopalestra sobre referência do Blues, Robert Johnson
dez29

Lucas Passos promove videopalestra sobre referência do Blues, Robert Johnson

“Robert Johnson e a guitarra como escudo de sobrevivência” é o tema da videopalestra do músico amazonense Lucas Passos, que reúne diálogos com compositores e pesquisadores do Amazonas *Assessoria de Comunicação “Vida e obra” do cantor de blues Robert Johnson, um dos músicos de referência na história da música, é retratada em videopalestra nesta quarta-feira (31) do músico e pesquisador mestrando da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) Lucas Passos. O Projeto reúne ainda a participação de músicos, compositores e pesquisadores do Amazonas e estará disponível no canal ‘Passos do Lucas’. Segundo Passos, o projeto contemplado no edital Conexões Culturais, abordará a temática da criação composicional musical de Robert Johnson.“Ele foi um guitarrista negro muito importante na história da guitarra mundial, então vamos dialogar entre o mito presente na vida do guitarrista e na literatura clássica de temática fáustica”, explica. Para compor a videopalestra foram convidados músicos e pesquisadores que atuam contribuindo com o fazer artístico na cena amazonense, como a compositora Elisa Maia; o violoncelista e professor Edoardo Sbaffi; o músico e compositor César Lima; a cantora e compositora Kely Guimarães; e o músico e compositor e professor Marcello Messina.  De acordo com a cantora e compositora Elisa Maia,é importante discorrer sobre a importância da composição musical. “A mágica de falar sobre composição é que a gente tá falando sobre o processo de trabalho mais primário e primitivo do que é ser artista e no caso, um artista da música que faz sua própria música”, reflete, acrescentando que “compor é o trabalho mais essencial, e mesmo assim, é um processo pouco compreendido, às vezes, invisível, porque cada artista tem sua própria vivência, seu tempo e seu espaço pra isso”, finaliza. Já para o professor da UEA, Edoardo Sbaffi, a proposta do projeto representa um exemplo de como o processo criativo e a pesquisa musicológica, podem convergir para uma proposta completa e sinérgica. “A composição musical é um fenômeno passível de ser estudado e analisado sem, ao mesmo tempo, perder a sua componente de pura imaginação. Arte é justamente isso: um ato criativo que responde a uma escolha metodológica e sujeita a constante autoavaliação” comenta Sbaffi, que é doutor em Música e Musicologia. O projeto recebe apoio do edital Conexões Culturais 2020, desenvolvido pela Secretaria de Cultura, Turismo e Eventos – Manauscult e Governo Federal, mediante a Lei Aldir Blanc. Artista e pesquisador Lucas Passos, além de músico graduado pela Universidade Federal do Amazonas, é Especialista em Gestão e Produção Cultural e mestrando qualificado pelo Programa de Pós-Graduação em Letras e Artes – PPGLA, da Universidade do Estado do Amazonas. Por meio das atividades acadêmicas, e de estar se...

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Tércio Macambira coordena oficina de ritmos amazônicos
dez28

Tércio Macambira coordena oficina de ritmos amazônicos

A inscrição para a Oficina de Ritmos amazônicos é online e gratuita e abordará ritmos do Norte do Brasil como: Marabaixo, Batuque do Curiaú, Gambá, Carimbó, Marambiré e Toada. Acesse a inscrição aqui *Assessoria de Comunicação Para divulgar e difundir a cultura e ritmos da Amazônia, dia 29, às 16h, será realizada a Oficina, online e gratuita, ‘Ritmos amazônicos’ que abordará os ritmos como o Gambá, Marabaixo, Batuque do Curiaú, Carimbó, e Marambiré. A Oficina será ministrada pelo músico percussionista Tércio Macambira contará com a participação dos bateristas Yuri Lima e China Alter do Chão. A inscrição para a oficina é gratuita e é destinado ao público que tem interesse em conhecer mais sobre percussão e sobre a cultura da Amazônia. A Transmissão será pelo seu canal no Youtube e Facebook: facebook.com/tercio.macambira. Segundo o percussionista Tércio Macambira, a oficina contará com a explicação e demonstração dos ritmos com instrumentos genuínos de percussão e com as adaptações para a bateria. “Além das demonstrações com os instrumentos, também será abordado a origem histórica e cultural de cada ritmo abordado para contextualizar cada ritmo”, explica o músico, que também é professor no Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro. Para Macambira, é necessário uma maior divulgação da diversidade dos ritmos da Amazônia para que esta cena cultural tenha continuidade. “Mesmo diante dessa riqueza, as produções musicais locais exploram pouco esses ritmos do norte, o que causa não apenas desconhecimento dessa cultura, mas pode ocasionar o esquecimento”, comenta. A Oficina ‘Ritmos amazônicos’ tem o apoio da prefeitura de Manaus e do Governo Federal, por meio do Prêmio Conexões Culturais 2020 – Lei Aldir Blanck. Músicos Tércio Macambira, responsável pela Oficina, é músico, percussionista, professor no Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro e pesquisador na Universidade Estadual do Amazonas (UEA). Natural da cidade de Maués, possui vasta experiência com os ritmos regionais, atua na cena Manauara desde 2010 onde trabalha com renomados artistas. Macambira é músico integrante da Orquestra de Violões do Amazonas e lidera o grupo Gambá Maroaga. Yuri Lima, um dos convidados, é músico baterista, e tua como percussionista da Amazonas Filarmônica. É professor dos cursos de bateria e percussão do Liceu de Artes e Ofícios “Cláudio Santoro”. Possui Licenciatura em Música pela Universidade do Estado do Pará (UEPA) e Pós graduação em Docência do Ensino Superior pela Uninorte – AM. Foi finalista (3º lugar) do concurso V-Drums Contest 2011 pela empresa ROLAND. Acompanhou músicos como Sebastião Tapajós, Yamandú Costa, Ney Conceição, e Celdo Braga. O Outro convidado é Ronalto Alves de Jesus, conhecido como China que é autodidata e toca profissionalmente desde os 19 anos. Participou de vários festivais de...

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