Imagem não é nada, sede é tudo!

Era uma noite como outra qualquer, mais um fim de semana, mais um show, mais uma olhada pela cidade. Como em tantas outras vezes, ela iria preparada para assistir a apresentação da banda do irmão. Na verdade, ela ia mais para olhar para o baterista do que para prestigiar quem a convidou. Em tantos anos, as trocas de olhares jamais cessaram, mas também jamais saíram dos olhares. Ela, irmã do grande amigo dele, ele, baterista da banda do irmão e….. casado. Os olhares jamais mentiram, o desejo ficou sempre no ar, porém, contido a cada novo show, novo ensaio ou novo encontro. Sempre muito reservados, jamais deixaram que qualquer um percebesse o desejo de ambos, foi então que ele criou coragem e deu o sinal verde: estava separado, estava livre, mas ela?! Bem, ela continuava sendo a mocinha que ia à missa todo domingo, a mocinha sempre arrumadinha, quietinha e caladinha, ela continuava sendo a “irmãzinha do ‘Fulano’”. Naquela noite, como em outra qualquer, rumaram para o show, ele chegava ao estacionamento, e ela já se dirigia para a bilheteria. Lembrou-se de ter esquecido algo no carro, voltou para buscar. Ele observava-a de longe, até que chegou perto. Era meia-noite… Um estacionamento escuro, algumas árvores fechando o ambiente, táxis ao longe e algumas pessoas bebendo e comendo do lado de fora do estabelecimento, nenhuma distância que possibilitasse identificá-los. Mas nada que os impedissem de flertar. Ela pensou em ir até ele, mas hesitou. Ele não. A chamou, disse que estava linda e que achava isto desde muito tempo. E antes que ela pudesse reagir de qualquer forma, sentiu as mãos dele em sua cintura, o calor dos seus lábios e algo há mais abaixo da cintura e que insistia em tocá-la. Foi tudo muito rápido, uma noite escura e quando percebeu, naquele mesmo estacionamento ao longe, atrás daquelas mesmas árvores que por inúmeras vezes testemunharam os olhares....naquele mesmo lugar, ela já estava no primeiro melhor primeiro beijo da vida dela. Tão forte, tão rápido e tão intenso. O que ele não esperava, era passar a mão no traseiro da “irmãzinha do amigo” e ela estar sem absolutamente nada, em fração de segundos ela já estava no capô de um carro qualquer, escondido por uma árvore qualquer. Ofegantes, suados, quentes e com os desejos ardentes, ele teve a certeza de ter a melhor transa da vida dele, permaneceram ali por cerca de 15 minutos, não trocaram uma única palavra, vestiram-se e partiram. Ele primeiro, com carinha de quem faria um ótimo show aquela noite, ela atrás, com o rostinho de princesa que esquecera a carteira no carro. Aquela noite, ele...

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Santa ou Pecadora?
mar20

Santa ou Pecadora?

Nunca gostei desse falso moralismo de que mulher é princesinha e odeia ser chamada de puta. Meus amigos: experimentem chamar a princesinha por nomes que eu não ousaria dizer neste momento. Homem é descarado, homem gosta de mandar, de se exibir, de ser o macho dominante do pedaço, já a mulher… De repente ela olha com aquele olhar suave, toca com delicadeza o rosto dele, mas tente ao menos uma vez agarrá-la pela cintura com uma das mãos enquanto a outra segura firme a nuca dela e puxa os cabelos. Mulher gosta sim de cruzar as pernas no jantar com a família, gosta de sorrir delicadamente em meio aos amigos, mas em quatro paredes? O que conta em quatro paredes? Ela pode ser a santa ou pecadora, a donzela ou a cortesã, depende do quanto você se empenhou para conquistar cada uma das facetas presentes nela. Mulher adora quando ele abraça com jeitinho e fala obscenidades no ouvido; adora saber que enquanto os outros à vêem abraçando o “carinha”, ela pensa em mil maneiras de matar a virgem presente dentro de si. Nem mesmo eles sabem, em sua pura (talvez não tão pura assim) ingenuidade, ao passo que a imaginam recatada nos braços dele, ela gosta mesmo é de uma boa sacanagem, uma boa festa à dois, três, quatro... mal ele sabe que não conhece nem 1/3 do que ela deseja. Sacanagem não pertence somente ao “macho dominante”, mulher adora uma boa putaria. Mulher adora fingir o interesse, lançar a “conquista” que para ela, na verdade, é apenas mais uma partida de um jogo interessante. Mulher adora um sexo casual, principalmente porque ela, melhor do que qualquer homem, adora ter um bom orgasmo sem se preocupar em ligar no dia seguinte. O tesão aumenta quando ela finge que acredita ser única para ele e o aumentar triplica quando ela tem a certeza de que ele acredita piamente nisto, mal ele sabendo que enquanto ele pega 3, 4 ela está escolhendo qual ligação atender e para quem ser a pecadora. Enquanto se faz de bobinha para ele na brincadeira do vai e vem é o outro que sabe as manhas de como dar AQUELA mordida no lugar certo, aquele beijo molhado no ponto exato. Enquanto ele luta para chegar na zona proibida dela, ela esconde que essa é a zona de exploração que mais curte,  e que, simplesmente resolveu que para ele não abriria a cerca. Não que ele não despertasse o desejo, mas simplesmente porque ele se acha demais enquanto se sente o Sr.Incrível. Cuidado rapazes ao terem a certeza da ingenuidade das santas. Pode ser que o carnaval...

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