Lounge-balada e cardápio assinado pelo chef Erick Jacquin é na nova Belle Epoque
nov25

Lounge-balada e cardápio assinado pelo chef Erick Jacquin é na nova Belle Epoque

Bistrô contemporâneo de grande sucesso no shopping Ponta Negra, reabre suas portas no dia 1º de dezembro, agora como Belle Époque Lounge, mais moderninho, contemporâneo e elegante, misturando estilo, baladinhas e gastronomia, com cardápio assinado pelo Masterchef francês Erick Jacquin. E para completar a reestreia deliciosa, o próprio Jacquin estará no resto-bar, apresentando seu cardápio internacional, com tempero bem regional. Na casa, o chef elaborou um menu de pratos com toque amazônico, como o Ravióli de Pirarucu com Tucupi, um Cassoulet de Tambaqui, entre outros, além de clássicos da gastronomia como o Filé Mignon ao Molho de Vinho Tinto e Ameixa, Steak Tartare com fritas e salada (entrada), sem falar no pequeno bolo de chocolate quente com sorvete de baunilha, o verdadeiro petit gateau do Masterchef. O novo restaurante-bar, dos empresários Antonio Nelson Jr. e Zaira Souza, ganhou projeto para atender especialmente quem gosta de sair com amigos, funcionando do almoço ao jantar, happy hour e para baladas com batidas eletrônicas ou um som com bons drinques à mão. A carta de bebidas da casa também tem boas novas e leva assinatura do bartender Marcelo Serrano, escolhido como o melhor bartender em 2014 e 2015, pela revista “Veja São Paulo - Beber e Comer”. Ah, e o famoso e refrescante moscow mule, na canequinha de bronze, continua como hit do Belle Époque. A arquiteta Maisa Oliveira transformou o Belle Époque Lounge num multiespaço, com grandes áreas envidraçadas, lustres, lounge para 100 pessoas, com cabine para receber DJs e pocket shows, pronto para a badalação; restaurante e bar; e uma varanda externa para 30 pessoas, dando um toque extra de bossa ao lugar, seguindo conceitos de casas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Como inovação maior ainda, o Belle Époque Lounge terá uma exclusiva sala VIP, para 8 pessoas, com serviço diferenciado e mesa de jogos, ambiente ideal para encontrar amigos, casais e até mesmo fazer reuniões de negócios descoladas no resto-bar. O lounge também pode ser usado para eventos, especialmente na temporada de festas de fim de ano e confraternizações. Este espaço ganhou aconchegantes e grandes sofás em capitonê marrom, poltronas na cor Marsala e conjunto de pufes. Em todos os ambientes a decoração mantém o clima de bistrô, com imagens de época de Manaus. Para o dia a dia, o restaurante funcionará com almoço executivo fixo, com entrada, prato principal e sobremesa. Noites temáticas serão realizadas de quarta a domingo, completando o cardápio do multiespaço do Belle Époque Lounge, para agradar públicos específicos e exigentes.  Erick Jaquin Erick Jacquin é hoje um dos mais importantes chefs franceses em atividade no Brasil. Maître Cuisiner de France, Chevalier...

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Romance “Cordeiros e Bodes” tem as entranhas da corrupção e poder
out07

Romance “Cordeiros e Bodes” tem as entranhas da corrupção e poder

Construído a partir de vivências numa favela, impressões e ficção, com elementos fortes e atuais para um romance, “Cordeiros e Bodes” é o novo livro do autor João Bosco Botelho que será lançado no dia 17 de outubro, às 10h, no Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (IGHA), com assinatura da Livraria e Editora Valer. Esse é o 19º livro do escritor, que é professor titular aposentado pela Ufam, professor-doutor da UEA e membro da Academia Amazonense de Medicina. “Cordeiros e Bodes” é uma obra super atual, que trata da dualidade do bom e do mau, desde as representações bíblicas até a rotina dos personagens da narrativa, moradores de uma grande cidade e de uma favela com todos os seus defeitos e qualidades. Em tempos de combate à corrupção, busca pela moralidade e de se passar o País a limpo, o livro traz à tona polêmicas como o poder do dinheiro, o culto exagerado ao corpo, ganância, as durezas da vida, mas também a esperança e a fé de quem acredita que pode transformar o mundo a partir de atos de integridade, mesmo no meio da dor e cortando a própria carne. “Escrevi ‘Cordeiros e Lobos’ a partir do fruto de vivências em uma favela de Manaus, onde convivi com personagens inspiradores, ajustados à literatura romanesca. São personagens extraordinários, intensos e fortes, que não se deixam abater, entre o bem e o mal”, diz Bosco Botelho. Segundo o autor, “Cordeiros e Bodes” é um título que reflete ao sentido bíblico, com cordeiros ao lado de Deus, e o bode ao lado do demônio. “São pessoas más, que roubam, armam, são corruptores do dinheiro público. E há um outro grupo, na favela, que trabalham, que produzem, que não tem casa própria e são cidadãos. Esse sentido bíblico traz a simbologia do belo, bom, justo e integro, contraposto ao mau, ao roubo, à mentira, à ganância”, fala o escritor. Seguindo a perspectiva dos que roubam, pagam propina e corrompem, fazendo disso uma relação social, o livro deixa uma pergunta para os leitores: “O país está podre? Há solução?” Durante a narrativa fluida de “Cordeiros e Bodes”, o autor desenvolve histórias com personagens fortes, tomando como base os conflitos encontrados no dia a dia de grandes metrópoles e favelas. Draco, por exemplo, emergiu de baixo graças ao poder do dinheiro e rapidamente se adaptou ao circulo vicioso de corrupção, propinas, soberba e entrega aos prazeres. De outro lado, igualmente forte, aparece Damiana, que mora na invasão, sempre lutando para dar vida digna e decente aos filhos, mesmo que eles estivessem vulneráveis ao crime, ao tráfico e à maldade. Ela sente na carne o...

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