15ª Pixel Show: Feira Internacional de Criatividade
nov30

15ª Pixel Show: Feira Internacional de Criatividade

A economia criativa, que despontou em épocas de crise, se fortaleceu com novos profissionais e tecnologias que viram no mercado tradicional poucas oportunidades de crescimento. O  segmento é hoje um pilar da economia global. Segundo o relatório da UNCTAD Creative economy outlook (2018), a economia criativa passou de uma arrecadação de US$ 208 bilhões, em 2002, para US$ 509 bilhões em 2015 em todo o mundo. No Brasil, o Mapeamento da Indústria Criativa realizado pela Firjan e divulgado neste ano, mostra que a economia criativa representou 2,61% do PIB brasileiro em 2017, ou seja, R$ 171,5 bilhões. Nesse cenário, eventos e oportunidades que promovam a economia criativa também ganharam espaço, como o Pixel Show, que se mantém como o Maior Festival de Criatividade da América Latina e completa 15 anos em 2019. “O evento terá mais de 200 horas de programação e três dias, com um conjunto de negócios que estimula a geração de renda e a criação de empregos, ao mesmo tempo em que promove a diversidade cultural, inclusão e desenvolvimento criativo”, comenta Simon Szacher, criador e organizador do Pixel Show. “A criatividade não é mais algo desta ou daquela profissão, é uma habilidade multidisciplinar e multisetorial. A mudança causada pela tecnologia na forma como produzimos exige que tenhamos criatividade, para gerar mais inovação”, ressalta Allan Szacher, head de curadoria do evento. De olho nesse público, o Pixel Show preparou novas atrações para movimentar as mais de 50 mil pessoas que devem acompanhar o evento. É GRÁTIS! Mais de 80% das atrações dos três dias de Pixel Show são gratuitas e para todas as idades. Além de espaço Kids, Food Park, Tattoo, Arena Musical e exposição do Lego User’s Group, confira algumas que vão dar um empurrãozinho nos negócios: - Espaço RH: Aqui, criativos que buscam oportunidade de trabalho formal podem conhecer e conversar com recrutadores de empresas que enxergam nesse mercado potenciais profissionais para seus negócios. A participação é gratuita, basta chegar com o currículo, entrar na fila e bater um papo com as empresas. - Espaço Makers: Artistas amadores e independentes vão expor seus trabalhos em busca de novos negócios, vendas e exposição. “Temos casos muito legais de artistas que começaram como makers, em outras edições do Pixel Show, e hoje expõe com suas empresas e marcas consolidadas”, lembra Allan Szacher, criador e head de curadoria. XR Lounge: A tecnologia realmente mudou a forma de fazer e entregar arte e cultura. O espaço dedicado a projetos de realidade virtual e experiencias imersivas abre a mente do público para novas possibilidade de negócios e atrações. Vale a pena investir Para quem quer imergir no mundo criativo e se apropriar de...

Leia Mais
No mundo de hoje é possível erradicar fome?
jul25

No mundo de hoje é possível erradicar fome?

Erradicar a fome e a insegurança alimentar, bem como assegurar a agricultura sustentável e a gestão de recursos naturais, são pilares centrais dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e um pré-requisito para a realização de toda a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. A FAO desempenha um papel importante na medição do progresso em direção à sua realização. A evidência mais recente disponível para esses alvos, no entanto, apresenta um quadro sombrio. O mundo não está no caminho certo para atingir a esmagadora maioria das metas de ODS relacionadas à agricultura sustentável, segurança alimentar e nutrição. Quatro anos na Agenda 2030, a regressão é a norma para quase todos os indicadores relacionados, com apenas algumas áreas refletindo algum progresso. O número de pessoas subnutridas no mundo tem crescido desde 2015 e está de volta aos níveis observados em 2010-2011. Em outras palavras, mais de 820 milhões de pessoas ainda estão com fome hoje. Os produtores de alimentos em pequena escala enfrentam desafios desproporcionais no acesso a insumos e serviços e, como resultado, tanto sua renda quanto sua produtividade são sistematicamente menores em comparação com os maiores produtores de alimentos. Cerca de 60% das raças de gado locais estão em risco de extinção nos 70 países que tinham informações sobre o estado de risco, enquanto o estatuto de risco permaneceu desconhecido para dois terços do total das raças locais de gado em todo o mundo. Apesar desta situação, menos de um por cento de um total de  7.760 raças locais de gado no mundo têm material suficiente armazenado permitindo que a raça seja reconstituída em caso de extinção. A conservação de material genético vegetal está um pouco melhor; Nos oceanos, estima-se que um terço do peixe seja sobreexplorado, com a fração mundial de peixes marinhos em níveis biologicamente sustentáveis ​​caindo de 90% em 1974 para 66,9% em 2015. No entanto, cerca de 30% dos países ainda têm um registro baixo ou médio de implementação dos principais instrumentos internacionais que combatem a pesca ilegal, não declarada e não regulamentada, enquanto cerca de 20% dos países têm um registro baixo ou médio de implementação dos principais instrumentos para promover o acesso de pescadores de pequena escala a atividades produtivas, recursos, serviços e mercados. Entre 2000 e 2015, o mundo perdeu uma área de floresta do tamanho de Madagascar, embora a taxa de desmatamento pareça estar diminuindo. Durante o período 2016-2017, os altos preços gerais dos alimentos afetaram mais de um terço dos países em desenvolvimento, um em cada quatro países da África e da Ásia Ocidental, e um em cada cinco países da Ásia Central e do Sul. Muitos desses problemas provavelmente...

Leia Mais
Escritora Carol Peace lança “A ponte”
ago15

Escritora Carol Peace lança “A ponte”

Reflexões, conspirações e ficção científica, a advogada e escritora Carol Peace vai lançar neste fim de semana o livro intitulado “A Ponte”. Conhecida por contos literários e ilustrações, ela decidiu se envolver ainda mais com a literatura. Confira a baixa a entrevista que fizemos sobre o lançamento: Primeiramente, do que se trata o livro? Se fosse defini-lo em três hashtags, quais seriam? “A Ponte” é um conto que se passa em um futuro (não tão distante) devastado pela guerra e pela ganância das grandes corporações. Theo Moraes é um jovem sem qualquer perspectiva para o hoje (e tampouco para o amanhã) que deseja apenas sobreviver em um mundo dominado por uma ditadura cruel. A história é contada do ponto de vista do Theo, enquanto ele começa a entender toda uma conspiração genética que se desenha ao redor dele. Eu usaria as hashtags #distopia #ficçãocientífica e #Manaus, porque é um conto ambientado aqui em nossa cidade. Lançar algo novo é se reconhecer em outra função? Como está sendo esta experiência? Bem, eu sempre escrevi, por assim dizer. Fato é que no momento em que fui alfabetizada já usava as palavras escritas para me expressar no mundo. Muitas pessoas apenas me viam como ilustradora e colorista, no entanto, já tenho vários trabalhos publicados, tais como: contos e, até mesmo, um roteiro para revista em quadrinhos. A função de autora, todavia, não é nada fácil. Você se expõe e se torna uma pessoa pública, por assim dizer. Você deve passar a ter muito cuidado com as suas opiniões e posicionamentos, algo que somente com a maturidade que tenho hoje consigo gerenciar. Que tipo de materiais e formatos artísticos você já lançou? No quesito literário, além de autopublicar muito material, tive alguns contos publicados por editoras e revistas nacionais. Pela Editora Draco publiquei o conto TK2K em uma coletânea chamada “Samurais X Ninjas”. É uma distopia com ares cyberpunk em que cunhei um herói bastante improvável. Contar mais do que isso estragaria a surpresa, mas para quem tiver interesse, é possível adquirir a história no site da Draco. Na revista Trasgo publiquei a história “Você está morto, Jesse Danvers”, que também é uma distopia cyberpunk, contudo a temática é bem mais adulta, uma vez que escrevi voltado para o público LGBTA+. É possível ler a história pelo site da revista Trasgo. Também publico webnovelas (histórias publicadas online), dentre as quais posso citar a mais conhecida “A Ordem do Amanhã”, em que conto as desventuras de vários personagens com poderes que são tudo, menos heróis. Você pode ler a primeira temporada no site: http://tomorrowsorder.tumblr.com/ (lá você também encontra links para minhas outras webnovelas). Além disso, fiz...

Leia Mais
MACONHA: O que você tem curiosidade de saber mas nunca teve coragem de perguntar
abr20

MACONHA: O que você tem curiosidade de saber mas nunca teve coragem de perguntar

Quem tem seda? On Jack Tall Back? Negativo. Em homenagem ao 20/4, aí vai um questionário de perguntas frequentes que os usuários da erva sempre precisam responder (nem sempre com tanta franqueza). Longe de mim fazer algum tipo de apologia ao uso, mas de fato, é que 20 de Abril de 2018, esse assunto precisa ser melhor difundido e quem sabe debatido nas rodas de conversas por aí! Porque consumir maconha? Acredito que esta seja a pergunta mais subjetiva do questionário, ela abre a série de perguntas justamente para evitar a polêmica que foi tão massificada de que a erva era a porta de entrada para outras drogas. Quando na verdade deveria ser uma escolha voluntária como beber refrigerante ou comer carne vermelha. O uso medicinal ou recreativo ainda divergem nas opções de consumo, é por isso que o Estado não deveria interferir nisso. O estimado livre-arbítrio deveria ser fator principal de decisão. Meu corpo, minhas regras. A opção de fumar se tornou mais popular, fazendo com que pessoas que odeiam cigarros, charutos ou tabaco em geral, abrir mão e fazer o uso assim mesmo. Qual o principal efeito?   Maconha é o nome popular de uma planta chamada Cannabis, dentro de tantas variações algumas delas possuem ações diferentes no corpo. Além do formato, ‘Sativa’ ou ‘Indica’ cada uma tem uma concentração especial, por exemplo: a sativa otimiza do humor e desperta uma vontade de encarar a vida com mais tranquilidade. Expressão de sentimentos e até potencializa alguns. Como num dia triste, em que pode sim dar uma experiência mais reflexiva. Já a Indica tem o poder mais relaxativo, (In couch / no sofá), praticamente um presente pro corpo após uma longa jornada de trabalho e até meio analgésico. Quanto tempo fica no corpo? Consumir o THC (TetraHidro Canabinol - principio ativo que dá o barato) pode variar para chegar ou ir embora. Seguindo os padrões tradicionais como fumar um baseado, o efeito dura em média duas horas, tem gente que consegue sentir até 8 horas depois do consumo. Se for fazer um exame toxicológico pode ficar alguns dias. Em caso de ingestão na comida, pode ser até mais rápido.  Capsulas, chás, óleos, foram desenvolvidos para uso medicinal em tratamento de doenças como mal de Parkinson, Alzheimer, anorexia, glaucoma e outras que comprometem o sistema psicomotor no corpo.  Qual o risco de dependência? Moderado. A predisposição em dependência química pode incentivar o cidadão a querer consumir muito, mas geralmente, a dependência é física. Você gosta, você usa. Conheço pessoas que por opção abriram mão por meses e até anos sem nenhum dano físico. A máxima que dizem “paro quando quiser”...

Leia Mais
Escola de robótica Manaós Tech oferece cursos gratuitos em troca de solidariedade
jan15

Escola de robótica Manaós Tech oferece cursos gratuitos em troca de solidariedade

Oferecer cursos de robótica e criação de games para crianças e adolescentes de forma gratuita em troca de doação de alimentos não perecíveis para ajudar ao Abrigo Núcleo de Assistência à Criança e Família em Situação de Risco (Nacer). É dessa maneira que a escola de robótica Manaós Tech for Kids inova mais uma vez e inicia o ano de 2018 com uma boa ação. Especialmente no período de férias, onde a maioria das crianças está ociosaem casa, a escola oferece oficinas que terão custo zero sendo necessária apenas a doação de cinco quilos de alimentos não perecíveis que serão doados integralmente ao Abrigo Nacer. "Poder iniciar o ano ajudando a um abrigo que desenvolve um trabalho que admiramos muito, além de transmitir conhecimento, nos deixa extremamente feliz. Isso sem contar que estamos passando para os nossos alunos um saber mais importante do que todas as disciplinas escolares: a solidariedade para com o próximo", destaca o CEO da ManaósTech, Glauco Aguiar. A escola teve que aumentar o número de oficinas já que as primeiras quatro turmas foram preenchidas em tempo recorde em menos de 24 horas assim que o anúncio foi feito nas redes sociais. “Esse resultado foi muito bom porque mostra o quanto os pais estão preocupados em investir no conhecimento e na educação de seus filhos. Sem contar também que estão dando bom exemplo de solidariedade ajudando a quem precisa no caso do Abrigo Nacer”, ressalta Glauco. As próximas oficinas acontecem na unidade da Manaós Tech no HUB da Universidade do Estado do Amazonas (EST/UEA), na Avenida Darcy Vargas, 1200, bairro Chapada. As turmas são: - Meu primeiro robô 16/01 (8h às 12h) - Meu primeiro robô 16/01 (13h às 17h) - Games 2D 17/01 (8h às 12h) - Games 2D 17/01 (13h às 17h) - Games 3D 18/01 (8h às 12h) - Games 3D 18/01 (13h às 17h) A escola Manaós Tech tem como uma de suas principais atividades a construção de robôs, o estudo sobre mecânica e programação, além de conhecer o universo da criação de games e aprender a editar vídeos para o YouTube. “Esse primeiro contato com a robótica ou com a programação de forma lúdica, pode mudar completamente a forma que a criança vai enxergar o mundo digital no futuro. Acredito que quanto mais pudermos impactar socialmente nossa cidade, mais perto do nosso objetivo estaremos”, enfatiza Glauco Aguiar. As inscrições para as oficinas podem ser feitas por meio do site: https://www.manaostech.com/férias e mais informações podem ser repassadas por meio dos telefones: (92) 99103-8067 e (92) 98121-0730. Abrigo Nacer Para Cleslley Rodrigues, diretor do Abrigo Nacer, a ação não poderia ser melhor. “A...

Leia Mais
Marcha pela Resistência Indígena no Amazonas
abr19

Marcha pela Resistência Indígena no Amazonas

Resistência Indígena. Passagem pela avenida Mário Ypiranga! A Marcha da Resistência Indígena no Amazonas 2017 Conheça as entidades: Rede do Fórum de Educação Escolar Indígena (Foreeia) Fundação Estadual do Índio Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) Fundação Nacional do Índio (Funai) Coordenação dos Povos Indígenas de Manaus e Entorno (Copime) Instituto de Articulação de Juventude da Amazônia (Iaja) Ufam Associação das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro (Amarn) Conselho Indigenista Missionário (Cimi) Pastoral Indigenista da Arquidiocese de Manaus (Piama) Movimento dos Estudantes Indígenas do Amazonas (Meiam) Aproximação é nossa função. SALVE DIA DO...

Leia Mais